LÁBREA (SUL DO AM) – O prefeito do município de Lábrea, no sul do estado do Amazonas, Gerlando Lopes (PL), foi recebido na Gerência local do Banco da Amazônia (BASA) nesta quarta-feira (23). Segundo informações, as tratativas giraram em entorno do Plano Safra 2024-25 com objetivo de alcançar toda a cadeia produtiva do município.
O urucum, usado na fabricação de cosméticos e remédio, muito cultivado no Médio Rio Purus
Na oportunidade, o prefeito apresentou diagnóstico sobre as potencialidades atuais do seu município nos setores da agricultura familiar para a produção de grãos (café, milho e cacau), bem como em outras linhas de financiamentos com taxas baratas voltados para o agronegócio familiar - já em franco desenvolvimento em outras atividades econômicas, a partir da região do Sul de Lábrea.

Goiaba de boa qualidade em comunidade do Purus.
Gerlando Lopes – que esteve em companhia do colega prefeito do município de Humaitá, José Cidenei Lobo Nascimento (União Brasil) – foi além das informações sobre o detalhamento do Plano Safra 2024-25 estabelecido pelo Governo Federal. Ele buscou informações, em detalhes, sobre as demais linhas de financiamentos oferecidas pelo BASA para a região Sul do Estado.
Ele listou, durante o encontro inédito de um prefeito de Lábrea e o Banco da Amazônia (BASA), as demandas defendidas por pequenos e médios produtores com foco na sustentabilidade e no apoio a eles pelo banco estatal brasileiro. Segundo Gerlando Lopes, “o Plano Safra da Agricultura Familiar 2024-25 é necessário, sim, para que nossa região apresente seus produtos em condições de competir no mercado regional”.

- Para tanto, estamos aqui, para sermos beneficiados, também, com as taxas e condições especiais de crédito já oferecidas pelo BASA a outros segmentos produtivos, ele acrescentou.
LÁBREA TEM POTENCIAL - Na pecuária, apesar do Censo Agropecuário do IBGE de 2022, não ter disponibilizado o número de cabeças de gado bovino do plantel do município, “extraoficialmente, se sabe que o plantel bovino do município de Lábrea já é bastante significativo a ponto de vir perdendo até R$ 800 mil anuais em divisas para o estado de Rondônia”, aponta consultor na área, que não aceita a medição usada pelo Instituto ao usar a métrica de que “os dados do Censo de 2022 são agregados e não fornecem informações detalhadas por municípios do Amazonas”.


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