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Sabado, 16 de Maio de 2026

AMAZONAS - MUNICÍPIOS

PRESIDENTES DE ASSOCIAÇÕES DE MORADORES NA AMAZÔNIA E NO AMAZONAS, ENFIM, COMEÇAM A BOTAR A BOCA NO TROMBONE

E EXPÕEM SUPOSTOS PLANOS ILUSÓRIOS DA CASA PRÓPRIA FINANCIADOS POR INSTITUTO SOCIAL COM SEDE NO DISTRITO FEDERAL

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PRESIDENTES DE ASSOCIAÇÕES DE MORADORES NA AMAZÔNIA E NO AMAZONAS, ENFIM, COMEÇAM A BOTAR A BOCA NO TROMBONE
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MANACAPURU (SUL DO AM) – A presidente da Associação Instituto PICANÇO, Cristiana de Souza PICANÇO, entidade com suposta sede social no Distrito Federal (DF), vem sendo pressionada por associações de moradores da Capital Manaus e interior da Amazônia Brasileira, a entregar a essas entidade cerca de 100 a 200 mil habitações populares só no estado do Amazonas.

População dos municípios amazonenses esperam realizar o "sonho da casa própria"

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Considerada “marrenta, tupetuda e dissimulada” por oponentes, agora, dirigentes de associações filiadas ao Instituto PICANÇO, por ainda não terem sido contemplados pelos projetos anunciados desde 2019, supostamente, financiados por investidores estrangeiros, a líder da entidade, a autodenominada CEO Cristiana de Souza PICANÇO, continua sendo instada a prestar esclarecimentos sobre o assunto, mas, não seria encontrada na Capital Federal (Brasília).

Associações de Moradores consideradas "iludidas" resolveram botar a boca no trombone

O fato provocou reações negativas nas comunidades e entidades cadastradas para efeito do levantamento socioeconômico cujas referências, entre coleta de dados pessoais, foram tomadas como base o CPF dos dirigentes e CNPJ das empresas sociais encaminhados ao banco de dados administrados por supostos investidores no exterior.

Segundo informações, o Instituto PICANÇO chegou a funcionar em um prédio alugado por um curto espaço de tempo até que o proprietário do imóvel desalojasse a entidade alegando destrato no contrato “por falta de pagamento do aluguel”. Sobre o assunto, Cristiana de Souza PICANÇO nunca foi encontrada para se manifestar sobre essa acusação em um dos endereços divulgados por ela na Capital Manaus (AM).

Entidades filiadas querem saber "Para QUE, Para ONDE é Para QUEM foram esses bilhões de reais, supostamente, recebidos Pará financiar entre 100 a 200 mil casas rurais na Amazonia

O que sabe, até agora, é que há um longo histórico de promessas de envio de dinheiro internacional ao Projeto Humanitário PICANÇO, mas a CEO do Instituto, desde 2019-22, ainda não esclareceu aos associados – a maioria é residente e domiciliado no interior do Amazonas e na cidade de Jurity, região do Baixo Amazonas paraense – sobre recursos recebidos e/ou não depositados na conta da instituição.

Depois de "pomposo convite de adesão", o cantor paraense WANDERLEY ANDRADE saiu pela tangente. O cantor é influente, e teria matada a adesão e pretensão de Cristiana PICANCO.

https://www.tudoamazonia.com.br/uploads/arquivos/2026/05/doc1-1.pdf

- Projetos que o Indtituto não tirou do papel, apesar da "boa intenção da AAM em conceder votos de confiança na entidade dedicada no Distrito Federal (?).

As reclamatórias contra uma possível inércia e/ou omissão da responsável, a que a Reportagem teve acesso, é que “os recursos existiriam, mas, ora estariam em contas do extinto Banco BAMERINDUS, ora aguardando liberação pelo Banco Central do Brasil”, apontam bastidores da entidade que seriam responsáveis pela execução de projetos classificados como humanitários e sustentáveis como foco em pessoas em situação de vulnerabilidade social e pessoal na Amazônia.

Da Índia, as Associações não receberam nenhum aporte financeiro ou garantias de que investidores desse país, verdadeiramente, venham a honrar compromissos com os Projetos Humanitários, de Habitação. Segurança Alimentar ou Socioambientais.

Outra informação a respeito deste inusitado assunto foi prestada por fonte credenciada nos bastidores da ONG projetada por Cristiana de Souza PICANÇO quando ainda morava na cidade de Manacapuru. Disse a fonte que ela intencionava cursar Técnica de Enfermagem, mas que teria desistido. E reapareceu com “a ideia brilhante de ajudar famílias pobres”.

No Amazonas, revelou ainda a mesma fonte de informações, vários proprietários de terras foram contactados sem que “o dinheiro tenha aparecido para fechar os negócios que não avançaram por falta de fundos no caixa da entidade, à época”.

E continuou: “A maioria das tratativas foi suspensa e/ou anulada pelos proprietários por suposto destrato provocado pelo próprio Instituto PICANÇO que, até esta data, continua com os cofres vazios”, acrescentou a fonte que permanecerá oculta na reportagem. 

 Rosenay, presidente de Associação tornou-se porta-voz da entidade. Não retornou por anos as ligações da Reportagem

MODUS OPERANDI - Bolsonarista de carteirinha (veja imagem), a presidente do Instituto não entregou nenhum imóvel anunciado às associações atraídas por meio de palestras, entrevistas e lives protagonizadas sob a chancela de Cristiana de Souza PICANÇO. Apesar de investir na própria imagem através de chamamentos ao público em canais e plataformas digitais para manter-se em evidência, “o Instituto escapou das garras da CPI das ONGS, no Senado. pontuou a fonte dessas informações.  

A Assessora Rosenay anuncia compra de fazenda para a construção inicial de Mil casas. O negócio não foi fechado, segundo fonte do próprio Instituto PICANÇO, "porque os caixas da entidade continuam vazios".

Os encontros para captar adesões para esse fim, segundo garantiu a mesma fonte, com residência e domicílio no bairro Planalto, Zona Centro-Oeste e Manaus, “continuam acontecendo em cafés da manhã, almoços em restaurantes e hoteis de luxo da Capital amazonense, na Amazônia e fora do país com foco na atração de recursos para que Cristiana de Souza PICANÇO toque seus projetos”.

- Infelizmente, nenhum projeto foi concluído até esta data, garantiu fonte.  

Apesar das pressões dos presidentes de Associações de Moradores e setores da imprensa amazônica, ainda assim, Cristiana de Souza PICANÇO resiste em apresentar os extratos bancários dos depósitos das transferências dos fundos garantidores para a entidade que preside. Ela, costumeiramente, anuncia em reuniões com comunitários, prefeitos dos municípios e autoridades de governos, que “os recursos logo serão liberados, mas ninguém viu a cor dos Euros, Rúpia indiana, Florin, Escudo, Dólares ou os Reais advindos de Acordos Técnicos e Financeiros com governos dos estados brasileiros”.

A fonte disse ainda que Cristiana de Souza PICANÇO costuma dizer em reuniões, Worshop e plenárias com potenciais investidores, que “os recursos que recebemos são destinados a projetos humanitários e sócios ambientais para emprego do Instituto na Amazônia nas áreas de habitação, alimentação, reflorestamento, educação e saúde”. E que as maiores tratativas já teriam sido firmadas com investidores indianos, norte-americanos, canadenses, holandeses, australianos e europeus (Países Baixos: Holanda, Bélgica e Luxemburgo), acrescentou a mesma fonte.  

Cristiana Picanço, apesar de não ter apresentado graduação em alguma área acadêmica, como Enfermagem e/ou Administração de Empresa, segundo pessoas familiarizadas com sua rotina de trabalho no Amazônia, no país e no exterior, “ela é muito envolvente e conseguiria tudo o quer com homens de negócios”. Uma das áreas previstas para construção das casas ela focou na Fazenda Santa Rosa, de propriedade de Edney Marques Ricardo, localiza-se na Estrada Manoel Urbano, km 13, ramal do Caldeirão, km 05, no município de Iranduba, Amazonas.

Na suposta propriedade, inicialmente seriam construídas cerca de mil unidades (sendo 200 unidades para cada Asociação filiada, de um total de 100 a 200 mil estabelecidas para todo Estado do Amazonas com bse no termo de cooperação com a Associação Amazonense de Municípios (AAM), em que a população de 62 municípios seria contemplada pelo Projeto Humanitário PICANÇO (PHP-2022-26) De acordo com informações, é reconhecida como um santuário ecológico e centro de educação ambiental, com atividades voltadas para produção sustentável (Veja imagem). 

A Reportagem, nos últimos três anos, tentou contato com o Instituto PICANÇO através assessora direta da presidente Cristiana de Souza Picanço, Rosenay Correa Barros (Presidente da Associação dos Moradores da Vila Marinho, ASMOVIM), através do número 92 9113..33, mas, as ligações e mensagens não foram atendidas.

O QUE É O I.PICANÇO – A Associação Instituto Picanço (AIP) é uma organização sem fins lucrativos, com sede em Brasília/DF e fundada em 2021, focada em projetos humanitários e socioambientais na região Amazônica. A entidade atua nas áreas de habitação, alimentação, reflorestamento, educação e saúde. Segundo informações, foi signatário e de um suposto convênio milionário com os governos Wilson Lima (UB) e Jair Bolsonaro (PL) na área da saúde pública, pesquisa e segurança alimentar, este advindo do Ministério de Desenvolvimento Social e da Família ocupado pela atual senadora Damares Alves.

Das Principais Atividades e Informações:

  • Foco Regional: Desenvolve ações voltadas para a sustentabilidade e melhoria de vida na Amazônia.
  • Projetos de Habitação: A instituição busca recursos para a construção de casas. Em 2023, houve registros de projetos habitacionais em conjunto com a Associação Orquídeas.
  • Investimentos Internacionais: A instituição busca financiamento externo para projetos de impacto social.
  • Gestão: Cristiana de Souza Picanço atua como presidente/CEO da instituição.

Atuação Social: Atua na defesa de direitos sociais e promoção de melhorias sociais na região, conforme informações da Serasa Experian (Para acompanhar as ações, a entidade utiliza redes sociais, como sua página no Facebook e no canal pessoal da Presidente Cristiana de Souza PICANÇO em outras plataformas digitais, via www.institutopicanco.org)

  • Dentro das exigências legais, a Associação Instituto Picanço (AIP) trata-se de uma Organização sem fins lucrativos dedicada a Projetos Humanitários e Socioambientais, Pesquisa, Habitação, Alimentação e Reflorestamento e pode ser acessado também pelo endereço www.institutopicanco.org

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS – A Reportagem se encontra na cidade de Manacapuru, conhecida como a "Princesinha do Solimões", situada à 

margem esquerda do Rio Solimões, no Amazonas, integrante da Região Metropolitana de Manaus

, para entrevistar algumas famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. Parte dos familiares da presidente do Instituto PICANÇO, também, pela entrevista.

N.R: O espaço continua aberto para manifestação da sra Cristiana de Souza PICANÇO, ainda, não encontrada na sede da entidade em Brasília (DF) e em Manaus (AM).

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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