AMAZONAS (AM) – Ao perceberem que parte das autoridades labreenses parece não conter os conflitos no campo atribuídos ao 3º Sargento da Polícia Militar Francisco Campos Pinto, lotado da 4ª Companhia Independente do município de Lábrea, agricultores fizerem um forte apelo à Procuradoria-Geral de Justiça do Amazonas (PGJ-AM), aos ministérios Público estadual e Federal (MPE-MPF).
Policiais militares montam acampamento para espera (?). Uniformizados ironizam "o abate de uma Anta" com tiros de Calibre 12. Pietro Antônio Paiva da Silva, Analista Ambiental, Chefe do Núcleo de Gestão Integrada (NGI), em Lábrea/AM, como Vanderleide Ferreira de Souza e da Substituta de Pietro ALINE, ex-mulher de CAMPOS) continua inerte e, supostamente, omisso contumaz sobre o episódio
O pedido também é estendido aos ministérios da Justiça (MJ) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) para que destinem ao município de Lábrea a Força de Intervenção da Polícia Federal (FDI), Força Nacional de Segurança, FUNAI, da 15ª Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).
Dessa forma, as famílias do Ramal Tauaruã e região “acreditariam que somente as forças federais estancariam o policial militar e outros elementos que integram as operações do ICMBio autorizados pela chefia da Unidade a usar balacrava durante as abordagens”, denunciam vítimas potenciais que ficaram, inclusive, sem alimentos ainda no fogo no percurso RESEX Ituxi à cidade de Lábrea (veja imagens).
Maria Luiza, ex-Chefe do NGI ICMBio Lábrea, nada esclareceu sobre o desperdício do Pirarucu apreendido e descartado, supostamente, pelas equipes da Fiscalização nos rios. Pra apreender e prender extrativistas e ribeirinhos, "os chefes são ágeis e apressados". E agora, Senhores de Brasilia". LU bateu e em retirada.
ENTENDA O CASO – O policial agiria de “cara limpa” em invasões pertencentes a pequenos proprietários ao redor da cidade de Lábrea (principalmente nas localidades Tauaruã, Igarapé Grande, orla do rio Passiá e durante as operações (afastada da função, se encontraria em lugar incerto e não sabido) ao longo dos rios que cortam as reservas Ituxi e Médio Rio Purus).
Senhor Pietro Antônio Paiva da Silva, onde foram parar os 2020 kg de Pirarucu apreendidos no dia 17 na Comunidade Marhaa, RESEX Médio Rio Purus? Já encaminho os relatórios a Brasília C/C as cópias autênticas das autuações e os nomes e o quantitativo do pescado a ser distribuído a entidades filantrópicas?
Durante muito tempo, o militar liderou as operações contra ribeirinhos e extrativistas que se deslocam à cidade de Lábrea ou mesmo a grandes distâncias de suas localidades aos pontos de coleta do látex (estradas para fabricar borracha), essências naturais (Copaíba e Andiroba), pescaria e frutíferas que garantem a única fonte de renda dos moradores sob a proteção do Governo Federal por meio do Minidstério do Meio Ambiente e Controle do Clima (MMA-CC).
“Aparentemente, policiais e voluntários das Brigadas Contra Queimadas e Agentes Florestais remunerados da reserva do ICMBio, fazem uso de balacrava nos comboios da repressão nos rios e afluentes do Ituxi e Médio Rio Purus, segundo moradores, “se escondem atrás do anonimado sempre foram acusados de truculência durante as abordagens”. Geralmente, a Fiscalização não emite autos de infração, como nos casos de posse armas e munições. .
A Reportagem apurou que o ICMBio Nacional não contrataria “agentes externos para atuar na fiscalização ambiental”, principalmente militares, civis ou segurança particular para atuar na fiscalização ambiental”. Ainda que o chefe da Unidade participe das abordagens. Porém, não é isso que viria ocorrendo durante toda a existência da Unidade e da ReBio, nos municípios de Lábrea e Tapauá.
“Nunca que as convocações feitas pela gerência local do ICMBio teriam acontecido em troca de nada, sem pagamento de diárias e/ou ajuda de custas abordagens”, a suspeita surgiu de parte das vítimas que denunciaram mais um caso ocorrido no dia 17 passado , envolvendo “mascarados” sob truculência, ameaças e constrangimentos na Comunidade Mahraã, no Médio Rio Purus.
Segundo consultores jurídicos, “como na maioria das apreensões não haveria autos das infrações em desfavor dos supostos infratores, ao que parece, as operações podem se tornadas ilegais perante a Justiça e o feitiço virar contra os feiticeiros por agir na ilegalidade.
Sabe-se, no entanto, que, “tudo pode ser parte de um esquema criminoso que funcionaria há décadas sem incomodar os verdadeiros infratores, supostamente, acobertados por parte da Fiscalização Ambiental fora da repartição pública”, enfatizaram as fontes jurídicas.
As apreensões precisam ser esclarecidas pelo NGI iCMBio Lábrea. Todavia, Pietro Antônio, escusa-se a comentar sobre excessos e ações denunciadas por moradores das RESEX. Ele deve explicações sobre o paradeiro dos 220 kg apreendidos no dia 17.09.26, na posse de moradores da Comunidade Marhaa, na RESEX Médio Rio Purus.
Para os consultores que atuam na Capital Manaus e em outros Estados da Federação do Brasil, “ao MPF e ao MPE, incluindo os ministérios das áreas impactadas, ao serem informados, pública e notoriamente, das Notícias de Fato, algumas divulgadas amplamente pela imprensa, cabe abrir processos investigatórios para apurar a suposta participação de policiais, servidores da Unidade do Instituto Chico Mendes (ICMBio) e/ou do IBAMA em ao menos algum caso de suposto desvio de conduta, tendo como base, denúncias sobre as operações realizadas.
Outro fator sugerido por consultores independentes é que o Governo Federal, aquém os órgãos de controle fiscal, agrário e ambiental devem esclarecimentos de suas atuações, é que o MPF deveria determinar a Polícia para que entre no caso e investigue todas as denúncias, formais e/ou anônimas, a fim de levar à prisão os responsáveis do ICMBio, policiais e agentes das comunidades apontados nas denúncias oferecidas por moradores das reservas extrativistas que se acham prejudicados em seus direitos de cidadão durante as operações atribuídas a Unidade do ICMbio e do IBAMA, como setores de representantes de Organizações Não-Governamentais (ONGs) não alcançadas pela “CPI das ONGs”, no Senado”.
ESQUEMA ANTIGO - O suposto esquema paralelo, que envolveria diretamente o 3º Sargento da Polícia Militar (ele já cumpriu prisão por outros motivos) na compra e comercialização de pescado na região enquanto sua ex-mulher exercia o cargo de Substituta na Unidade do ICMBio para o Ituxi e Médio Purus, “precisa ser investigado pelos órgãos federais e vir ser condenado, caso as denúncias contra o militar sejam comprovadas”.
É que, no âmbito municipal e estadual, respectivamente, o policial e empresário Francisco Campos Pinto, amplamente denunciado por agressões e por reuso de farda da corporação após protagonizar conflitos de rua, em bares, restaurantes e conveniências da cidade de Lábrea, “sempre saiu ileso dos delitos e confusões que se mete”. Na calmaria, após sumir do cenário, retorna aos mesmos ambientes ostentando mais poder e prestígio com o suposto apoio de conhecidos mandatários, como se nada tivesse acontecido de tão grave”.
Diante da situação negativa às três esferas de poder da Comarca de Lábrea, em liberdade, Francisco Campos Pinto, sempre retomou suas atividades supostamente criminosas pelas quais já foi denunciado ou preso, em passado recente. Em novas denúncias, é acusado por famílias de invadir propriedades de pequenos agricultores nas localidades Tauaruã, Igarapé Grande, RESEX para caçar e parte da Floresta Nacional JAMICIA, entorno do Rio Passiá.
Nesta parte dos biomas protegidos por legislação federal, “Campos” (como é mais conhecido nas crônicas policiais), dessa vez, é acusado de comandar uma verdadeira operação de desmonte de imóveis pertencentes a pequenos agricultores, a maioria com mais de 60 anos nas áreas desmatadas por ele, um grupo de guaxebas sob a supervisão do suposto empresário Muni SAID – este alega ser proprietário das áreas desmatadas e queimadas (veja imagem).
Flagrado em filmagens com uso de drone “Francisco Campos Pinto (que desistiu do Curso de Direito) durante os desmates considerados ilegais foi gravado dando ordens para o avanço dos desmatamentos das áreas compartilhadas pelo sócio do empreendimento. Segundo bastidores do antigo Setor de Terras do município, “há indicativos de que no local surgirá um no loteamento com vista para os rios Purus e Passiá”.
Essa foi a razão pela qual, na sexta-feira (17, a notícia da Polícia Federal na cidade de Lábrea, mais uma vez, fez o polêmico policial militar “batesse em retirada para escapar de uma possível prisão pelas forças federais” - as únicas capazes de combater, rigorosamente, os supostos crimes ambientais, de comercialização de carne de caça (veja imagem), pirarucu e/ou do desmonte de um suposto frigorífico improvisado que o militar manteria em sua casa, no bairro Limpa (veja imagem do local).
Na cidade de Lábrea, segundo opinião de populares e de autoridades credenciadas nas três esferas de poder, “Francisco Campo Pinto não viveria mais tranquilo sem promover confusões”. Ele é considerado um policial de confusão.
A Reportagem explicação junto aquém entenderia de segurança pública no âmbito civil e militar para o recrudescimento do aumento do índice de supostos desvios de condutas inerentes a policiais militares e civis, tanto na Capital Manaus quanto no interior do Amazonas. Na opinião de um ex-Comandante da PM amazonense, “não entendo porque alguns policiais teriam tendência para ser bandido”, a fonte permanecerá oculta em novas reportagens sobre o assunto.

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