HUMAITÁ (SUL DO AM) - A maioria dos Caciques e Tuxauas aldeados que fazem partes dos 38 Territórios Indígenas da mesorregião amazonense do Purus se diz preocupada com o avanço da pobreza e abandono das aldeias de suas regiões. Segundo eles, a saúde é o principal problema ainda não resolvido pelas coordenadorias regionais.

Cargo de Gestor da UTL continua vago. A presidente da FUNAI, Joenia Wapichana (REDE 18) ignora demandas dos Povos Indígenas de Tapauá/AM.
“Estamos sofrendo injustamente por descaso e incompetência dos gestores dos órgãos vinculados à saúde indígena no Amazonas”, é o que afirmam líderes dos povos indígenas mais afetado pela inércia nos atendimentos, tanto nas cidades de Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama, Tapauá e Beruri, áreas sob a jurisdição das Coordenadorias da FUNAI e Distrito Sanitário Especial Indígena (DESEI/SESAI).
Ex-chefa da UTL-Tapauá esnoba posse de bem público federal no TIK-TOK para seguidores. E nega atendimento à pacientes indígenas.
A manifestação ocorreu logo após a constatação da morte do cacique AMILKA JAMAMADI dentro das instalações da Casa de Saúde Indígena (CASAI) da cidade de Lábrea, segundo familiares, “por negligência médica causada por erro inaceitável de medicação”. O fato não chegou a sensibilizar os coordenadores da FUNAI e do DSEI, Samuel (demissionário, à época) e o empresário Rami Rachid SAID, apesar de informados, também de outros casos (Veja imagens).
Líder indígena denúncia descaso da FUNAI e condena desrespeito às decisões tomadas pelo Cacicado para posse de eleito para UTL de Tapauá
Po outro lado, os Caciques e Tuxauas, também, demonstraram incerteza quanto a apuração de possíveis desvios de recursos da saúde indígena e com o inchaço das folhas de pagamentos, aluguéis de prédios /, consumo de combustíveis, fornecimento de “quentinhas” a pacientes da CASAI e com o custo de combustíveis, locação de embarcações e aeronaves para o DSEI e Secretaria de Saúde Indígena (SESAI).

Joenia Wapichana, presidente da FUNAI faz coro com a FOCIMP, cala líderes indígenas que exigiram mudanças na UTL de Tapauá.
Para um grupo de Caciques e Tuxauas considerado mais esclarecido das aldeias de Canutama, Tapauá, Beruri, Lábrea e Pauini, “os coordenadores da FUNAI e DSEI indicados pelo ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB), deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Átila Lins (PSD) e senador Eduardo Brasil (MDB), “já deram o que tinham de dá e só olham para os salários milionários no final do mês”.

Rami SAAD contratou a irmã IVANA RACHID SAID com salário acima de R$ 10.000,00. Cacique AMIL JAMAMADI morreu na CASAI alegadamente "por erro medico". Ninguém foi preso.!
Enquanto os indígenas padecem com a infraestrutura precária das aldeias, com a falta de políticas pública de saúde, educação, habitação, translado de pacientes (geralmente mulheres, crianças e idosos em estado grave das aldeias às casas de saúde e hospitais) e o não acesso permanente aos programas sociais do governo.
É o que acontece com as aldeias Paumari da Ilha da Onça que continua com suas demandas não atendidas pela Coordenadoria Regional da FUNAI, nas áreas de saúde (não há ambulancha), educação (a escola ainda se encontra funcionando em condições precárias), obstrução de igarapés de acesso por conta da formação de pausadas (acúmulo de galhos de árvores no trajeto até a sede da aldeia), bem como na baixa qualidade dos serviços de energia (grupo gerador é obsoleto), de internet, sistema fitossanitário (esgotamento sanitário e doméstico), água 100% potável além na questão de transporte entre a aldeia e a cidade de Lábrea.

Rami SAID cortou a irmã IVANA RACHID SAID com salário acima de R$ 10.000,00. Cacique AMIL JAMAMADI morreu na CASAI alegadamente "por erro medico". Ninguém foi preso.!
Já a situação das demais aldeias habitadas por povos de diferentes etnias, nos territórios das aldeias localizadas nos território do município de Tapauá, os relatos feitos pelos Caciques e Tuxauas expressam, talvez, “a maior crise social, de saúde, saúde e de abandono provocado pela omissão e lentidão do Ministério e da Fundação Nacional dos Povos Indígena do Brasil em demandar as soluções domésticas”.
Cacique AMILKA em vida. DSEI/SESAI não esclareceram a motivação para a morte do indígena. Ninguém foi preso..
As críticas aumentaram na região às políticas implementadas pelo Governo LULA que este ano chega ao seu final sem fazer a demarcação de todos os territórios indígenas do Purus. De forma inusitada, a presidente da FUNAI, Joênia Wapichana (REDE), ignorou o novo Gestor eleito para a Unidade Técnica Local (UTL) de Tapauá.
A eleição de Geovan APURINÃ para o cargo foi direta, livre e democrática sob a coordenação da Associação de Caciques e Tuxauas do Município de Tapauá (ACTAM). Joênia foi acusada de “ceder às pressões do presidente da Federação das Organizações e das Comunidades Indígenas do Médio Rio Purus (FOCIMP) e Assessor da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), José Raimundo Pereira Lima (mais conhecido como Zé Bajaga).

-Indigenas são atendidos no Polo de Saúde da Prefeitura. FUNAI. DSEI/SESAI são acusados de omissão e lentidão, também, na área da saúde indígena
REVIRAVOLTA – Situação semelhante, também, aconteceu na Assembleia Indígena Terra CATITU, realizada no dia 10 de dezembro do ano passado. Possivelmente incomodada com perguntas e pedidos de falas das lideranças presentes ao evento, Joênia Wapichana, ignorou indígena de Tapauá que insistia em saber se o novo gestor da UTL de Tapauá seria empossado por ela.

Zé Bajaga, assessor da SESAI e presidente da FOCIMP, Caciques e Tuxauas o denunciarão ao COREN/COFEN e CRA-AM por não ser Enfermeiro ou Administrador. Ele só teria concluído apenas o Ensino Médio
E quanto João Neri pantoja-karipuna
é o que está atrapalhando atenção da saúde indígenas.
Erivelton Fernande do nascimentos-ap.
está contratado no lugar da advogada Maria do Carmo,recebendo pagamentos mensalmente quase 10 mil,sem grau de formação,no mínimo q ele têm,é ensino fundamental.
- Não vou te responder! Não vou te responder!, retrucou de forma ríspida a presidente da FUNAI.
Mais calma, apesar de os líderes indígenas vindos de outros territórios não terem podido se manifestar durante a assembleia, só terem “escutado os anfitriões, a presidente da Fundação, afirmou a indígena na saía do local que “só quando pararem as brigas”.
Ela se referia, provavelmente, aos questionamentos feitos por Caciques e Tuxauas que “não aceitam mais a interferência da FOCIMP e de brancos nos assuntos das aldeias, por não respeitarem suas decisões para que o Governo federal melhore a qualidade de vida de todos os povos”, assinalaram líderes indígenas locais.

Ministra Sônia GUAJAJARA (PSOL-MA), precisa instalar Comissão de Sindicância, concomitantemente, com os ministérios da Justiça e da Saúde, para pronta intervenção nas gestões da FUNAI e DSEI/SESAI para o Médio Purus.
ESCANDALO NO DSEI/SESAI VEM A TONA. Internautas não perdoam e entregam lista dos contratados.
Veja na galeria de imagens acima:


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