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Quarta-feira, 12 de Agosto 2026
Amazonas - Municipios

PAIS DE ADVOGADO PRESO PELA POLÍCIA POR SUSPEITA DE FRAUDE EM VESTIBULAR DA UEA VOLTAM A SER ACUSADOS DE LOTEAREM TERRENOS PERTENCENTES ÀS COOPERATIVAS DE BENEFICIAMENTO DE CASTANHA NO MUNICÍPIO DE LÁBREA

A família, também, é acusada de estar por trás de supostos desvios de conduta, gestão fraudulenta, restrição de salários dos funcionários e fuga de capitais oriundos de convênios e financiamentos governamentais e privados.

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
PAIS DE ADVOGADO PRESO PELA POLÍCIA POR SUSPEITA DE FRAUDE EM VESTIBULAR DA UEA VOLTAM A SER ACUSADOS DE LOTEAREM TERRENOS PERTENCENTES ÀS COOPERATIVAS DE BENEFICIAMENTO DE CASTANHA NO MUNICÍPIO DE LÁBREA
Tomás Neto em imagem controversa. De quando em vez, o advogado que já foi preso pela Polícia, encarna fuguras espalhafatosas, como palhaço, Máscara ou Coringa
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AMAZONAS (AM) – “Foi bom o quanto durou toda a má gestão contra os trabalhadores e trabalhadoras castanheiros das cooperativas criadas e recriadas pelo empresário falecido Antônio Malveira e a mulher Sandra Maia Barros que passou a assumir os negócios de duas cooperativas entre três implantada na cidade de Lábrea.

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Imagem sujeita a mudança e transformação. De acordo com o humor do dia e do alvo que o personagem tentaria "ironizar ou atacar".

  O dinheiro dos castanheiros, segundo dados em abertos relatados por associados que se consideram lesados por eles enquanto dominaram o mercado da castanha e outros produtores regionais à frente de Cooperativas e Associações Agroextrativistas. O dinheiro dos cooperados pode ter financiado cursos em faculdades para os filhos do casal no Brasil e no exterior.
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 A segunda da esquerda a direita (blusa vermelha), Sandra Maia Barros, mãe do advogado estaria por trás das supostas mas gestões das cooperativas COOPMAS, ASPACS e ASPROBAL. Apesar de terem eleitos seus presidentes.3
A família, também, é acusada de estar por trás de supostos desvios de conduta, gestão fraudulenta, restrição de salários dos funcionários e fuga de capitais oriundos de convênios e financiamentos governamentais e privados. Porém, essa informação foi confirmada, parcialmente, com o aparecimento de uma dívida de mais de um milhão de Reais com agência de fomento do Governo do Amazonas.
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 COOPMAS, que foi presidida pelo pai Antônio Malveira, apresentou um rombo de R$ 1.000.000 a Agência de Fomento do Amazonas (AFEAM). O dinheiro pode ter sido usado irregularmente
Sobre o assunto, segundo informações de associados das cooperativas, a entidade recebeu recursos milionários de vários fundos de fomento do governo do Amazonas, Federal e programas de fomento enquanto Usina de Beneficiamento de castanha da Amazônia. E não prestou contas nem teria pago direitos trabalhistas, previdenciários e o Seguro Desemprego dos funcionários por anos.
Tomás Neto, reaparece de cara limpa. Nesse ato, grava vídeo em suposto terceiro escritório que usaria em Manaus.
 
Entre os órgãos que financiaram as atividades econômicas da COOPMAS destacam-se, além dos governos Estadual e Federal, o Programa de Apoio Ao extrativismo da Amazônia, Zona Franca Verde, CONAB, Organização das Cooperativas do Brasil (OCB-AM), Agência de Fomento do estado do Amazonas (AFEAM), IDAM, CONAB, Banco do Brasil (BB)incluindo os Ministérios  do Meio Ambiente e Controle do Clima (MMA-CC) Ministério da Integração Nacional e  convênios cujos valores estariam sendo mantidos em segredo pelo Grupo Malveira & Barros.
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No escritório e residência dos pais da Travessa Santo Antônio, 66, em Lábrea,.
Atualmente, de acordo com informações obtidas por meio de consultas jurídicas a órgãos de controle fiscal, as famílias Malveira e Barros controlam “todo conglomerado castanheiro existente na cidade de Lábrea”. Depois da morte por atropelamento do patriarca Antônio Malveira (ele morreu em acidente de trânsito na esquina da Rua 24 de Maio com a Luiz Falcão, bairro Vila Falcão, em circunstâncias não esclarecidas), a mulher Sandra “é quem dar as cartas nas cooperativas COOPMAS, ASPACS e ASPROBAL”.

 
A família Malveira & Barros , diante do suposto estado falimentar dos três complexos de beneficiamento de Castanha do Brasil (pequenos trabalhadores e trabalhadoras castanheiros seriam os mais prejudicados pela má gestão dessas empresas ao longo de mais de duas décadas. A maioria que trabalhava na COOPMAS continua com salários não pagos e o rombo junto a AFEAM chega amais de R$ 1 milhão, incluindo outras pendências já consideradas impagáveis.
 
 
Apesar da Cooperativa Mista Agroextrativista SARDINHA (COOPMAS, CNPJ 10.441.523/0001-27, presidida por Gerson Gomes) ter tido sua falência decretada ainda sob o comando de Antônio Malveira, atualmente a Receita Federal informa que a empresa é presidida por Gerson Falcão. O que não ocorre com a Associação dos Produtores Agroextrativistas da Colônia do SARDINHA (ASPACS, CNPJ 02.369.784/0001-55) e Associação dos Produtores e Beneficiadores de Produtos Agroextrativistas de Lábrea (ASPROBAL, CNPJ 48.883.30301/0001-37), são presididas por Marcikely Ferreira dos Santos e Gerson GALVÃO Gomes, respectivamente.
 
Ainda assim, por trás o controle e as decisões são tomadas pela mãe do advogado Tomás Gomes da Silva Neto, Sandra Maia Barros, ex-dono do Cursinho Centro da Física por tentativa de fraude no vestibular da Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Após ser preso, Tomás confessou que “age desde 2009, levantando suspeitas de fraudes em demais concursos estaduais”.
 
MISTER “M” TUPININQUIM – A Reportagem tentou contato através de inúmeros locais de trabalho onde se supunha o advogado e professor Tomás Gomes da Silva Neto pudesse manifestar sua opinião a respeito dessas acusações. Não foi possível, também, confirmar a informação de os pais, Antônio Malveira (em vida) e Sandra Maia Barros, pagaram cursos em faculdades de Direito e Medicina no exterior aos filhos com o dinheiro das cooperativas resultantes da venda de Castanha do Brasil. 
CHJ
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FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY

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