AMAZONAS (AM) - O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, .em visita a Lábrea, garantiu ao prefeito Gerlando Lopes (PL), a construção do novo terminal hidroviário, ao longo do porto da Comara.

Os recursos para viabilizar a obra é fruto de uma emenda parlamentar de autoria do senador Eduardo Braga (MDB) o valor de R$ 10 milhões. Historicamente, a cidade, agora, entra para o circuito de municípios com infraestrutura capaz de competir com os demais onde “a população passa a contar com um terminal à sua altura”, diz o prefeito.
Equipe técnica do DNIT em Lábrea. Pauta: construção do novo Terminal Hidroviario do município. O empreendido caiu no colo do Prefeito. Lábrea da mais um passo a frente rumo a reconstrução da cidade (2025-28).
Com a chegada da equipe do DNIT à cidade, o Governo Municipal ganhou mais fôlego rumo ao cumprimento de uma etapa rumo a reconstrução da cidade. “Com o novo Terminal Hidroviário, também, vai oferecer um ambiente confortável aos usuários e a movimentar o setor de cargas e passageiros”, acrescentou Gerlando Lopes.

Depois de receber um porto, praticamente, improvisado e ineficiente do ponto de vista operacional, demonstrou ao longo de sua existência “um terminal frágil e sujeito a constante invasão das águas do Purus provocadas pelo rigoroso inverno amazônico e que, agora, colocará Lábrea a um passo à frente dos demais”, como a cidade Pauini.

Com a construção do novo terminal hidroviário será possível conectar Lábrea, também, a um lugar de destaque do novo sistema modal de transporte de cargas e passageiros regional cuja obra comprova que “a atual gestão veio para fazer a diferença e por cima de tudo, reafirmar a posição de um governo acostumado a superar os desafios”, apontou o consultor João Lemes Soares, 53.


O novo terminal a ser entregue ao município de Lábrea, irá proporcionar ainda à cidade “uma maior fluidez no aporte de embarcações, porque o empreendimento a ser construído vai oferecer infraestrutura moderna e estratégica na recepção de embarque e desembarque de cargas e passeiros”, reaquecendo para valer o transporte fluvial além de garantir o escoamento da produção, abastecimento e impulsionar o turismo na região.


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