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Terça-feira, 08 de Setembro 2026
Lábrea - AM

FAMÍLIAS IMPACTADAS POR LOTEAMENTOS CLANDESTINOS EM ÁREAS DA FLONA JAMICIA, RAMAL TAUARUÃ, RIO PASSIÁ E BR-230 SOB O COMANDO DE POLICIAL MILITAR E UM EMPRESÁRIO ESPERAM POR INTERVENÇÃO DE AUTORIDADES FEDERAIS EM CONFLITOS AGRÁRIOS

A defesa do militar e a assessoria da Câmara de Lábrea, apesar dos insistentes contatos de entrevistas, evitam as chamadas e “continuam fazendo ouvidos de mercador” ignorando as interpelações do Departamento Jurídico deste portal de notícias.

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
FAMÍLIAS IMPACTADAS POR LOTEAMENTOS CLANDESTINOS EM ÁREAS DA FLONA JAMICIA, RAMAL TAUARUÃ, RIO PASSIÁ E BR-230 SOB O COMANDO DE POLICIAL MILITAR E UM EMPRESÁRIO ESPERAM POR INTERVENÇÃO DE AUTORIDADES FEDERAIS EM CONFLITOS AGRÁRIOS
Esteira contratado pelo militar destruiu parte maior do bioma Tarauã e entrou em áreas de preservação ambiental. Não poupou os "alvos sem cobertura jurídica na Comarca de Labrea".
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AMAZONAS (AM) – A pequena cidade de labreense no interior do Amazonas, nos últimos dez (10) anos, aparece em ao menos 70 denúncias de crimes de ameaças, tráfico de drogas, assédios (moral e sexual), estupros de vulneráveis consumados, extorsão, chacinas e grilagem de terras públicas.

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 Rumores atestaram que trator esteira que "destrói florestas ainda" pertença aos empresários de prenome JACKSON e/ou ao empresário e industrial conhecido por "BODE". A matrícula da máquina estar sendo encaminhada ao PGR-DF e ao Ministerio da Agricultura.

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Em processos abertos – alguns sem movimentação aparente na 1ª Instância – criminosos de diferentes cidades e Estados do país no Amazonas dizem querer "instalar uma linha de progresso galopante e reformular a vida pacata que levam os labreenses “ a partir do avanço de crimes ainda não apurados com profundidade pela Polícia Civil e em parte pelo Judiciário Federal em terras da União.
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Guaxeba responsável pela "seguranca" dos serviços de derrubadas e desloca-se no campo Tauaruã, em Lábrea, traça o roteiro fo avanço dos desmatamentos.
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Segundo observadores, “organizações criminosas, no campo e na periferia de Lábrea, avançam de uma forma que coloca em xeque autoridades das três esferas de poder”. O pior exemplo, afora o tráfico de drogas, crimes circunstanciais (comuns na maioria), corrupção, falsidade de documentação pública, a grilagem em terras privadas e públicas continua no topo do ranking sem que os infratores sejam punidos como determinam as leis do país.

 Internautas "ressuscitaram" antigo vídeo-documentario na tentativa de sensibilização das autoridades locais, de Manaus e Brasília (DF). O MPE teve duas recomendações violadas, a época. A Reportagem foi a casa do bairro Barra Limpa, mas, não encontrou o casal para apresentar sua versão. O espaço continua aberto.

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Entre os principais acusados na crônica policial amazonense destaca-se Francisco Campos Pinto, que é 3º Sargento da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar ao lado dos incorporadores imobiliários Munir SAID e Zé Maria, pai de um Oficial da Corporação de Lábrea mandado à Capital Manaus “sem auxílio moradia” acusado de coação, ameaça, constrangimento ilegal de agricultores a favor do pai, em terras da União”.

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Neste imóvel do militar funcionaria o "frigorifico ilegal". Com a palavra o gerente do ICMBio, Superintendência do IBAMA, Vigilância Sanitária, SEFAZ e o MPF-AM.

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 Na tela, MUNIR e Mustafa SAID. Abaixo, prospecto de ao menos 36 processos atribuídos ao 3o SGT/PM afora ação que o comprometeria na suposta documentação concedida a ele pelo ICMBio o autorizando a comprar PIRARUCU nos rios do município de Tapaua/AM em nome da ONG APADRIT - que se manteria em silêncio.
https://www.tudoamazonia.com.br/uploads/files/2026/09/doc1-peizkjdg.pdf
Apesar de negativas, o militar foi alvo de mandado de prisão. Agora, é obrigado a trabalhos administrativos na 4a CIA/PM Labrea. Mas é visto comandando ações de grilagem e desmatamentos no Ramal Tauarua e região.

https://www.tudoamazonia.com.br/uploads/files/2026/09/campos2-zkvszlpb.pdf
 Empresa de Francisco Campos Pinto, acusada pir ex-colaboradores q o colocam sob suspeita de congelamento de pescado (PIRARUCU), carnes de caça e Quelônios. Um ex-colega de farda, em contato com observadores deste veículo, em Labrea, defendeu o direto de Campos comercializar esses produtos e animais da fauna nas Resex e dos rios Ituxi e Médio Purus

https://www.tudoamazonia.com.br/uploads/files/2026/09/campos4-nrsxfepq.pdf

Sobre a participação do militar em invasões terras em série sob o seu comando, Campos é acusado de crimes ambientais na Justiça Federal (JUSF-AM), comercialização de carne de caça, pescado e quelônios apreendidos pelo ICMBio, em Lábrea, armazenados em frigorífico improvisado em um dos seus imóveis, localizado no bairro Limpa. Ele ganhou destaque ainda nas últimas semanas pela suposta usurpação de propriedades e derrubadas ilegais de árvores em extinção nos biomas Tararuã e da Flona Jamícia (veja imagens).
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Para onde é para Quem foram destinadas as apreensões de pirarucu e Quelônios sob comando de militares a serviço do ICMBio? IBAMA e PF precisam - e devem - ir a fundo nessas investigações. Incluindo quebrar o sigilo TELEMATICO, fiscal e bancário do principal suspeito, 3o Sgt/PM Francisco Campos Pinto, acusado de ter um frigorigico na cidade de Lábrea. 

O militar responderia, ainda, por outros crimes perpetrados durante abordagens relâmpagos na cidade até 2025. Na extensa lista figuram “crimes de ameaças e agressões a mulheres com uso da farda após ocorrências por embriaguez em bares, choperias, restaurantes e posto de combustíveis”.

Em 2025, foi citado em audiência pública na localidade de Tauaruã por cidadãos supostamente ameaçados por ele. Na ocasião, Oficial da PM informou que, “houve abertura de procedimento interno na Corporação e no âmbito judicial”. Preso por um desses crimes, em liberdade, mostrou a que veio juntando-se ao empresário Munir SAID, juntos são acusados de cumprirem suposta reintegração de posses sem o aval da Justiça local.

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 Na tentativa de justificar a reintegração de posse das áreas no Tauarua e região, Campos e Munir SAID poderiam estar usando suposta documentação falsa expedida pelo Cartório e Prefeitura de Labrea, incluindo o INCRA de Humaita.
Em virtude de perda de propriedades, famílias que moram há décadas nas regiões do Tauruã, Igarapé Grande, zona ribeirinha do rio Passiá e em terras ocupadas, mansa e pacificamente, dentro e cercanias da Floresta Nacional Jamicia, registraram Boletim de Ocorrência (BO) na 6ª DIP, em Lábrea. Porém,  até esta data Francisco Campos Pinto e Munir SAID não teriam sido notificados pela Polícia Civil, Defensoria e   Promotoria Pública (veja imagens).Diante da situação de suposta inércia e/ou omissão das autoridades labreenses sobre a não apuração das denúncias transformadas em investigações e na sequência Inquéritos Policiais Militares (IPM) a que responderia Campos, os atingidos pelos despejos considerados ilegais, “inverteram o caminho dos pedidos de socorro ao Judiciário, às Polícias (Civil e Militar) e a Promotoria Pública Estadual e ao MPF-AM.

Segundo fontes das comunidades atingidas pelo avanço das áreas já devastadas por uso de trator esteira sob o comando do militar Francisco Campos Pinto e do empresário Munir SAID, “a partir desta segunda-feira, 7, devemos demandar recursos junto à Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ-AM), Ministério Público do Estado (MPE-AM), Ministério Público Federal (MPF-AM) e/ou tratarem diretamente ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ-DF).

O objetivo é destravar os processos que já existem contra conhecidos grileiros de terras públicas nas zonas urbanas, ribeirinhas e rurais do município de Lábrea, bem como os casos tradicionais existentes no Sul do município amazonense, principalmente, nos ramais Tauaruã, Igarapé Grande, rio Passiá, Flona Jamicia e ao longo da BR-230 (antiga Transamazônica).

TRISTE HISTÓRICO – Na atual conjuntura, conhecidos grupos de criminosos entre os vários matizes existentes, segundo analistas ambientais e criminais, “sempre apostaram no compadrio existente para escaparem da prisão e das mãos pesadas do Judiciário brasileiro por meio de políticos e seus braços de acesso aos órgãos ambientais, agrários, do Fisco e dos Ministérios Públicos”.

Possivelmente, Francisco Campos Pinto e outros conhecidos criminosos já nem se faz condenados apostam, também, na fragilidade da fiscalização dos órgãos de controle das três esferas de poder. “Da fiscalização ambiental e agrária nem se fala, é uma das piores”, apontam moradores tradicionais do Ramal Tauaruã e do Infraero na cidade de Lábrea.

CAMPOS SECRETÁRIO – De acordo com fontes da antiga Unidade do ICMBio em Lábrea, durante muito tempo o militar teria desfrutado de apoio político e jurídico sob cobertura explícita de mandatários (municipais, estaduais e federais), como Gean Campos de Barros (MDB), patrocinado pelo deputado Átila Lins (PSD) e Eduardo Braga (MDB) lideraram “essa suposta proteção ao militar por supostos serviços prestados à parlamentares, prefeitos, vereadores, autoridades do MP e do Judiciário”. Incluindo chefia (?) de segurança pessoal a madeireiros,  grileiros e fazendeiros da região.  

 OMISSÃO RECORRENTE - Sobre o assunto, ainda, pairam dúvidas inconfessáveis sobre a conclusão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da TERRA) inconclusa na gestão do presidente da Câmara Municipal, vereador Adalfrank Teixeira (PL). Sabe-se, no entanto, que os membros da Comissão Fanga do MDB, Jordan GALVÃO (MDB) e Babau do MABI, sequer intimaram o 3º Sargento Campos e o empresário Zé Maria.

 A defesa do militar e a assessoria da Câmara de Lábrea, apesar dos insistentes contatos de entrevistas, evitam as chamadas e “continuam fazendo ouvidos de mercador” ignorando as interpelações do Departamento Jurídico deste portal de notícias.

Essas propostas de contato estão previstas na Lei de Imprensa apresentadas cujos pedidos de informados aos acusados acontecem desde de 2022, quando Francisco Campos Pinto começou a ser acusado de vários crimes de agressão, ameaça, cobrança de multas no trânsito e embriaguez em bares, restaurantes, conveniência em posto de combustíveis.

ACESSO E PROTEÇÃO DE BRASÍLIA - O documento a ser enviado à Procuradoria-Geral da República (PRR-AM), Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e aos ministérios Públicos (MPE-MPF-AM) – e não mais à Câmara de Vereadores, à Polícia Civil e ao Judiciário local – é assinado pelos atingidos de pseuda-ordens de despejos em terras públicas e vendidas por supostos donos que agora tentam desafetar as áreas para instalar loteamentos particulares.

 A Reportagem teve acesso a documentos contendo planos para loteamentos urbanos e rurais em terras pertencentes a agricultores dos ramais Tauaruã, Igarapé Grande, Rio Passiá, Floresta Nacional JAMICIA e ao longo da BR-230 (antiga Transamazônica), provavelmente, esquecidos numa gaveta da mulher do militar (Aline...) quando ocupava o posto de substituta-chefa da antiga Unidade do ICMBio, em Lábrea.

Um novo esboço (croqui de obras) foi repassado à Reportagem. O documento revela invasões de terras públicas e privadas de suposta autoria dos acusados Francisco Campos Pinto e o parceiro Munir SAID dentro do “Plano de Expansão Urbana da Cidade de Lábrea 2024-2028”. Servidores do extinto Setor de Terras da Prefeitura indicaram os imóveis a serem invadidos pela dupla, composto de um croqui e/ou desenho esquemático, feito à mão livre que denuncia a participação, também, do genro de Jesus Batista de Souza (O Fátimo), em tomada de empréstimo a donos de imóveis e a particulares.

De forma simplificada a estrutura das invasões recentes contemplariam as áreas dos ramais centrais e laterais próximas aos rios Purus, Passiá, Umari, Assuã e terras da União ao longo da BR-230 em direção à vizinha cidade de Humaitá. Integraria a suposta estrutura esquemática, ainda, ex-Procuradores da Câmara, Prefeitura de Lábrea, um Oficial de Justiça, policiais civis, militares (+ reformados), advogados, um agrimensor, contadores e advogados com escritórios na cidade e investidores recém-chegados à cidade.

Cortejado por políticos locais devido ao suposto grau elevado de conhecimento na lide policial do município e região Sul do município de Lábrea, Francisco Campos Pinto e/ou simplesmente Campos (O Menino de Ouro da 4ª CIA Independente de Polícia Militar em Lábrea), a exemplo do ex-colega falecido NEILTON, “teria ficado milionário com negócios bons e justos por meio da própria empresa que comercializa produtos regionais, pescados e gado bovino” (veja imagem).

Em Lábrea, depois da última prisão na Capital Manaus, o militar continua à disposição de trabalhos administrativos internos na 4ª CIA. Durante longo tempo transitou com desenvoltura nas gestões de Gean Campos de Barros, Mabi Canizo, Carlos Galvão (FUNAI), Jesus Batista de Souza, na segurança no Fórum e na Promotoria Pública, até 2023-24.

Foi ovacionado por um político do PODEMOS, inclusive “furando fila de espera por atendimento”. Segundo rumores internos deste partido, em 2025, “o político o teria ajudado a regularizar uma empresa e a, supostamente, indicá-lo para a futura Secretaria Municipal de trânsito e Mobilidade e/ao DETRAN local, uma vez que é habilitado para a função pelo órgão e pela Policia Militar do Governo do Estado”.

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FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY

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