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Sabado, 06 de Junho de 2026

Policial

DEPOIS DA CHACINA DO SERINGAL SÃO LOURENÇO, O SUL DE LÁBREA COM BOCA DO ACRE VOLTAM A PEGAR FOGO COM MAIS 4 MORTES E TRÊS FERIDOS GRAVEMENTE POR USO DE METRALHADORA

COM PISTOLEIROS SENDO PROCURADOS EM TRÊS ESTADOS DA AMAZÔNIA

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DEPOIS DA CHACINA DO SERINGAL SÃO LOURENÇO, O SUL DE LÁBREA COM BOCA DO ACRE VOLTAM A PEGAR FOGO COM MAIS 4 MORTES E TRÊS FERIDOS GRAVEMENTE POR USO DE METRALHADORA
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AMAZÔNIA (AM) – Um dos principais questionamentos apresentados  por  comunidades impactadas sucessivamente com mortes absurdas de trabalhadores rurais e assentados do INCRA “é quando o Governo LULA e o Judiciário nacional irá parar com esse tipo de carnificina no campo Amazônia e, especialmente, no Sul do Amazonas e no Meio Oeste do país”.

15ª Superintendência tem histórico de "informar ao DPF sobre assassinatos de assentados em PA's". Tornou-se ré em vários processos. Nas chacinas do Seringal São Lourenço, da Fazenda Rondônia (antiga Shalon) e agora, em dois episódios com mortes e feridos gravíssimos, a Unidade de Humaita é acusada de "inércia, omissão e procrastinacao" por não informar a PF/MPF nem de oferecer pedido de intervenção no Sul de Lábrea ao presidente da República.

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O avanço das ocupações ilegais de terras públicas da União nos estados do Mato Grosso, Rondônia, Pará, Amazonas e Acre vem se escalando desde os anos 2019-26. O epicentro, segundo informações tiradas em Unidades de Gestão do INCRA espalhadas na Amazônia, “tem mostrado toda a incompetência dos órgãos de controle em aprofundar as investigações”, aponta Antropólogo que se diz ameaçado, como aconteceu com o indigenista Apoena Meirelles, em Rondônia e Chico Mendes, no Acre.

 Esse militar foi alcançado pela ação conjunta da Corregedoria-Geral do TJAM/Polícia Federal e órgãos de controle da União sobre sua suposta participação na venda de proteção à pecuáristas, juntamente com colegas acrianos. Acusado, negou que se encontrará foragido.

O Estado rondoniense, apesar das negativas apresentadas pelo Governo do Estado e setores comprometidos com os negócios do Agro violento, “continua sendo a principal porta de entrada de criminosos oriundos do Sul, Sudeste e do Meio Oeste brasileiro especializados com atividades do narcotráfico, a indústria da invasão e organizações criminosas vinculadas”.

 Presença da Polícia Federal no Sul do Amazonas é pedida faz tempo. Com a implantação da Delegacia (Núcleo) do DPF-AM em Humaitá, "falhas, omissões e inércia" atribuídas a outros órgãos federais pode acabar. A medida é urgente, apelam familiares de vítimas de crimes de pistolagem no Sul do Amazonas.

Além do interlocutor que atua na rede privada de universidades – da pública teve que abandonar a cadeira por questão de segurança depois de algumas manifestações contundentes apresentadas em audiências públicas na cidade de Vilhena. Segundo disse, ‘“nós da Amazônia, de Rondônia, Amazonas Acre do Pará vivenciamos o que tínhamos que testemunhar em genocídio, chacinas e até feminicídios ainda impunes (Reportagem completa sobre o atípico agronegoTÓXICO na Amazônia Brasileira e de fronteira). 

 Incra de Humaitá autorizou corte de terras  na região do Igarapé ARARA, Sul de Canutama, por suposta do ex-chefe da Unidade de orenkme LUCAS (atualmente, em APUI). No mesmo dia, 3 trabalhadores foram assassinados nas fundiárias da antiga Fazenda Salomé, atual Fazenda Rondônia. Os corpos nunca foram encontrados. O MPF federalizou o caso e nunca mais se manifestou.

Como Chico Mendes, Apoena Meirelles e outras vítimas dos massacres de Itumbiara (Goiás, terra governada pelo presidenciável Ronaldo Caiado) e Corumbiara, em Rondônia, governada pelo ex-senador Waldir Raupp, tendo como senadores da base no Congresso, Amir Lando e Confúcio Moura (MDB)  após serem expulsos do Vale do Guaporé, “as bandas podres conhecidas de grileiros, fazendeiros e madeireiros ocuparam a então pacata Ponta do Abunã, na divisa com povoados no lado amazonense, acreano e boliviano, este pela região do Rio Mamu”.

Testemunhas da tragédia no PA MONTE já estão em segurança em outro Estado. Segundo informas, um dos pistoleiros teria sido reconhecido depois de usar a metralhadora com "habilidade profissional". Fontes afirmam que as supostas testemunhas só falarão a Polícia Federal e devem encaminhar os casos ao conhecimento do STF, via DINO.

Em menos de seis meses, tempo o bastante para a instalação do novo complexo madeireiro rondoniense exaurido totalmente no Vale do Guaporé, “num segundo após, em terras da União, começaram os conflitos agrários com o aparecimento de corpos de nativos em varadouros, carreadores, ramais e boiando nos rios Kuruquetê, Iquiri e Ituxi, no lado amazonense do Sul do Estado”, conta a fonte.

 Na tela, a ex-chefa do Cartório de Registro de Imóveis e Civil da Comarca de Lábrea. Foi devidamente afastada do cargo pela Corregedora-Geral do Tribunal de Justiça do Amazonas.

Em linhas gerais, as autoridades policiais e do Judiciário sabem muito bem “onde ficam os ninhos dos pistoleiros contratados por uma tabela de preços”, assim como, se faz uma lista de compras da feira de casa. A maioria desses “matadores atrás do tôco” seria originária do Nortão do Mato Grosso, Norte mineiro, entre eles, capixabas, nordestinos e bolivianos faccionados residentes a partir do Oeste de Rondônia.

 Tiros de precisão. O atirador suscita suspeita de que seja policial militar, segundo testemunhas que já estariam fora da região. O Portal vai relatar outros fatos que chegaram a Sucursal.

O Amazonas, o número de extrativistas, ativistas agrários, ambientais, indígenas e outros ligados ao combate a expansão do latifúndio no Sul do Amazonas que atuam na tríplice divisa de Rondônia, Amazonas e Acre, mais que triplicou em menos de duas décadas, apontam estudos independentes.

 Era boa gente, disseram moradores de Boca do Acre. A vítima construiria uma casa num lote do PA MONTE. Os feridos iriam com o mesmo propósito. Boca do Acre um lugar "apinhado de pistoleiros". Mataram um advogado, o caso foi esquecido.

Os dados oficiais que atestariam o número exato e/ou aproximado, desde os massacres de Corumbiana no Cone Sul de Rondônia, do Seringal São Lourenço e da antiga Fazenda Rondônia (do quilômetro 42 ao 45 da BR-319, no Amazonas), “circulariam em centros reservados do próprio agronegoTÓXICO”, vez que o crime sem cadáver não é considerado crime” - o que faria com que potenciais mandantes sejam inocentados, continuem operando nos bastidores e apenas condenados os pistoleiros presos. 

Flagrante das vítimas da "ordem dada por LUCAS", então, chefe da Unidade fo INCRA em Lucas numa das dependências do órgão. Na sequência foram assassinados e os corpos não foram entregues as famílias.

SITUAÇÃO ATUAL – Em menos de trinta dias, mais três assassinatos foram registrados com requintes de violência suprema abalaram os campos amazonenses do Sul do município de Lábrea, na divisa com os estados de Rondônia e o Acre, na aproximação com o antigo circuito de chacinas localizado nos biomas da Ponta do Abunã, Sul de Lábrea e a cidade de Boca do acre.

  • Vítimas do ataque de pistoleiros no PA MONTE. (Divulgacão).

Tudo isso num período de quinze dias atras, três trabalhadores rurais na condição de futuros assentados em projetos do INCRA (Reforma Agrária Nacional) residentes na região próxima as estradas que levam à fazendas em terras da União foram mortos “sem pena e piedade”. Anteriormente, o extrativista EDIR foi assassinado cruelmente com cerca de 19 tiros dentro de sua propriedade - já há tempo “cobiçada por dois madeireiros à solta da Vila Kuruquetê”.

Os supostos, segundo informações de setores religiosos inconformados com o aumento da matança de pequenos proprietários de castanhais e madeiras-de-lei, “os principais suspeitos deixaram a localidade dois das antes do trágico acontecimento”, como quem já está especializado nesse tipo de álibi caso sejam presos por ordem da Justiça Federal.

Enquanto isso, na quinta-feira (4), pistoleiros emboscaram quatro trabalhadores na localidade “Vila Caquetá”, Ramal Monte, no Sul do município de Lábrea divisa com Boca do Acre, área de intensos ataques atribuídos a pistoleiros supostamente a serviço de grileiros, madeireiros e fazendeiros suspeitos que cobiçariam terras da União já ocupadas por beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA).

O extrativista Edir B. De Freitas, foi abatido por pistoleiros que teriam partido da Vila KURUQUETE, dentro dos seus castanhas. 2 suspeitos dessa vila podem ser investigados..

O local do crime é conhecido por “As Trezentas”. Trata-se, segundo testemunhas, de uma referência às mais de 300 famílias beneficiadas do Projeto de Assentamento MONTE (PA MONTE). A região é minada por conflitos de terras da União, com predominância de atividades da grande pecuária, complexos madeireiros e especulação imobiliária rural advinda dos lados rondonienses e acreanos.

 A Promotoria Pública (MPE-AM) é Polícia Civil não divulgaram se instauraram Inquérito e/ou procedimentos para investigar os crimes.

Morreu ainda no local a tiros de metralhadora – arma de uso restrito de órgãos da segurança pública e das Forças Armadas brasileiras – o sexagenário Márcio Rogério Barbosa. Saíram gravemente feridos, Ramon Silva Macedo, 36, Cleiton de Oliveira, 40 e Antônio Lima, de 48. As vítimas foram socorridas e levadas a um hospital da Capital acreana.

CRIMES RECORRENTES – Nesta região é o segundo ataque que acontece por ação de pistoleiros fortemente armados agindo, ora de cara limpa, ora usando balaclava. Na ação, três pessoas foram assassinadas e agora, Márcio Rogério Barbosa, mais conhecido como “Paulistão”. Ele foi metralhado dentro da caminhonete com mais três ocupantes, justamente, na data que é comemorada o “Dia de Corpus Christi (04.06)”.

Depois da “chacina do Seringal São Lourenço”, os dois ataques com mortes e feridos gravíssimos por arma de grosso calibre no PA MONTE entraram, segundo fontes policiais de âmbito federal, “para o histórico de violência e conflitos fundiários no Sul do município de Lábrea”.

A região é marcada por intensa disputa de terras da União por grileiros, madeireiros e pecuaristas que tentam usurpar “bens da União já com famílias de nativos seculares as ocupando, mansa e pacificamente”. Outro episódio gravíssimo ocorreu o Ramal da Forquilha, onde pai e filho pecuaristas foram acusados de ocuparem, ilegalmente, terras da União com uso de documentação suspeita averbada pelo Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Lábrea (a tabeliã Luciana Cruz Barronca e um tenente da Polícia Militar foram autuados e afastados das funções).

As vítimas das ações dos grupos de pistoleiros, segundo entidades civis organizadas e nos anais abertos ao público do Ministério da Justiça e Segurança Pública do Governo Federal, sempre teve como alvos seringueiros, castanheiros, pescadores, posseiros e indígenas que tentam resistir a desocupação das propriedades devido a riqueza da Fauna e Flora pelo uso da pistolagem ou decisões estaduais fora do contexto do patrimônio da União”.

Essa informação foi obtida pela Reportagem em caráter reservado durante a realização de atendimento aos cidadãos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em ações de regularização fundiária no Amazonas por meio do programa Solo Seguro Amazônia Legal.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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