A Polícia Civil de Rondônia divulgou, nesta quinta-feira (9), os nomes dos 13 foragidos suspeitos de planejar uma invasão ao Fórum de Rolim de Moura (RO) para roubar armas no início de março. Durante a operação, 24 suspeitos foram presos e 40 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.
De acordo com a 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco 2), responsável pela investigação, também foram divulgadas fotos e identidades dos suspeitos que seguem foragidos. Todos têm mandados de prisão registrados no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisão (BNMP).
Veja a lista dos alvos dos mandados:
- Yan Pereira Rocha
- Kamile Vitória de Souza Moreira
- Cleverson de Oliveira
- Flávia Kailaine Barbosa Merquiades
- Sidnei Aparecido Tomasim Umbelino
- Maikon Felipe
- Flávio da Silva Guimarães
- Luan Espírito Santo da Silva
- Vanderlei Gomes Martins
- Leonardo da Silva Nascimento
- Jorge Felipe da Silva Gomes
- Willian Macedo dos Santos
- Salomão Araújo dos Santos
Informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone 197 (Disque-Denúncia) ou pelo número (69) 3216-8940. Veja abaixo as fotos dos foragidos:
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Operação “Descarrilho IV”
A facção criminosa investigada foi alvo da operação “Descarrilho IV”, deflagrada pela Polícia Civil na última quinta-feira (2). Segundo as investigações, o grupo planejava invadir o Fórum de Rolim de Moura para roubar armas apreendidas que ficam armazenadas no local. A quadrilha também pretendia atacar uma loja de armas em Cacoal.
Ao todo, cerca de 150 policiais participaram da operação, que resultou na prisão de 24 suspeitos e no cumprimento de 40 mandados de busca e apreensão.
Ainda conforme a polícia, o grupo é suspeito de organizar sequestros, comandar o tráfico de drogas na região e lavar dinheiro por meio de uma loja de conveniência. Os valores seriam enviados para núcleos da facção no Rio de Janeiro e em Mato Grosso.
As investigações começaram em julho de 2025, após a prisão de seis integrantes suspeitos de sequestrar e manter duas pessoas em cárcere privado. Nos celulares apreendidos, os policiais encontraram mensagens que indicavam o planejamento dos ataques.

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