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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2026
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LÁBREA - AM

NOS GABINETES, SECRETARIAS DAS PREFEITURAS E CÂMARAS MUNICIPAIS DAS CALHAS DO MADEIRA E PURUS, POLÍTICOS, EMPRESÁRIOS, AUTORIDADES E MULHERES BONITAS PODEM ESTAR SENDO MONITORADAS

EM SEUS LOCAIS DE TRABALHO E EM VIAGENS PARA FORA DE SUAS CIDADES

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Por TUDO AMAZÔNIA
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NOS GABINETES, SECRETARIAS DAS PREFEITURAS E CÂMARAS MUNICIPAIS DAS CALHAS DO MADEIRA E PURUS, POLÍTICOS, EMPRESÁRIOS, AUTORIDADES E MULHERES BONITAS PODEM ESTAR SENDO MONITORADAS
As campanhas Institucionais não tem surtido efeito prático. As vítimas são desacreditadas e o poder público não coloca todos os assediadores, estupradores e criminosos na cadeia.
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AMAZONAS (AM) – Como no Rio de Janeiro e em outros estados da Federação,  nas mesorregiões amazonenses do Madeira e Purus, respectivamente, tudo leva a crê que parece que políticos locais estão sendo monitorados muito antes da pré-campanha eleitoral de 2026.

Celulares de V. Excias teriam sido "raqueados". Em plenário, a denúncia foi feita. O cidadão não foi informada se  Mesa Diretora tomou "as providências cabiveis".

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No Purus, ainda em 2024, segundo informações, o ex-prefeito Gean de Barros (MDB), teria utilizado um veículo com restrição e foi flagrado com mulheres depois de colidir com um motoqueiro após se divertir em um local reservado para encontros de “amigos”.

 Quase um ano se passou. Investigadores particulares acreditam que, depois de participar de "festa do arromba e causar acidente", o ex-prefeito de Lábrea tenha sido suposta vítima de "fogo amigo na volta pra Casa Branca com mulheres, todos pra lá de Bagda". Coisas que só acontecem no Purus?

“Fora traído por uma suposta ação conhecida por fogo amigo, revelou alta fonte credenciada na Ex-Administração municipal após seus candidatos Moacyr Canizo de Brito Filho e Jesus Batista de Souza, serem fragorosamente derrotados nas eleições de 2024”.

 A derrota veio! Um dos dias mais tristes para o ex-comerciante e ex-prefeito de Lábrea. Denúncias de assédio e estupros mais que dobraram na ex-administração.

À época, o ex-prefeito fora por “policiais amigos” de um grande vexame diante da aglomeração formada no local do acidente. A Polícia Civil não teria se manifestado e a vítima teria também se mantido em silêncio depois da intervenção de conhecidos advogados da cidade amazonense.

No Purus, na opinião de “velhas raposas regionais”, a política não é para amadores desde os tempos áureos de mando atribuídos aos temidos coronéis de barrancos entre comerciantes de secos e molhados, seringalistas e mandatários da Capital Manaus.

De acordo com acadêmicos, “nos tempos modernos a política passou a ser decidida por quem estar no poder e/ou aposta no encanto do dinheiro em meio a pessoas sem informação e conhecimento”. Segundo os interlocutores, “tudo acontece na véspera ou no dia do pleito com a caça aos eleitores.

Em tempo de domínio de territórios e abuso de poder econômico escancarado, acrescentaram jovens acadêmicos, “ninguém aceita dividir o poder ou perder o controle da pobreza” – onde, praticamente, as eleições são decididas à cada quatro anos.

 Com a implantação, crimes de toda natureza poderá ter maior acompanhamento. O que faltava para "estancar" a ação de criminosos incluindo crimes ambientais.

- É quando é acionada a suposta compra de votos e a troca de favores, incluindo atos praticados por políticos e servidores mau caráter que cometem assédio sexual a mulheres sob oferta de empregos, sem concurso, no poder público.

PURUS MODERNO – Na tentativa de se perpetuarem no poder, alguns grupos políticos – velhos conhecidos das crônicas policiais no Estado e no país – ao se sentirem ameaçados tentariam obter informações privilegiadas e pagam por investigações em desfavor de seus oponentes.

 Ex-vereador acusado de atentado a um ex-colega". Não o encontrando, atirou no carro da suposta vítima estacionado a porta da casa. Não se sabe se a Polícia Civil de Lábrea o teria capturado. Como se vê, a briga é alta no campo político e passional na região do Purus, gente!

“Os alvos seriam escolhidos dentro dos próprios territórios onde habitam contratantes e contratados âs missões delegadas”, ressalta policial aposentado com décadas de estrada na Amazônia Ocidental Brasileira.

Sobre o assunto, afirmou que, geralmente, os serviços seriam contratados pelo baixo custo que não ultrapassariam R$ 10, 20 /, 30 ou 120 mil cuja missão chegariam a campanhas de difamação, calúnia e injúria, na inicial, pelas redes sociais com a divulgação massiva de Fakes News e/ou estancamento (execução, método usado por facções cariocas e paulistanas) dos alvos oponentes.

Em cidades polos e/ou aquelas de porte médio, mesmo no interior do Amazonas, “esse mercado é aquecido no período eleitoral quando seriam contratados serviços de monitoramento de alvos estratégicos dentro das três esferas de poder, no meio político quando geralmente perdedores recorrerem à prática conhecida por “fazer o serviço sujo, não importando quanto contratantes iriam investir contra oponentes potenciais”.

TODOS SOB ESPREITA – “Quem teria um segundo à frente dos oponentes teria o poder nas mãos”, ensinava conhecido investigador latino e Ex-Instrutor sino-soviético nas décadas de 80 a 90 em cursos intensivos de espionagem e contra inteligência já falecido em um país da Sudamerica mas que teria citado no livro “Diário da CIA” de autoria do agente considerado desertor Phillip Agee.

Um dos casos mais recentes – entre dezenas de outros não investigados profundamente pelas autoridades – teria ocorrido numa das cidades do Purus. Uma mulher, bem apessoada, teria sido cooptada por oponentes para, supostamente, oferecer denúncia de assédio sexual à Justiça em desfavor de um destacado político dessa parte do Amazonas.  

A identidade e o valor oferecido à pretensa candidata a fabricar um novo escândalo sexual já na combalida sociedade da cidade alvo serão mantidos ocultos, assim como, a identidade da suposta vítima que, a Reportagem atestou transitar “com bastante desenvoltura nos meios políticos, casas de shows, bunkers de carteados, academias (Fitness) e no higt society do Purus (alta sociedade).

Mulheres belas e atraentes transformam a cidade de Lábrea numa "verdadeira passarela da Fashion Week". O termômetro sobre as alturas!

Escutas com parte dos responsáveis vítimas potenciais de assédio sexual e sessões de estupros de crianças, adolescentes e adultas cujos acusados foram condenados, incluindo ameaças, tráfico de drogas, falsificação de documentação pública, crimes de extorsão, corrupção (ativa e passiva), crimes passionais, nepotismo, peculato, pistolagem e grilagem de terras no Sul do Amazonas, a Reportagem apura as responsabilidades, apesar das insistentes cobranças das fontes.

GRANDE IMPACTO - Apesar de prefeitos, vice-prefeitos e autoridades designadas para os municípios do interior amazonense figurarem como os “principais alvos de seus oponentes” – uns ocultos dentro das administrações – “seriam as mulheres as mais assediadas, ora para tornarem-se amantes, ora para cumprirem missões de supostos flagrantes”, aduziu a fonte policial.

 

Das cidades de Boca do Acre a Beruri (alto e baixo Purus), passando ainda por Anori, Anamã e Manacapuru, não e de hoje que há a suspeita que autoridades estejam sendo monitoradas em seu próprio local de trabalho por oponentes ou algum desafeto. Nessas cidades, segundo notícias dos anos 2013-24, “mulheres de beleza invejável da região tem atraído e atiçado a libido de políticos, empresários e autoridades designadas às comarcas interioranas em todo o estado do Amazonas”.

De acordo com fontes fidedignas, casos recorrentes envolveriam na troca de supostos favores “emprego em duas esferas de poder, com suposto pagamento de aulas em academias, viagens e eventos, dentro e fora do Amazonas”. Apesar dos homens permanecerem nas cidades de origem, “as supostas amantes viajariam sozinhas ou acompanhadas de parceiros”.

Advogado ISLANDE JOSÉ BATISTA SEREJA condenado e o Oficial de Justiça, JESUS BATISTA DE SOUZA, ex-Secretario de Educação de Lábrea, absolvido pelas mesmas acusações. Por que? Processos poderão ser reabertos com novas informações e documentos. E passível de revisão pelo CNJ.

ESCUTA ILEGAL – Os fazedores de “dossiês”, de dentro ou fora das administrações públicas, têm sido denunciados nas redes sociais e nos portais corporativos de notícias” alegadamente em visível sinalização de suposta chantagem às vítimas.

Fontes policiais e de Justiça acreditadas nas Comarcas do interior e da Capital Manaus, em caráter reservado, revelaram que “os valores pedidos às vítimas chegariam a cifras astronômicas”, variando de R$ 150 a R$ 500 mil para suspenderem as denúncias e apagá-las da Internet.

Prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, segundo avaliação de investigadores consultados, “seriam os principais alvos no exercício dos cargos”. Ainda assim, ignorariam que estariam sendo monitorados em seus próprios locais de trabalho por políticos oponentes, fotógrafos, cinegrafistas e servidores advindos de ex-administradores.

O suposto esquema de monitoramento de autoridades, conforme especialistas em segurança institucional acreditados no Amazonas, “pode estar sendo feito por escuta ambiental, instalação de grampos instalados na “carcaça dos motores de veículos por arapongas treinados incluindo aplicativos ofertados por sites espiões”, muitas vezes, operados por celular de dentro das repartições públicas.

O caso de um Vice prefeito amazonense que escapou de uma suposta chantagem de uma mulher contratada por conhecidos políticos de um município do Purus pela irrisória quantia de R$ 15 mil (Quinze mil reais), abriram novas suspeitas na divulgação de fakes News detectadas por um órgão de inteligência a partir do estado de São Paulo. Os operadores teriam sido “achados” dentro do sistema da rede de computadores de uma coordenadoria de saúde indígena.

O mesmo sistema de monitoramento que ainda vitimizaria prefeitos, vice prefeitos, secretários e servidores (pequeno, médio e alto escalão) vinculados à Associação Amazonense dos Municípios (AAM) e da Associação Rondoniense de Municípios (AROM), segundo ex-agentes em serviço em núcleos de inteligência aposentados na Amazônia, “é o mesmo encontrado no gabinete do governador carioca, desembargador Ricardo Couto”.   

“O modus operandi é semelhante, com a diferença que em Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama, Tapauá, Beruri, Anori, Anamã e Manacapuru seria feito por amadores que se exporiam através de grupos, redes ou portais de notícias e que comportariam como verdadeiros balcões de negócios e outros, como caça-níqueis baratos demais”, arremataram fontes deste portal de notícias.  

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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