AMAZONAS (AM) - Não foi dessa vez que a cidade de Lábrea voltou a ser sacudida foi acordada com mais um suposto assassinato considerado político e/ou em acerto de contas na estrada do Tauaruã, Resex Ituxi, Médio Purus ou Floresta Nacional do Iquiri, região Sul do Estado.
João Roberto e considerado político "honrado e responsável". Em meio a campanha a deputado estadual, passou a ser atacado. "Essa não é a primeira vez". Mas a atacar a sua família, segundo aliados, "o bicho vai pegar e, certamente, o novo caso será judicializado".
Durante a semana que findou, o Vice-prefeito João Roberto (Avante 70.111), saiu de sua zona de conforto surpreendendo a cidade ao denunciar uma mulher por divulgar, segundo ele “Fake News sobre sua atuação como Vice-prefeito, minha honra e contra a minha família, não aceitarei”.
- Certamente, será objeto de judicialização, acrescentou o candidato a deputado estadual pelo partido AVANTE do município de Lábrea.
No alvo: "A mulher Maria Claudia Lima de Almeida faz acusações graves ao agora candidato a deputado estadual pelo partido AVANTE 70.111". João Roberto condenou, de forma inédita, denúncias da oponente e diz que irá processa-la na Justiça.
No vídeo – que viralizou nas redes sociais e outras plataformas digitais, incluindo bastidores oponentes - o Vice-prefeito e candidato a deputado estadual pareceu nervoso e preocupado com o conteúdo publicado sob a autoria de uma suposta aliada, identificada como Maria Cláudia Lima de Almeida, de ocupação não revelada .
ESTRANHO NO NINHO - João Roberto, segundo observadores, viria sofrendo campanhas desencadeadas para estancar seu possível crescimento político no Purus e em mais 22 municípios, por meio de incursões atribuídas “a forças ocultas que agiriam por trás do submundo político local”.
Em várias oportunidades, segundo informações, conhecidos adversários teriam manifestado interesse (via grupos fechados de Whatsapp) em cassar o registro de sua candidatura ou mesmo o mandato de Vice-prefeito por conta das mudanças e transformações que o município de Lábrea registraria no contexto atual. ,
Fonte segura nos garantiu que, “essa mulher poderia ter se aproximado do seu grupo político como infiltrada para, lá, na frente, obter informações, imagens e áudios comprometedores”, como monitorar o candidato em caso de não ter seus interesses e/ou supostos desejos atendidos.
Em Lábrea, que vivenciou nesses 1,9 anos aparente segurança e calmaria no novo Governo Municipal, subitamente, volta a ser sacudida com mais um possível escândalo político e/ou envolvendo possíveis relações pessoais entre autoridades e pessoas inter-relacionadas e ligadas a essas por alguma razão que, de uma forma ou de outra, parece ir parar nos tribunais – como os escândalos de assédio eleitoral, moral, sexual e até envolvimento em casos suspeitos de “abuso de poder político, econômico, nepotismo ou uso de servidores em período eleitoral no município de Lábrea”.
Em áudio divulgado em redes sociais e plataformas digitais privadas, Maria Cláudia Lima de Almeida taxa João Roberto de “papagaio de pirata” e garantiu que não recrutou eleitores para pedir ajuda (?) no gabinete da Vice-prefeitura.
Maria Cláudia afirma, ainda, que, “a cada leseira partindo do candidato ou dos papagaios dele, 20, 30 a 50 pessoas ligam no meu privado para criticar e denunciar o tratamento dispensado por ele”. E sentenciou: “Ele é muito mentiroso”.
E completou: “Porra, mana, se ele não te ajudou, imagina nós”.
HISTÓRIA E ESTÓRIAS – Investigadores particulares se debruçaram sobre fatos e situação semelhantes já ocorridos no mundo político labreense no passado e agora, no presente. Recentemente, um candidato escapou de ser “pego na rede como peixe pela boca”.
Trata-se, segundo fontes credenciadas numa das Casas Legislativas do Purus, de um político de renome adversário confesso de um grande grupo de políticos da região. O alvo seria pego em flagrante por assédio sexual com agravo por crime de estupro.
A contratada para executar a empreitada teria confessado a tentativa de flagrante (ao estilo de agência de inteligência no mundo) em troca de uma recompensa, na inicial, com o repasse de até R$ 15 mil. A autora foi identificada e a operação teria sido abortada.
NO PASSADO – Fatos dessa natureza, segundo dados em abertos nos anais políticos, policiais e jurídicos remonta aos crimes de encomendas entre rivais de todo o país. A morte misteriosa do ex-prefeito de Lábrea Gilberto Sampaio (...), segundo remanescentes do empresário considerado mais do Purus, “às Polícias e o Judiciário local, à época, não teriam aprofundado as investigações e o caso foi encerrado como crime de latrocínio”.
Alguns implicados no caso chegaram a ser presos e, possivelmente, mortos em uma suposta “queima de arquivo” dentro das cadeias. Informações e fatos relacionados ao episódio que “parou a cidade de Lábrea pela forma como as investigações e decisões foram tomadas, à época”.

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