Lábrea (SUL DO AM) - Ovacionados pelo público num dos mais esperados ato cidadão, o prefeito e o vice-prefeito, Gerlando Lopes (PL) e João Roberto (PODEMOS), do município de Labrea, no Sul do Amazonas, foram diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE- AM), no dia 16 passado.
A cerimônia foi realizada no auditório da Escola Estadual "Santo Agostinho", localizada na região central da cidade Labrea. O local ficou pequeno para o público que acorreu ao evento. Por sua conta e risco, aliados dos novos governantes labreenses, sugerem que a posse dos eleitos seja realizada no ginásio poliesportiva da cidade.
Em seu discurso, o prefeito eleito Gerlando Lopes agradeceu "a Deus por te-lo levado a conquistar o posto e aos cidadãos labreenses por depositarem nele e no vice-prefeito, João Roberto, toda a confiança possível para que façamos um governo justo, participativo e igualitário".
A reportagem, afirmou o interesse de restabelecer a esperança de uma vida melhor para todos e reafirmou, no entanto, que, "serei e seremos prefeito e vice-prefeito de todos os cidadãos labreenses". O discurso teve como foco o lema da campanha "Esperança e oportunidade para todos", indistintamente.
Segundo ainda disse, "precisaremos do apoio de todos, do povo e dos vereadores eleitos reeleitos para que mudemos e transformamos a cara da nossa cidade para melhor".
Em linhas gerais, prefeito e o vice-prefeito do município de Labrea, localizada no interior do Amazonas, a 702 quilômetros da Capital Manaus, tem, agora, "a oportunidade de crescer, cujo foco será o seu crescimento econômico e social". Através da ação dos novos membros do Executivo, a população nativa labreense, "acredita na determinação da obrigação de fazer o que não fizeram, até agira".
Segundo o consultor João Roberto Soares, 53, "Lábrea, enquanto município Polo da mesorregião do Purus, através das ações do Executivo e parlamentares, pode se tornar um verdadeiro de obras necessárias para gerar emprego e renda a população". Nesse ponto, a busca por recursos estaduais e da zunido, será fundamental para garantir as mudanças e transformações anunciadas, em campanha, pelos novos governantes já a partir de 1o de janeiro de 2024.
Para o vice-prefeito João Roberto, 37, "precisaremos reordenar as receitas, sobretudo para que tenhamos condições de investimentos maiores no que mais a população precisa, de imediato, na educação, saúde, infraestrutura, para que sejam gerados empregos e renda para todos".
Segundo análise obtida pela reportagem, "em média, o município perderia cerca de R$ 800 mil reais por não tributar o gado bovino do Sul de Labrea". Situação semelhante, ocorreria com a exportação do pescado e produtos regionais de grande aceitação nos mercados de Manaus, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e São Paulo.
Em conversa sobre o assunto, durante visita de cortesia ao escritório do vice-prefeito, na Capital Manaus, ventilou-se a oportunidade de implementação de políticas desenvolvimentistas voltadas ao agronegócio sustentável. Além dessa ociosidade, outro foco para que o município se destaque, "a questão social envolvendo jovens e adolescentes, deve ganhar força no novo governo". Segundo João Roberto, "não podemos perder nossos jovens para caminhos que não sejam para seu próprio desenvolvimento pessoal, da educação e da sua qualificação para o mercado de trabalho".
Fora do novo eixo politico-administrativo que tomara lugar na Prefeitura a partir de 1o de janeiro do ano que vem, setores ouvidos pela reportagem durante o ato da diplomação dos novos eleitos para o quadriênio 2025-28, "a população creu que Gerlando Lopes e João Roberto, já apontaram caminhos para se enfrentar a crise a que Lábrea está mergulhada ao menos 40 anos. De fontes fidedignas, a reportagem obteve informações dando conta que, "será preciso buscar a intervenção federal nos casos de possíveis irregularidades na educação (urbana e indígena), saúde e nos programas de erradicação do trabalho infantil e da promoção social. Além de se reaver, segundo dirigentes da Associação dos Professores Municipais de Lábrea (APML), "de se rastrear pelo GAECO federal o verdadeiro uso e destino dos recursos oriundos do FUNDEB e dos predatórios do antigo FUNDEF, nos últimos dezesseis anos de governo emedebista".

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