Ainda fora do Programa Brasileiro Nacional no Trânsito, a cidade de Lábrea, no interior do Amazonas - por sua dimensão física e crescimento desordenado - se notabilizou desde os últimos dezesseis anos, nesse aspecto, como "a mais violenta do trânsito da mesorregião amazonense do Purus".
Major/PM CANTANHEDE garante que intensificar a "fiscalização". o militar é considerado moderno.
Sobre o assunto, o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAM) não tem se manifestado a respeito do atual quadro de violência no trânsito. “O órgão não tem em seus quadros um profissional perito nem equipamentos para possíveis intervenções quanto a realização de blitzes, o que o faz recorrer à Prefeitura que aciona o comando local da Policia Militar”.

Acidentes ao longo da BR-230 são da competência da Polícia Rodoviária Federal (PRF)
Em meio à uma suposta e aparente inércia do órgão de controle e fiscalização do trânsito nos municípios amazonenses, apesar da insistência da reportagem em obter informações sobre recursos destinados à organização do setor na cidade de Lábrea, “a chefia local sempre desconversa e sai pela tangente”. Nesta quarta-feira (16) foram feitos novos contatos.

Atropelado enquanto se dirigia a escola. Mais uma vítima de intolerância no trânsito. Falta doer no bolso dos infratores.
De acordo com ex-chefe de setor do DETRAM local, em 2024, o Governo do Estado teria repassado R4 700 mil para investimentos da organização e sinalização do trânsito da cidade. “Para quê, Para Quem e Para Onde o dinheiro foi nenhuma autoridade esclareceu. O não investimento correto e transparente desses recursos, a ausência de sinalização (vertical e horizontal), “só fez aumentar os índices de mortes por motos, carros e veículos pesados”.

Ex-prefeito GEAN DE BARROS (MDB), flagrado embriagado (?) ao volante atropelou motoqueiro e escapa da prisão. Péssimo exemplo.
Diante desse quadro crítico, o Governo Municipal, apesar dos problemas no trânsito vir se arrastando desde as administrações anteriores, segundo bastidores, “os pontos críticos foram mapeados e irão, certamente, receber sinalização com a instalação de semáforos (sinal ou farol)”. Além disso, o DNIT já deu início de parte da sinalização da BR-230 em direção a cidade de Lábrea.

Modelo de semáforo aéreo implantado na Capital: Quem dirá que viu (perto ou distante) o "Alerta Vermelho" ?
SITUAÇÃO ATUAL - “Ninguém poderá negar que não houve um aumento vertiginoso no quadro da violência no trânsito da cidade de Lábrea” – nem mesmo oponentes da administração atual – “e que o caos tem nome e que foi multiplicado nas gestões de Evaldo de Souza Gomes e Gean Campos de Barros”, confidenciou policial reformado à disposição do Assembleia Legislativa do Estado (ALEAM).
Em uma visão geral sobre os últimos acontecimentos envolvendo o aumento da violência no trânsito nesta cidade do interior amazonense, acadêmicos de Saúde Pública e Engenharia Humanitária (radicados na Capital Manaus), com pais membros de uma Organização Social de Interesse Público (OSCIP-Lábrea/AM), afirmam que, “é que haja soluciona imediata para acabar com o número avassalador de mortes e de vítimas”.
Major/PM Manoel Cantanhede parte, nessa inicial, para campanhas abertas. Todavia, precisa de todos os atores das três esferas de poder no âmbito municipal, estadual e federal.
Segundo disseram, pesquisas demonstram que a violência no trânsito, também, em nossa cidade, “é um problema complexo que exige uma abordagem multifacetada, envolvendo a colaboração de diversos atores sociais”. Não é a Prefeitura, “o órgão responsável pelo controle e gestão do trânsito, e sim, o DETRAN”. Com relação ao município, o trânsito precisa ser totalmente municipalizado.
Em Lábrea, a solução de passar por campanhas massivas de educação, conscientização, fiscalização (apreensão, multa, pontos na CNH e criminalização de infratores), melhorias na infraestrutura da cidade e investimento em tecnologia, além de um comportamento mais responsável por parte de todos os usuários das vias públicas, acrescentaram acadêmicos de enfermagem e gestão pública com pais nascidos nas RESEX Ituxi, Médio Rio Purus, indígenas dos rios Paciá, Umari, Assuã, dos ramais e do cobiçado rio Mucuim.


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