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Somente em junho, a arrecadação chegou a R$ 234,6 bilhões, alta real de 6,6% em relação a junho de 2024. Na comparação com maio, o crescimento foi de 1,7% Publicidade
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Entre os principais fatores que impulsionaram o resultado, estão:
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O avanço do IOF, que rendeu R$ 8 bilhões em junho — +38,8% em termos reais;
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A tributação sobre fundos exclusivos e ganhos de capital;
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O bom desempenho da arrecadação previdenciária e dos tributos sobre consumo e importações — Cofins, PIS/Pasep e IPI.
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Apesar do bom desempenho, o governo ainda persegue um objetivo ambicioso: zerar o déficit primário neste ano. Atualmente, o governo prevê um déficit de R$ 26 bi.
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Pela regra do novo arcabouço fiscal, há uma margem de tolerância de 0,25 p.p. do PIB — o equivalente a cerca de R$ 31 bilhões. Ou seja: um pequeno déficit ainda seria aceito.
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