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Terça-feira, 21 de Abril de 2026

LÁBREA - AM

ENTENDA PARA ONDE FORAM RECURSOS DO FUNDEB/FUNDEF, SAÚDE, EDUCAÇÃO, CONTRATOS, CONVÊNIOS, EMENDAS E DA INFRAESTRUTURA USADOS NAS ADMINISTRAÇÕES PASSADAS DO MUNICÍPIO DE LÁBREA

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ENTENDA PARA ONDE FORAM RECURSOS DO FUNDEB/FUNDEF, SAÚDE, EDUCAÇÃO, CONTRATOS, CONVÊNIOS, EMENDAS E DA INFRAESTRUTURA USADOS NAS ADMINISTRAÇÕES PASSADAS DO MUNICÍPIO DE LÁBREA
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MANAUS (AM) – Dos 62 municípios do Amazonas que tiveram prefeitos e conselheiros do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEB) nenhum cumpre pena por desvios dos recursos chegando à maioria a escapar ilesa das garras das operações da Polícia Federal (DPF-AM) e da Controladoria-Geral da União (CGU), também, em quase todo o país.  

 Enquanto se fortalece junto ao Vice-Governador Tadeu de Souza (AVANTE), pré-candidato vai por terra, por água e pelo AR aos encontros políticos-partidários de resultados positivos.

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O carro da corrupção nos cofres municipais e da União em relação a desvios frequentes por ex-prefeitos que contaram com o “silêncio de conselheiros do FUNDEB e proteção política de seus aliados no Congresso” de cada Estado da Federação pode ter transportados mais de R$ 1 trilhão de reais em todo país, apontam estudos independentes contrários ao volume de dinheiro roubado do Fundo (principalmente nos municípios mais pobres).

 Após doação de R$ 20 mil ao Leilão promovido pelo CTG Vale do Curuquete, no Sul de Labrea, os apoios a pre-candidatura a deputado ecoaram por toda região. E o representante do Hospital do AMOR (PVH-RO) quase se implorou em elogios ao maior doador da história para causas humanitárias.

Nos municípios da mesorregião amazonense do Purus, apesar de denúncias formalizadas com rara participação de vereadores originários de organizações civis representativas, só o município de Pauini testemunhou a presença de auditores da CGU e agentes da Polícia Federal para apurar denúncias que, segundo fontes da Câmara de Vereadores, “poderiam não está relacionadas, especificamente, com possíveis roubos de recursos da Educação Básica”.

 Confirmando PIX do valor doado

Em Lábrea, trabalhadores da Educação Básica nos mandatos do ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB) - patrocinados pelos deputados Adjuto Afonso (União Brasil),  Átila Lins (PSD) e o senador Eduardo Braga, do MDB – “padeceram demais sem os rateios justos e sem abono no período”. Suspeita-se que o dinheiro do FUNDEB tenha bancado shows milionários do sertanejo Wesley Safadão, do hit do Brega paraense, Joelma e Wanderley Andrade,  além de outros do Ranking de cachês sertanejos nunca investigados, plenamente, pelos Tribunais e Cortes de Contas amazonenses.

Dono de cinco castanhais, Edir BATISTA de Freitas foi abatido com 19 tiros por dois "atiradores". Semanas antes, Edir teria incendiado um trator dentro de suas propriedades extraindo ilegalmente árvores ameaçada de extinção, como Castanheira.

No ranking de não investimentos necessários com o uso decente dos recursos oriundos do FUNDEB nos anos 2013-24, o município de Lábrea “conta no dedo mindinho o número de obras, reforma e ampliação de escolas na cidade e interior. Apesar dos fortes apelos e o lamento dos professores que ficaram de fora dos rateios justos dos recursos do FUNDEB e dos precatórios do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), criado em criado em 1996 para financiar o ensino fundamental público e valorizar os professores, com o objetivo de garantir um padrão mínimo de investimento por aluno e aplicar um percentual dos impostos na educação, sendo substituído posteriormente pelo FUNDEB, “a CGU e A PF não investigaram a gestão Gean Campos de Barros e Jesus Batista de Souza, ex-titular da Secretaria de Educação e Cultura de Lábrea”, o desabafo partiu de professores remanescentes da dupla de emedebistas.

Ladeado por CARLOS GALVAO, titular da SEMED, JOÃO ROBERTO amplia o espaço junto às comunidades estudantis levando benefícios as escolas e sua contribuição ao fortalecimento da educação básica.

Nos bastidores políticos labreenses, na sessão da última sexta-feira (12), rumores davam conta que “até 70% dos recursos oriundos do FUNDEF/FUNDEB teriam ido para nas mãos do prefeito Gean Campos de Barros e do-Secretário de Educação, Jesus Batista de Souza, que, agora, concluiria a construção de um imóvel de se fazer inveja a todo o valor depois de deixara o cargo”.

 Em discurso comovente o Vice-Prefeito anunciou ações da Prefeitura no PA Remansinho por meio da SEMED.

Segundo as fontes, “Jesus Batista de Souza é servidor cedido à Prefeitura de Lábrea com ônus para o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)”. Ele seria dono de um vasto arquivo sobre a história ainda não esclarecida dos rateios, precatórios do FUNDEB/FUNDEF e dos recursos da educação e cultura repassados pelo Governo Federal ao município de Lábrea.

João Roberto em pouco tempo visitou o Vice-Governador, levando aliados de Lábrea e as vezes, em conjunto com a organização politica ALIAMA

  • E teria garantido vaga de candidato a Vice-prefeito na pressão mediante ameaça de revelar o que sabe dos bastidores da ex-Administação da qual que fez parte, confidenciou um dos aliados do mais cotado indicado a Vice na chapa do candidato Mabi Canizo, o atual Coordenador Regional do DSEI, Rami Rachid SAID.

 Vereador Jordeval GALVAO foi o representante da Representação do Município de Lábrea nas gestões de Gean Campos de Barros (MDB).

Sobre ainda bastidores da ex-Administração, constam informações e notícias de fatos que teriam ficado de fora do suposto dossiê apresentado à Procuradoria-Regional da República (PRR-AM) e/ou ao Departamento de Polícia Federal (DPF-AM) pelo Vice-prefeito eleito de Lábrea, João Roberto (PODEMOS).  Na inicial, o agora pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026, ‘se ateve, majoritariamente, a desmentir fakes News e a denúncias pontuais de malversação de recursos sem, no entanto, especificar, quais setores mais atingido em caso de confirmação por corrupção, passiva ou ativa.

Derrotados nas eleições pra prefeito em 2024. Contribuintes querem saber dos milhões liberados para reforma da Praça da Igreja. Onde está o dinheiro, seo Gean do Tênis novo, ironizou ex-vigilante demitido por ele.

A avaliação é atribuída ao consultor jurídico João Lemes Soares, 53 (15 anos a mais que o Vice-prefeito de Lábrea), diretamente de São Paulo à reportagem que se colocou à disposição para ampliar a cobertura jurídica em nome dos trabalhadores e da saúde, “os que me parecem os que mais padeceram com prováveis desvios contínuos de dinheiro público em Lábrea e região”.

 Neste instituto repousa um dos maiores golpes já sofrido pelos servidores do município de Lábrea. De uma só vez teriam sido sacados R$ 12 milhões, supostamente, transportados entre cargas de peixe direto para a Capital Manaus (detalhe nas próximas reportagens).

Segundo ele, “para a atual gestão recuperar recursos da educação, saúde, infraestrutura, dos rateios do FUNDEB e saber aquém foi e/ou não pago os precatórios do FUNDEF, aluguéis de maquinário da patrulha mecanizada à própria Prefeitura, por adjudicar de contratos, garis (+o setor de varrição), aéreas, veículos de aliados, desvios das contribuições no LÁBREA-PREVI, licitações fraudulentas, despesas com processos judiciais, saques e depósitos na boca de caixas dos bancos, diárias para assessores, repasses à Câmara e outras despesas”.

No último andar do prédio da Prefeitura, a dupla Mabi Canizo e Rami Rachid SAID, supostamente, comandavam os "negócios da Prefeitura Paralela" no 1º mandato.Gean de Barros percebeu possível "sumiço" de R$ 2 milhões. Quis demiti-los, porém, o deputado Adjuto Afonso, interrompeu o processo contra os aliados - e acusados do suposto desvio milionário.

Segundo informações, ao ex-prefeito Gean Campos de Barros é atribuído a criação e instalação no último andar do prédio da Prefeitura, “de uma espécie de Prefeitura Paralela ocupada pelos servidores, à época do primeiro mandato, Mabi Canizo e Rami Rachid SAID”. Porém, não durou muito tempo até que o ex-prefeito suspeitou doe um desvio de R$ 2 milhões. Gean cogitou demitir os dois aliados, mas, o deputado Adjuto Afonso interveio e manteve os acusados nos cargos.

Por essas atuações contrárias aos embargos de áreas da União já ocupadas, lideranças do Sul de Lábrea apelam ao Vice-prefeito para intervir, também, nos casos de assassinatos de amazonenses extrativistas (seringueiros, castanheiras e copaibeiros) nas divisas das RESEX Ituxi com a Vila Curuquete habitada por migrantes do Sul, Sudeste e do Nortão do Mato Grosso.

Para o consultor João Lemes Soares, para que as denúncias de autoria do Vice-Prefeito João Roberto (PODE) produzam um verdadeiro Tsunami, “é preciso que ele e Procuradoria-Geral do município de Lábrea acionem diretamente o judiciário Estadual e Federal na tentativa de reaver recursos públicos, supostamente, desviados referentes aos anos das gestões anteriores”. No caso de recursos usurpados, de uma forma ou de outra, a Advocacia-Geral da União (AGU), pode ajudar o município a retomar patrimônio dos ex-prefeitos e secretários acusados de ilícitos, como enriquecimento incompatível com salários ganhos.

 Gean, segundo seguidores, começou sua fortuna na antiga "Casa Barros" (hoje, Casa COSTA). Acima, um posto de combustível no bairro Campos Sales, na zona Oeste de Manaus, supostamente, pertencente ao ex-prefeito GEAN CAMPOS DE BARROS - entre outros espalhados pelo Estado e em Rio Branco (AC).

Sobre a participação de um advogado faccionado que estaria por trás das campanhas difamatórias e injuriosas contra a Prefeitura e secretários, a reportagem apurou que após as entrevistas concedidas pelo Vice-prefeito à imprensa, “nenhuma intervenção por parte do município junto à Seccional da Ordem dos Advogados do Amazonas (OAB-AM) havia sido protocolada em nome do município de Lábrea”.

DOS MAIORES ESCÂNDALOS – Os escândalos sabidos que ocorreram em 16 anos das administrações do MDB de Michel Temer, em Lábrea, ainda não foram relatados. A maioria remete aos ciclos de poder e mando do pseudo-Imperador do Purus, Gean Campos de Barros, próspero investidor no agronegócio bovino, fundiário, madeireiro e de combustíveis em Boca do Acre, Manacapuru, Manaus, Rio Branco (AC) e Coari, no Solimões.

Gean Campos de Barros “é homem multimilionário e o povo de Lábrea, nem os próprios sabem uma vírgula dos negócios dele no litoral carioca de Angra dos Reis e de Búzios”, informou antigo “Faz Tudo” ligado ao vereador Francisco Jordeval Galvão (MDB), que jura de pés juntos que a representação do município, em Manaus, funciona dentro do carro do vereador Jordan.

De acordo com historiador que trabalha com supostas autobiografias sobre antiga rede de oligarcas do látex (borracha ou Hévea da Amazônia e do Amazonas), “os crimes de corrupção passiva e ativa ainda não apurados das administrações passadas de Lábrea pode ter tornado intocáveis os ex-prefeitos Francisco Pires (falecido), Evaldo de Souza Gomes (servidor da SEMED colocado à disposição do gabinete do presidente da Câmara, Adalfrank Teixeira), Mustafa SAID (falecido), Gean Campos de Barros e os principais secretários Jesus Batista de Souza (mais conhecido como o Fátimo, o Homem da Mala Preta), Dário Vicente e Frank de Barros (filho bastardo do saudoso Chico de Barros).  

O Modus Operandi usado pelos denunciados, à época, apresentaram características e objetivos semelhantes, “o de saquear o erário público na educação, saúde, infraestrutura, terceirização de serviços e outros, não os levaram os denunciados à cadeia, nem os fizeram ser investigados, profundamente”, atestou investigador forense amazonense que confessou ter esbarrado nas tropas de choque a favor dos criminosos acreditados nas bancadas da Assembleia Legislativa e do Congresso.

OLIGARQUIA ABALADA – No ranking aproximado da pressão atribuída ao jovem Vice-prefeito de Lábrea, contador especializado João Roberto, 38, nascido barrancas do Médio Rio Purus, “pela ousadia e coragem de botar a cara de fora sem uso de máscara, a confirmação de ter buscado remédio junto ao MPF e à Polícia Federal contra notícias falsas em série contra a administração municipal ecoou, também, no Sul de Lábrea”.

Nesta parte do município, desde os anos 2006, o índice elevado de crimes atribuídos a um suposto consórcio composto por grileiros e madeireiros advindos do Sul e Sudeste do país terras da União, tem causado medo e tensão entre migrantes 'e nativos amazonenses e acreanos à espera da regularização das terras pelo Governo que ocuparam, mansa e pacificamente.

A disputa é entre madeireiros que continuam avançando sobre as florestas ainda em pé do lado amazonense, atualmente, detentora de 65% de suas florestas nativas ainda em pé. Recentemente, um levantamento extraoficial feito por migrantes assentados atestou que a onda de violência e impunidade fez duas novas vítimas entre famílias do PA da Anta (Ramal São Francisco) e de um castanheiro labreense, proprietário de ao menos seis castanhais ao longo da Cachoeira Santo Antônio, na Reserva Extrativista do Rio Ituxi sob a responsabilidade do ICMbio.

Nos dois casos, amigos e familiares das vítimas (Edir Batista, residente e domiciliado na cidade de Lábrea e de um assentado do INCRA cuja identidade não foi revelada pela Polícia Civil de Rondônia), por conta da forte repercussão da ação do Vice-Prefeito labreense em buscar apoio junto ao MPF e à Polícia Federal, “gostaríamos de contar com a intervenção dele e das autoridades do Amazonas na tentativa de se esclarecer os crimes no Sul de Lábrea”.

Por outro lado, sabe-se, no entanto, que a violência explodiu na região Sul do município devido à falta de interesse das gestões anteriores “em pacificar os movimentos invasores e deixar ao léu a população tradicional, entre castanheiros, seringueiros e indígenas a mercê das ocupações ilegais ao longo dos anos”, Na região, o conceito dos atuais gestores de Lábrea é elevado, porque em menos de um ano revitalizaram escolas, alavancaram a saúde, atendimentos na UBS local e aceleraram o processo de desenvolvimento local.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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