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Segunda-feira, 20 de Abril de 2026

LÁBREA - AM

TURISMO AGRORURAL PARA ATRAIR MORADORES, TURISTAS E VISITANTES QUE ESCOLHEM POINTS PELA PROXIMIDADE COM A NATUREZA NA ESTRADA DO CAPIHÃ E TAWARHUÃ NA CIDADE DE LÁBREA/AM

Antônio Xavier Lamego, a olhos nunca vistos para um iniciante na carreira, viu o público crescer a cada dia no abrir e fechar de “portas abertas com tira-gosto, cerveja estupidamente gelada e som ao vivo dançante”.

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TURISMO AGRORURAL PARA ATRAIR MORADORES, TURISTAS E VISITANTES QUE ESCOLHEM POINTS PELA PROXIMIDADE COM A NATUREZA NA ESTRADA DO CAPIHÃ E TAWARHUÃ NA CIDADE DE LÁBREA/AM
Antonio Xavier Lamego.
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TAWARHUÃ (LÁBREA/AM) – Apesar de não ter desfeito conhecimentos antigos, Francisco Xavier Lamego, pequeno produtor rural desta região, mesclou experiências do passado com ferramentas modernas para vencer na vida.

ALVINA Apurina tem potencial reconhecido, e suas terras podem abrigar uma pousada e outras atividades econômicas sustentáveis.

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O setor farinheiro é ainda o mais concorrido da cidade. A monocultura nunca foi capaz de otimizar a renda do pequeno agricultor

Antônio Xavier Lamego em mais de 25 anos sobre uma faixa de terras da União à beira do rio Paciá  quebrou quase todos os paradoxos para ser inserido no mundo dos negócios do campo de Lábrea que há anos perturbava sua mente. Ele passou a competir, dentro e fora da sua comunidade, ao ofertar produtos, lazer e entretenimento já classificados como um dos melhores na localidade onde tira o seu sustento e da família.

 Agricultores e agricultoras das pujante comunidades Capihã, Tawarhuã, Igarapé Grande, Pacia e outras com potencial de desenvolvimento socioeconômico verdadeiro esperam a chegada de 2026 para avançar em sua vida pessoal e coletiva: tiraram do papel promessas politico-eleitoreiras de "aproveitadores políticos" e partiram para a prática- com as próprias pernas.

Para vencer ainda mais decidiu construir um point à beira-rio do Baixo Purus, “de frente para um dos entardeceres mais belos e prazerosos da região puruense e da orla que embeleza ainda mais o banco do pôr-do-Sol entre os caminhos que levam às desafiantes comunidades Capihã e Tawarhuã”. Um flutuante, para início de conversa, diz o consultor jurídico João lemes Soares, 53, próximo de chegar com sua banca de advogados para atuar no mercado da mesorregião do Purus, no Amazonas.     

 Antônio, um homem que faz no campo.

Além de agricultor familiar de sucesso, Antônio Lamego produz produtos da roça (veja imagem), plantou pés de bananeira, mamão, abacate, açaí, mandioca e possui uma pequena criação de gado de corte e leite que toca junto com as crianças e a mulher. É dele um flutuante à beira do rio Purus, empreendimento fincado ao longo da estrada do Capihã e Tawarhuã em direção à boca do Paciá, onde fica a sua propriedade rural.

Uma visita ilustre a comunidade central do Tawarhua, criou novas expectativas a futura revitalização das casas de farinha. A ordem é buscar apoio do município, do Estado e no Governo Federal.

O agricultor que virou empreendedor de eventos caseiros, com a especialidade da casa ofertando frios, bebidas, gelados e música ao vivo nos finais de semana, agora, viu o negócio crescer a ponto de se transformar num dos primeiros empreendedores de turismo rural da microrregião entre os povoados Capihã e Tawarhuã, a menos de 15 minutos do centro urbano da cidade de Lábrea.

  • De fácil acesso, o Flutuante do ANTÔNIO, tornou-se "parada obrigatória" nos caminhos para o Capiha, TAWARHUA, Igarapé Grande, Rio Pacia e para o desfrute do melhor "Por-do-SOL da Cidade de Lábrea" (2025-28).

Antônio Xavier Lamego, a olhos nunca vistos para um iniciante na carreira, viu o público crescer a cada dia no abrir e fechar de “portas abertas com tira-gosto, cerveja estupidamente gelada e som ao vivo dançante”. A casa oferece, ainda, petiscos variados com opções dadas pelo freguês.

De vento em popa, agora, ele pretende entrar para o mundo das redes mundiais de computadores com foco na 34ª Festa do SOL que acontece anualmente, em Lábrea, para atrair moradores da cidade, visitantes e turistas que acorrem ao município de Lábrea, não só para abrilhantar os eventos de época, mas, em breve, da Pesca Esportiva.

Todos sejam bem-vindos a Lábrea (2025-28) e, eternamente.

A região do Capihã, Tawarhuã, Igarapé Grande e do rio Paciá tem um dos mais ricos do ecossistema labreense. Porém, nunca foi explorado de forma sustentável. Na ausência de diagnósticos socioeconômico de suas potencialidades turísticas, “essas localidades e seus povoados, agora, com apoio técnico de uma Organização Não-Governamental recém-restabelecida que passará a funcionar a partir do ano que vem”, apontou o consultor jurídico e da assessoria contábil que vem vencendo os desafios para transformá-los em realidade.

Além de Antônio Xavier Lamego, fazem partes do cronograma de ação e trabalho da futura entidade civil organizada focar em todos os moradores que queiram, de livre e espontânea vontade, começar o próprio negócio à beira de suas propriedades para que, verdadeiramente, “sejam incentivados a gerar emprego e renda”, sem blábláblá político-partidário”.

Os projetos técnicos, em 12, nessa inicial, estão sendo finalizados e a elaboração independente das “políticas de uma só família que tenha progredido no passado” ao longo da estrada do Tawarhuã e que é acusada de dominação para que outros não tenham as mesmas oportunidades ofertadas por órgãos de Governo, apesar de potenciais empreendedores, se acham ainda excluídos do processo global de desenvolvimento criado pelo município, o Estado e o Governo Federal.

Na planta física e geográfica já montada e/ou em elaboração na capital Manaus (AM), em Rio Branco (AC) e Brasília (DF), constam exploração turística, festival de praia, pesca esportiva, eventos folclóricos, festivais da canção estudantil, culturas indígenas, nordestinas de raiz (Ciranda, Cangaço, Bumbás, quadrilhas e danças estilizadas, entre outras modalidades socioculturais”.  

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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