MANAUS (AM) - “Violência policial, com casos escabrosos, envolvendo agentes do Estado do Amazonas já não surpreendem mais o contribuinte comum”, esse é, pelo menos, o pensamento da maioria dos familiares de vítimas substanciais de parte de policiais amazonenses (militares e policiais civis) que mataram, ameaçaram e/ou estupraram suas vítimas e que foram condenados por esses crimes, na Capital e no interior do Amazonas.
Políciais também são dignos de "elogios". Mesmo em caso de pequena repercussão da aplicação da lei.
A participação da parte maior de agentes do Estado amazonense – já presos e condenados - responde por diversos crimes que, pela formação que tiveram, não poderiam ter sido alcançados pelo Judiciário. Na Polícia Militar, por exemplo, “por terem sido adestrados através de princípios inerentes aos ensinados nas Forças Armadas brasileiras, por essas circunstâncias, “violaram as regras e cometeram crimes horrendos arranhando, cada vez mais, a imagem da briosa Polícia Militar do Estado”.

No Purus, também tem magistrado investigado pelo CNJ. A advogada Maria Antônia Agonso, passeia em Lábrea leve, livre e a solta. Os prejuízos ficaram com herdeiros da venda de Crédito de Carbono no Médio Purus" Milhões de dólares podem ter sido "evaporados". Senhor da "aplicação da lei", poucos cidadãos conhecem ou ensejam trilhar esse caminho em busca da manutenção dos seus direitos constitucionais". Por que será?
- Aos Ex-infantes militares desavisados, por sinal, que arranharam a imagem da PM do Amazonas desde então preservada a mais de um século, deveriam saber que as polícias militares estaduais são forças auxiliares do Exército Brasileiro e não uma polícia judiciária, aduziu conhecido sociólogo amazonense que permanecerá com a identidade oculta ao temer represálias.

A Lei alcançou esse advogado. Outros estão a solta no interior fo Amazonas - por crimes semelhantes.
De pronto, com de acusados e presos nos quartéis espalhados pelo país, de uma forma ou de outra, condenados se igualam a bandidos mais perigosos reportada pela crônica policial nacional. Agora detidos, presos e estão condenados pelo Judiciário. “Nesse contexto, a semelhança os igualam aos fora da lei, com a diferença de que militares e policiais civis criminosos cumprem penas em unidades diferenciadas”, diz a fonte.

Dinheiro, muito dinheiro, cartões de créditos e do bolsa família continuam em profusão em poder de conhecidos "agiotas" no interior do AM.
- Não deveriam estar atrás das grades, pois, têm a imagem delituosa, a mesma apresentada aos olhos de uma Justiça que aplica implacavelmente a lei brasileira a bandidos comuns, agora, puniu agentes do Estado alvos de operações, também, da Polícia Federal, acrescentou o interlocutor.

Crimes insolúveis sem respostas. Os circunstanciais aparecem. Nem todos motivam a condenação dos acusados.
Apesar das controvérsias, o Ministério Público e o Judiciário do Amazonas têm obtido condenações inéditas em desfavor de policiais e agentes públicos. No campo estadual, o Governo Estadual - de forma errática – tem promovido habitualmente parte do plantel do comando policial acusada de crimes (circunstanciais e/ou hediondos); “como dando um recado que ã vida do cidadão comum não importa para os governos de plantão”.
Esses “maus policiais” denunciados (mesmo que não condenados), apesar de afastados das ruas, com dívidas pesadas com a sociedade civil amazonense, mesmo acusados de “agressão, ameaça, assassinatos, extorsão, tráfico de drogas, venda de proteção policial ou agiotagem nas ruas - outros claramente por feminicídio chegam a ser promovidos, alguns sobem de patentes. Todavia, sob argumento de pseudo-heroísmo chegam a ser homenageados com medalhas, honrarias legislativas incluindo condecorações alusivas às celebrações afetas ao Dia de Tiradentes (Auferes Joaquim José da Silva Xavier, Patrono da Polícia Militar no Brasil).

Produtos de crimes ambientais onde são armazenados? ICMBio, IBAMA e policiais envolvidos nunca revelaram. Ao menos no Purus.
- Na verdade, após julgados, muitos policiais considerados bandidos têm perdido a farda e entregues à Justiça, por meio da Polícia Civil, reconheceu o sociólogo em questão que confessa ter perdido um parente e amigos por conta da violência policial no Amazonas.
Corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e crimes do colarinho branco ao que parece não tem "sensibilizado os órgãos de controle". Por que será, gente?
Dados em abertos confirmam, no entanto, que foi nos governos de Amazonino Armando Mendes, Eduardo Braga, Alfredo Nascimento e mais recentemente, no de Wilson Lima (União Brasil), segundo oficiais aposentados que se consideram “discriminados por nunca terem assumido o comando-geral da PM amazonense, apesar de antigos e se sentindo a bola da vez”, que agentes públicos da segurança estadual receberam honrarias e promoções invejáveis e condenáveis por matar nas ruas, indiscriminadamente”, revelaram eles.

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ROTA DE CRIMES ANTES ESCONDIDOS? - Atualmente, há registros de que policiais militares do Amazonas investigados ou condenados por crimes graves continuam vinculados à corporação, mas o governo estadual também tem anunciado promoções em massa por critérios técnicos e de tempo de serviço.
SOBRE SITUAÇÃO CONHECIDA - Prisões e Condenações: Em novembro de 2025, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) condenou por unanimidade oito agentes públicos, incluindo policiais militares, por envolvimento em um esquema de tráfico de drogas, com penas de até 17 anos e a perda oficial de seus cargos.
- Investigados na Ativa: Em setembro de 2025, o Portal G1 informou que mais de 50 PMs estavam presos por crimes como homicídio e ameaça, mas muitos ainda recebiam salários da Secretaria de Segurança Pública por não terem sido julgados definitivamente.
- Pacote de Promoções em 2026: Em abril de 2026, o Governo do Amazonas anunciou a promoção de 713 militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Essas promoções são geralmente baseadas em critérios de antiguidade e merecimento, conforme a Lei nº 1.116/1974 e novas diretrizes da Lei Orgânica das PMs.
- Casos de Homicídio: Recentemente, em abril de 2026, a Justiça decretou a prisão preventiva de policiais envolvidos na morte de um jovem de 19 anos em Manaus, após imagens de câmeras desmentirem a versão oficial da ocorrência.
Embora ocorram promoções coletivas, a legislação militar brasileira prevê que militares condenados judicialmente com trânsito em julgado por crimes infamantes devam ser expulsos da corporação. Críticas de órgãos como o Ministério Público do Amazonas reforçam a necessidade de rigor na apuração dessas condutas para evitar que criminosos ascendam na hierarquia.
DEU NA MÍDIA - Policiais e servidores do AM são condenados por tráfico de drogas e perdem cargos
A decisão foi unânime na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), em julgamento realizado no último dia 20 de outubro.
Por g1 AM — Manaus
01/11/2025 09h11 Atualizado há 5 meses
- Oito agentes públicos do Amazonas foram condenados por envolvimento em um esquema de tráfico de drogas.
- As penas variam de nove a 17 anos de prisão em regime fechado, além da perda dos cargos.
- A decisão foi unânime na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), em julgamento realizado no último dia 20 de outubro.
Material foi encontrado no município de Novo Airão. —

Novo Fórum na Comarca de Lábrea vai aproximar, cada vez mais, o Judiciário do cidadão. O Juiz Michael Mattos é considerado o maior entusiasta deste empreendimento inédito para os jurisdicionais. E irá acontecer, ainda, na gestão do DESEMBRGADOR presidente do TJAM, JOMAR FERNANDES - que recebeu todo o apoio possível da atual gestão municipal.
Oito agentes públicos do Amazonas foram condenados por envolvimento em um esquema de tráfico de drogas. As penas variam de nove a 17 anos de prisão em regime fechado, além da perda dos cargos. A decisão foi unânime na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), em julgamento realizado no último dia 20 de outubro.

Ao todo, onze pessoas foram condenadas no processo, que teve como relator o desembargador Jorge Lins. Segundo o Tribunal, os réus usaram a estrutura do Estado para facilitar a atuação de uma organização criminosa voltada ao tráfico.
Condenação após recurso do MP - Os condenados haviam sido absolvidos em primeira instância, sob a justificativa de que houve quebra da cadeia de custódia das provas. O Ministério Público do Amazonas (MP-AM) recorreu, e o TJ-AM reformou a sentença.
O colegiado entendeu que a decisão anterior se baseou em “excessivo formalismo” e que as provas reunidas eram suficientes para confirmar os crimes.

Flagrante de violência policial tem adolescente e tentativa de morte a Oficial da Marinha Brasileira.
“A quebra da cadeia de custódia não invalida automaticamente as provas, se não houver prejuízo efetivo”, afirmou o relator, desembargador Jorge Lins.
CORPORATIVISMO PERDEU! Situação semelhante tem ocorrido com policiais militares condenados e/ou sob custódia que fugiram da cadeia militar. A fuga resultou na perda da farda e da patente de um oficial responsável por ordem do Tribunal de Justiça (TJAM).
De acordo com o relator do processo, Desembargador Jorge Lins, “confissões, laudos, vídeos e depoimentos comprovam a participação dos condenados no esquema criminoso”. Outros dois acusados foram absolvidos por falta de provas.
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Perda do cargo público - O Tribunal de Justiça do Amazonas também, determinou a perda do cargo para os oito agentes das forças de segurança do Estado. “Os réus usaram a estrutura e a autoridade conferidas pelo Estado para facilitar o tráfico de drogas, traindo a confiança da sociedade e das instituições que representavam”, afirmou o relator.
Nesse caso, Lins destacou ainda que “as condutas dos agentes macularam a imagem da segurança pública e tornaram “incompatível” a permanência deles no serviço público.
CASO DO OURO COBIÇADO - O processo é um desdobramento da Operação Guilhotina, deflagrada em 2021, que revelou o envolvimento de agentes públicos em um esquema de transporte e ocultação de drogas entre Manaus e Manacapuru.
Na época, dois policiais civis foram presos suspeitos de furtar parte da droga apreendida de uma marmoraria em Manaus. As investigações apontaram que o material foi levado em viaturas descaracterizadas até um sítio em Novo Airão, onde foi encontrado.

Major PM Manoel CANTANHEDE é considerado um agente da segurança pública de âmbito moderno. Tem ido às comunidades, periodicamente, e contribuído para reduzir índices de "criminalidade em todos os niveis".
RECORRÊNCIA CONTUMAZ - Crimes de agiotagem não são apenas privilégio dos municípios do interior e das capitais do Norte, Nordeste e do Centro-Oeste brasileiro.
As prisões de suspeitos, quando determinadas pela Justiça, após investigações do Ministério Público Estadual e/ou Federal viraram rotina diante da suposta complacência de algumas autoridades brasileiras, incluindo não prisão de policiais, empresários e narcotraficantes, “de criminosos que continuariam agindo por trás do jogo do bicho, sorteios protagonizados por influenciadores (?), do já visível narco do Sul, do Sudeste e do Mato Grosso que agiria dentro do agronegócio da soja, bovino, madeireiro, mineral, imobiliário, do crédito de Carbono e de parte da indústria farmacêutica de remédios sem eficácia e ilegais além do não combate efetivo das casas de apostas e cassinos eletrônicos clandestinos.

Em Pauini, Investigador da PC-AM supostamente a pedido dos irmãos Adjuto e Renato Afonso (deputado e prefeito) espancou e ameaçou opositora lojista e Influêncer. O caso continua IMPUNE, afirmam amigos e familiares.
No Amazonas também é factível, nas cidades de Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama, Tapauá, Beruri, Anori, Anamã e Manacapuru, partes geográficas da mesorregião amazonense do Purus e baixo Solimões, respectivamente, “conhecidos agiotas agirem de cara dura numa demonstração abertas de que estariam certos de manter a impunidade dos seus crimes por, supostamente, contratarem policiais que fazem bicos nas folgas 24 por 48 horas ”, comentam indígenas que estariam com mais de 6.000 cartões retidos, ilegalmente, entre auxílios e do programa Bolsa Família, nas mãos de conhecidos comerciantes.
Um caso inédito, em Lábrea, apesar da prisão do comerciante conhecido por “JABÁ” por forte suspeita de crime de agiotagem tipificado no Código Penal Brasil (CPB), durante operação considerada por analistas forenses e de segurança, “como restrita e de caráter seletivo”, a delegados (não importa de 1ª ou 4ª Classe), titulares das DIP no Purus, “estão, agora, em condições de pedir ajuda ao Grupo Especial de Combate Ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público Estadual e Federal (MPE-MPF), apontam operadores do Direito que militam na região.
“O objetivo é que os delegados do Purus e Madeira se antecipem a novos casos e façam a solicitação diretamente à Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ-AM), ao MPE-AM, ao MPF-AM e ao Ministério da Justiça (MJ). “É simples assim, basta um pedido de desdobramento das operações que já comandaram prendendo arraias-miúdas do crime organizado (ORCRIM) que atua nos municípios do interior amazonense.
- Até aqui, as polícias tem causado apenas pequenos baques e deixado, supostamente, de fora os tubarões, acreditam consultores jurídicos que atuam na mesorregião amazonense dos municípios do Purus e Madeira.


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