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Sabado, 27 de Junho de 2026

LÁBREA - AM

ESCOLAS RIBEIRINHAS DO RIO UMARI E AO LONGO DOS RAMAIS DA BR-230 CORREM RISCO DE DEIXAREM ALUNOS FORA DA SALA DE AULA

Segundo os pais de alunos, “aqui, sempre fomos esquecidos pelos prefeitos”.

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ESCOLAS RIBEIRINHAS DO RIO UMARI E AO LONGO DOS RAMAIS DA BR-230 CORREM RISCO DE DEIXAREM ALUNOS FORA DA SALA DE AULA
Escola na Comunidade UMARI, sem condições de funcionamento desde 2017-24
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BR-230 (SUL DO AM) – Sem transporte adequado e merenda de baixa qualidade por longos oito anos, além de escolas em estado de destruição permanente, pais de alunos da rede municipal de ensino de zonas rurais em Lábrea, lançaram um forte apelo ao prefeito Gerlando Lopes (PL) intervenha na situação o quanto antes.
Apesar do estado crítico avançado, a escola da comunidade do Rio Umari, é um dos exemplos críticos da rede municipal. O prédio não tem condições de funcionamento, muito menos para iniciar o calendário escolar deste ano.
 
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Segundo os pais de alunos, “aqui, sempre fomos esquecidos pelos prefeitos”. A última aparição do pessoal da SEMED “foi para pedir votos aos candidatos apoiados pelo ex-prefeito e ao ex-secretário de Educação, Gean Campos de Barros e Jesus Batista”, respectivamente.
Além dessa escola, outras localizadas ao longo da BR-230, precisam ser reconstruídas já que os prédios já não apresentam nenhuma condição de funcionamento. “É um nosso direito chamar a atenção das autoridades”, afirmaram pais de alunos cujas identidades continuarão ocultas.
 
Na gestão passada, escolas com acesso pela BR-230 e por via fluvial às comunidades ribeirinhas sob a responsabilidade do município, “funcionaram em condições precárias”, se queixaram pais de alunos. Segundo disseram, “esperamos, agora, que o prefeito Gerlando Lopes, se sensibilize com nossa situação e determine ao Secretário Carlos Galvão que faça visitas às nossas escolas”.
 
A continuar tal situação em 2025, de acordo com ex-professores sob contrato emergencial “os estudantes podem ficar fora das escolas caso providências não sejam tomadas pela SEMED”. Em 2024, alunos e professores, foram transportados pôr canoas improvisadas e a merenda foi servida a base de suco artificial, com bolacha moída do BRÁS, reclamaram pais de alunos à reportagem à beira do Rio Umari.
 
FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY / NBONEWS
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HENRIQUE FERRAZ

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