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Segunda-feira, 09 de Marco de 2026
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MINISTRA DOS POVOS INDÍGENAS VAI ESTAR NA CIDADE DE LÁBREA DE 14 A 15 PARA CUMPRIR AGENDA ESPECÍFICA

SOBRE DEMANDAS LOCAIS E NOVAS ESTRATÉGIAS DE ATENDIMENTO AS ALDEIAS DO PURUS

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MINISTRA DOS POVOS INDÍGENAS VAI ESTAR NA CIDADE DE LÁBREA DE 14 A 15 PARA CUMPRIR AGENDA ESPECÍFICA
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LÁBREA (SUL DO AM) – A ministra dos Povos Indígenas. Sônia Guajajara vai se reunir na Vila Olímpica da cidade de Lábrea, a 702 quilômetros da Capital de Manaus, com indígenas das aldeias localizadas no Médio Rio Purus e da mesorregião sob a jurisdição da Coordenadoria da Fundação Nacional dos Povos Indígenas do Brasil (FUNAI).

Depósito de Látex virou Casa de Saúde Indígena (CASAI). Prédio é do ex-Prefeito Gean Campos de Barros.

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O evento vai acontecer no período de 14 a 15 próximos, como parte de uma agenda específica para o Estado do Amazonas, sendo esta a primeira vez que a ministra Guajajara visitara a região do Purus desde que assumiu o Ministério dos Povos Indígenas no Governo Lula da Silva  (PT).

 Cacique Timóteo PAUMARI cursou Pedagogia na Universidade Nacional de Brasília (UNB-DF).

O município está localizado na região Sul do Estado e a cerca de três mil quilômetros de Brasília (DF). A Ministra cumprirá agenda específica sobre os territórios indígenas, da questão da saúde e educação indígena diante do grande volume de recursos destinados a esses setores além de tratar das melhorias da infraestrutura das aldeias, firmando com essa ação, “maior presença do Governo na região do Purus”.

- Cacique TATO APURINÃ, é formado em Gestão Publica

Pelo menos foi isso que fontes credenciadas em Organizações Não-Governamentais (ONGs) mantidas há décadas com recursos do Fundo Amazônia, emendas parlamentares e do Capital internacional para atuação na mesorregião amazonenses do Purus cujos investimentos devem ser questionados junto ao Ministério de Sônia Guajajara.

GOLPE BRANCO - Em linhas gerais, segundo agenda extraoficial, a ministra vai participar de encontros abertos com as lideranças indígenas que habitam a mesorregião amazonense do Purus e, provavelmente, estenderá a pauta para atender povos originários aldeados e não aldeados do município de Humaitá.

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Por sua vez, indígenas que se sentem preteridos a empregos disponibilizadas para profissionais das etnias do Purus e ocupadas por “brancos” no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e na Secretaria de Saúde Indígena (SESAI) – mesmo com formação acadêmica, não tiveram êxito.

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Com a chance de estarem cara a cara com Sônia Guajajara, “vamos exigir uma reunião fechada com a ministra para tratar das indicações feitas pelo empresário Rami Rachid Said, coordenador desses órgãos ligados ao Ex-Prefeito de Lábrea, Gean Campos de Barros”, além de solicitarem auditorias nos contratos de comissionados, gastos com aluguéis de prédios, combustíveis, empresas aéreas, medicamentos e salários incompatíveis e outras despesas.

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Casos à parte, segundo apurou a reportagem, será a denúncia que atinge diretamente os comissionados Técnico de Enfermagem de prenome Herivelto (salário R$ 12.mil) e de Anderson Andrade (que pulou de R% 1.520 para R$ 6 mil). Segundo indígenas, “Herivelto caiu na graça do Coordenador por, aparentemente, ter esvaziado movimento contrário à indicação de Rami Rachid Said para o cargo durante as ocupações de 2024.

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Na agenda dos núcleos de reação contrária à permanência de Rami Said à frente do DSEI e da SESAI para o Médio Purus, constam, ainda, a entrega de relatórios resultantes de assembleias nas aldeias sobre o possível estado de abandono na saúde, educação, segurança alimentar de pacientes infantis, mulheres e idosos durante as internações na Casa de Saúde Indígena (CASAI) e em Tratamento Fora do Domicilio (TFD) em Manaus e na Capital rondoniense (Porto Velho).

RAMID SAID (E) não joga para perder. Seu grupo político continua intocável nos órgãos indígenas

Outros assuntos de caráter mais sensível, segundo informou interlocutor indígena fora do eixo de proteção política sob o domínio do Coordenador do DSEI, em Lábrea, depois de tratados com a ministra Sonia Guajajara, serão encaminhados a Procuradoria Geral da Republica (PGR), como as demarcações dos territórios paradas desde o Governo Michel Temer (MDB).

Além disso, uma suposta pauta secreta deve ser debatida com as lideranças indígenas de todos os territórios invadidos na mesorregião amazonense do Purus. As discussões, segundo interlocutores, devem pautar novas posições para incrementar a Agenda 2026 sobre politicas publicas a serem apresentadas durante a realização da 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) em Brasília.

O Ato Cidadão indígena reúne povos e organizações indígenas para defender seus direitos constitucionais. Em 2025, a 21ª edição foi realizada de 7 a 11 de abril, em alusão ao Abril Indígena.

 Zé Bajaga, líder da FOCIMP, há tempo tem etnia questionada; viaja a Europa, e acusado de auto-favorecimento. Sempre foi comissionado.

 

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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