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Terça-feira, 19 de Maio de 2026

Policial

SEM O RIGOR DA CORREGEDORIA E OUVIDORIA DA PM, GUARNIÇÕES DE RUAS DA 4ª CIA/PM DO COMANDO DE LÁBREA MANDAM NOVA VÍTIMA DE ESPANCAMENTO E TORTURA

POR ALEGAR NÃO USO DE CAPACETE DIRETO PARA O HOSPITAL DA CIDADE

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Por TUDO AMAZÔNIA
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SEM O RIGOR DA CORREGEDORIA E OUVIDORIA DA PM, GUARNIÇÕES DE RUAS DA 4ª CIA/PM DO COMANDO DE LÁBREA MANDAM NOVA VÍTIMA DE ESPANCAMENTO E TORTURA
Leia “peia dos policiais acusados por não usar capacete” em motivo fútil
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"Nenhum delito, por mais grave que seja, justifica a prática de outro, em especial pelos agentes investidos pelo estado para preservarem a ordem pública", afirma desembargadora do Tribunal de São Paulo sobre crimes atribuídos a policiais militares violentos ainda existentes no país e, especialmente no interior do Amazonas.

Cidadão de Manaus torna denuncia violação dos direitos humanos por policiais militares, em Lábrea/AM;

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Por conta e risco de policiais que compõem guarnições de rua da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar no município de Lábrea, na terça-feira (25), policiais já conhecidos por supostos cometimentos de agressões, torturas e abusos a pessoas sob uma possível averiguação, e depois são levadas à Delegacia local da Polícia Civil e/ou para lugares distantes da cidade, “detiveram e prenderam um motociclista sem o uso de capacete e o torturam, na sequência” (veja vídeo).

Vítima de sevícia policial é atendida no Hospital Regional da cidade;

O novo fato repercutiu em Manaus, São Paulo e em Brasília em meio a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Senado Federal e em parte do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Porém, em Manaus, nenhuma manifestação do Governador Wilson Lima (UB) e do Alto Comando da PM do Amazonas foi anunciada sobre policiais suspeitos de abuso de autoridade, violência nas ruas, homicídios (+ tentativas), achaques e/ou suposta venda de proteção policial enquanto servidor público.

O caso de mais uma vítima, supostamente seviciada dentro das instalações da delegacia de Polícia Civil mereceu atenção de cidadãos de fora do município e levou uma pessoa a divulgar um vídeo das agressões que atesta as gravidades dos ferimentos registrados durante intensa sessão de espancamento, entre chutes, tapas na cara, uso do método de tortura praticado na Ditadura Militar contra presos políticos conhecido por “telefone” (a tortura provocava o rompimento imediato dos tímpanos das vítimas seviciadas por militares e agentes do extinto Serviço Nacional de Informações, o famigerado SNI).  

Castanheiro é assassinado na RESEX Ituxi/ICMBIO (Cachoeira Santo Antônio)

TRISTE HISTÓRICO DAS POLÍCIAS NO PURUS - Não é a primeira vez que policiais da 4ª CIA/PM são colocados na berlinda e sob uma forte suspeição de crimes de violação dos direitos humanos na história da instalação dos comandos da PM no interior dos municípios da mesorregião amazonense do Purus. Há notícias bombásticas sendo encaminhadas à OAB-DF, (ainda não totalmente apuradas) dando conta da existência e funcionamento nos municípios do Purus e do rio Madeira, “de um poderoso consórcio do crime organizado atuando, supostamente, composto por ex-policiais militares e ex-agentes da Polícia Civil do Amazonas”.

Corpo com 19 tiros desembarca no porto da cidade de Lábrea/AM;

Sobre o assunto, sabe-se, no entanto, que os supostos percussores de uma possível descaracterização do papel constitucional das polícias Civil e Militar na mesorregião amazonense do Purus, “teria começado nos idos dos anos 2013-24, com forte presença e repercussão negativa ao Estado do Amazonas nas áreas de fazendas griladas em terras pertencentes à União sob a responsabilidade da 15ª Superintendência Regional do INCRA e região Sul do Amazonas, trata-se do tenente BRUNO (veja imagem) e serventia de equipe liderada pelo falecido policial militar conhecido por NEILTO (vítima de câncer e que, nos segundos finais de vida, aceitara a Jesus Cristo como seu único Salvador, segundo pastor revelou à Reportagem).

Delegacia de Polícia civil, segundo a denúncia, PMs quase mataram a vítima de porrada;

O QUE É E PRA QUE SERVE A PM – As violações aos direitos de uma nova de tortura, coação e constrangimentos ilegais por agentes do Sub-Comando de Guarnições de Rua da Polícia Militar da 4ª CIA/PM, em Lábrea, “teriam contado com a suposta omissão combinada com um esquema de suposta prevaricação atribuída a policiais civis de plantão”. Essa notícia de fato, também, repercutiu em outras Comarcas do Estado, nas capitais brasileiras, da Amazônia e da comunidade internacional devido a gravidade das denúncias veiculadas simultaneamente via redes por Whatsapp e plataformas digitais.

Prova de impunidade? Advogada deu cano em herdeiros e continua solta. Por que será?

Junto à Associação dos Advogados dos Pobres do Brasil, Organização dos Estados Americanos (OEA), do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos (na Suíça) - que já defende a extinção da Polícia Militar do Brasil – o caso teve também forte repercussão ainda na OEA para assuntos da América Latina. “Essa nova vítima e outras testemunhas de crimes recentes no campo no Sul do Amazonas, serão colocadas no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas” vez que “uma simples imagem feita na delegacia local pode comprometer a vida desses cidadãos devido ao histórico de crimes recorrentes e ainda não esclarecidos pelas autoridades locais”.

Nenhuma acusação sobre “subtração de tabletes de cocaína foi comprovada. Piloto narcotraficante é interrogado, ainda em solo. 

Apesar do silêncio que acomete administradores de Whatsapp e de outras plataformas digitais acreditados nas cidades da Calha do Purus e Madeira, a maioria se omite em denunciar crimes de violação dos direitos humanos, fraudes cometidas por advogados, representações de financeiras de “empréstimo consignado” contra beneficiários do BPC-LOAS, SUS, Auxílios, Bolsa Família e PÉ de Meia, além de aposentadorias junto à Previdência, “esses senhores não tem impedido uma ampla repercussão dessas notícias de fato, muitas vezes, ignoradas por agentes e órgãos de controle criados para investigá-los e responsabilizar os envolvidos”.

Policial Civil causa acidente e a sociedade não foi informada sobre abertura do IP-PC, em Lábrea/AM

CORREGEDORIA, MP-MPF-AM – Apesar das representações do Ministério Público, através das Promotorias e Núcleos da Defensoria-Geral do Estado nas comarcas, “casos sensíveis de ameaça, coação, constrangimento ilegais, invasão de propriedades, estupro de vulneráveis, estelionato, fraudes cartoriais e homicídios    seriam resolvidos, antes dos julgamentos dos envolvidos, ainda nas delegacias  e/ou através do artifício – mesmo que amparado em leis – da prescrição em virtude das testemunhas e/ou denunciados estarem em suposto lugar incerto e não sabido”, confidenciam advogados que se consideraram frustrados em ações até 2024.

Advogado que permaneceu impune, as famílias das vítimas de estupro de vulneráveis, o botaram na cadeia com atuação de Delegada Especial da SSP-AM;

Nos casos de âmbito federal, que exigem a presença de serventuários do Poder Judiciário Federal (JUSF-AM) através de Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos, da Defensoria Pública e da Polícia Federal do Amazonas, vítimas potenciais não contam com a certeza de ganho de causa em órgãos municipais e estaduais (sem condições financeiras) “chegam a ser confrontadas, seguidas e ameaças por supostos policiais nas ruas e isso os fariam desistir de ações em defesa dos seus próprios direitos”, acrescentaram operadores do Direito que alegam prejuízos financeiros nas comarcas do Sul do Amazonas.

Para conter o avanço de execuções de campesinos no Sul de Lábrea só a  ida da da Força Nacional de Segurança. Os crimes só aumentam, vertiginosamente

A maioria, após procurar Núcleos das Defensorias não sabem como acompanhar virtualmente - por apresentar baixa escolaridade - a situação e encaminham o caso para escritórios particulares que, ao final de tudo feito, “não podem pagá-los por falta de dinheiro durante a apuração acerca, por exemplo,  da falta de defensores, de uma Delegacia da Polícia Federal (DPF-AM) e da Defensoria Pública da União (DPU) para apurar assassinatos, incêndios de propriedades, fraudes em cartórios, tomadas de sítios e lotes à força pelo agronegócio bovino e madeireiro em assentamentos e em ocupações de terras da União por povos tradicionais cujas lideranças e castanheiros, indígenas, quilombolas e extrativistas continuam sendo dizimadas por meio de crimes de pistolagem atrás do toco. 

 Governador e exortado a intervir para conter avanço da violência policial nos municípios do Purus e Madeira.

Os maus policiais militares precisam ser extirpados da Corporação. No flagrante, policial envolvido em uma suposta ocultação de cadáver

No tocante a policiais militares e agentes da Polícia Civil suspeitos de irregularidades e violação dos direitos humanos no cumprimento do dever nos municípios do Purus (seria uma minoria e não toda a corporação militar), apesar de notícias dos fatos tornadas públicas, agentes da segurança do Estado no Sul do Amazonas, em casos já públicos e notórios, continuam impunes (veja imagens), devido ao uso excessivo de uma suposta força policial já institucionalizada (?) criada ilegalmente para impedi-las junto à uma rigorosa apuração por parte da Corregedoria e Ouvidoria da Polícia Militar do Amazonas.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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