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Segunda-feira, 09 de Marco de 2026
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Grupo que matou Zampieri cobrava R$ 250 mil para matar ministros do STF; gente comum morria por R$ 50 mil

Conforme a Polícia Federal, os valores para cometer assassinatos variavam conforme o "status político" das vítimas.

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Grupo que matou Zampieri cobrava R$ 250 mil para matar ministros do STF; gente comum morria por R$ 50 mil
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O chamado “Comando C4 – Comando de Caça Comunistas, Corruptos e Criminosos”, formado pelos responsáveis pela morte do advogado Roberto Zampieri, em Cuiabá, cobrava para espionar e cometer assassinatos conforme o "status político" das vítimas.

De acordo com documento encontrado pela Polícia Federal, os valores variavam de R$ 50 mil até R$ 250 mil. Veja o detalhamento:

- Figuras normais: R$ 50 mil
- Deputados: R$ 100 mil
- Senadores: R$ 150 mil
- Ministros/Judiciário: R$ 250 mil

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O documento ainda descreve os “setores” do grupo, com administrativo e inteligência, além de descrever as armas, os veículos e os equipamentos de comunicação usados pelo grupo.

documento comendo c4

Entre o armamento que o documento dá a entender que estaria à disposição do grupo, constam:

  • 5 fuzis
    - 15 pistolas com silenciador
    - munição
    - lança rojão tipo AT 34 de ombro
    - minas magnéticas e explosivos com detonação remota
    - 2 fuzis com lançadores de dardos (tipo captura de animais)

Ainda havia custos com a “utilização de garotas e garotos de programa” como iscas e “material de disfarce”, como perucas e bigodes. Além disso, são citados veículos que permitem uso de snipper e cinco carros com placas frias.

Presos em operação

A 7ª fase da Operação Sisamnes, deflagrada nesta quarta-feira (28), prendeu Aníbal Manoel Laurindo, Luiz Caçadini, Antônio Gomes da Silva, Hedileverson Barbosa e Gilberto Louzada da Silva.

Segundo as investigações, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o executor. Já Hedilerson Fialho Martins Barbosa como intermediário e dono da arma utilizada e o fazendeiro Aníbal Manoel Laurindo, apontado como o mandante.

A participação de Gilberto Louzada ainda é investigada.

FONTE/CRÉDITOS: APARECIDO CARMO DO REPÓRTERMT
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HENRIQUE FERRAZ

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