A recente mudança na Lei da Ficha Limpa trouxe de volta à cena política de Rondônia um dos nomes mais conhecidos do estado: Ivo Cassol. O ex-governador, que até então estava impedido de disputar eleições, agora tem caminho livre para concorrer ao Palácio Rio Madeira em 2026. A novidade já provocou movimentações importantes no tabuleiro político, entre elas a retirada de Adailton Fúria da corrida pelo governo, já que o atual prefeito de Cacoal declarou apoio à candidatura de Cassol.
Com essa decisão, Cassol ressurge como um dos favoritos, amparado não apenas pela memória de suas gestões passadas, mas também por sua habilidade em articular alianças regionais. O apoio de Fúria é estratégico, já que o prefeito tem base consolidada na região central do estado e vinha construindo uma candidatura competitiva.
O cenário para 2026 ganha contornos mais definidos. Além de Ivo Cassol, outros nomes já surgem como potenciais candidatos ao governo de Rondônia:
O pleito de 2026, portanto, caminha para ser um dos mais competitivos da história recente de Rondônia, com velhas lideranças retornando e novos nomes tentando se consolidar. A volta de Cassol ao jogo recoloca em pauta a força do “cassolismo” no estado e promete esquentar as articulações nos próximos meses.
A candidatura de Confúcio Moura é considerada fraca pela grande maioria dos analistas políticos do estado, uma vez que o ex-governador tem apoiado incondicionalmente o governo do PT e o presidente Lula, e como todos sabem, 70% do eleitorado de Rondônia é de direita.
Os demais possíveis postulantes em sua grande maioria são todos da capital, Hildon Chaves, Fernando Máximo, Sérgio Gonçalves e o candidato de Marcos Rocha que ainda não foi definido, dividirão os votos da capital, e nenhum deles tem forte penetração no eleitorado do interior.
Devido a estes fatores a candidatura de Ivo Cassol é tida como uma das mais fortes no atual cenário.

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