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Domingo, 03 de Maio de 2026

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DIRIGENTES PETISTAS DO LOTEAMENTO ORQUÍDEAS 1, 2 E 3 EM MANAUS PODEM SER PRESOS SE COMPROVADAS DENÚNCIAS DE VENDA DE IMÓVEIS DO MINHA CASA MINHA VIDA LEVADAS AO PRESIDENTE LULA

Em vez disso, os imóveis passaram a ser desocupados de forma ilegal, debaixo de violência policial e com mobiliários jogados nas ruas; e reocupados por terceiros.

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DIRIGENTES PETISTAS DO LOTEAMENTO ORQUÍDEAS 1, 2 E 3  EM MANAUS PODEM SER PRESOS SE COMPROVADAS DENÚNCIAS DE VENDA DE IMÓVEIS DO MINHA CASA MINHA VIDA LEVADAS AO PRESIDENTE LULA
A placa atesta financiamento pela CAIXA sujeito a auditoria do Governo.
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MANAUS (AM) – A demora na liberação das casas do Loteamento Orquídeas do Lago Azul, na região Norte da Capital Manaus, dentro do padrão exigido pelo Governo Federal, tem facilitado a ação de uma suposta milícia acusada de invadir e vender imóveis do Minha Casa Minha Vida. O empreendimento é destinado a mulheres vítimas de violência doméstica e sem teto e não particulares.

Em Manaus, a Superintendente, segundo recepção da CEF-AM, não fala sobre o assunto

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Em vez disso, os imóveis passaram a ser desocupados de forma ilegal, debaixo de violência policial e com mobiliários jogados nas ruas; e reocupados por terceiros. Nas desocupações aparecem atuando o marido da presidente da Associação de Mulheres Orquídeas, Francis Arthur Telles e um suposto policial civil alcunhado “LUIZ” comandando “a reintegração dos imóveis à entidade por suposto abandono com as famílias dentro para depois os vender” (Veja vídeos).

 Flagrante de tentativa de expulsão de famílias comandada por Francis Telles (PT-AM) e suposto Policial Civil (Vulgo LUIZ da Associação).

Recentemente, uma moradora foi abandonada pelo marido com os filhos. Autorizada (?) a alugar o imóvel pela presidente da referida associação do loteamento, professora Cristiane Amaral Sales Telles, essa o vendeu a duas pessoas ao mesmo tempo com toda mobília.

- Antecedentes antes invisíveis

A suposta inquilina, apesar de testemunhas presentes na sede da entidade durante a autorização (?) dada por Cristiane e o aval das assistentes sociais, se recusa a devolver o imóvel. A nova proprietária apresentou documentos de compra e venda passado por Cristiane e o marido Francis Telles.  

 Denúncias contra Cristiane Sales e Francis Telles abarrotam o MPF e o Judiciário amazonense

Essa prática considerada criminosa, segundo o consultor João Roberto Soares, 53, “viria acontecendo ao menos 13 anos sem desfecho nas barbas da Superintendência Regional da CAIXA do Amazonas”. Fatos iguais a esse, revelaram moradores da 3ª Etapa do Loteamento Orquídeas, motivaram inquéritos junto ao Ministério Público Federal (MPF-AM), Tribunal de Justiça (TJAM) e na mídia amazonense.

 

Justiça Federal ainda apura invasores de prédios da União

Investigação privada atestou a existência de uma Associação de Mulheres e supostos núcleos de invasores atuando dentro da Central Por Moradia Popular (CMP-AM) para ocupar imóveis financiados pela CAIXA e em prédios do Governo no centro de Manaus. Sobre o assunto, ninguém foi encontrado no antigo endereço da entidade, localizado no bairro São Francisco, região Sul da Capital Manaus.  

Apesar de responder por mais de 34 processos no Judiciário amazonense, Cristiane Amaral Sales e o marido Francis Telles continuariam recheando as páginas da crônica policial amazonense com escândalos envolvendo o empreendimento. “Como a venda ilegal de material de construção dos imóveis financiados através CAIXA do Programa Minha Casa Minha Vida”.

As supostas falcatruas, diante da inércia de parte do Poder Púbico amazonense (Municipal, Estadual e Federal) fazem parte de um rico “dossiê contendo atividades, sensíveis e operacionais, do casal Cristiane e Francis Telles, quem mora em condomínio de alto padrão na Zona Oeste de Manaus”. O documento contém histórico sobre invasões desde o primeiro Governo LULA (2003) e envolvendo movimentos sociais ligados ao PT-AM e a Universidades Públicas.

  • Esses movimentos alegam lutar pela posse de terras e moradia digna à população em situação de vulnerabilidade social e pessoal, afirmam acadêmico do serviço social cujas mães foram vítimas da dupla ainda impune, diz ex-mestre de obras da empresa de Francis Telles depois de processá-lo por dívidas trabalhistas.

Francis Telles (E dentro do circulo) acompanha 1ª Auditoria-Geral da CAIXA/DF

Por sua conta e risco, moradores informaram em 2022-23 ao Ministério Público Estadual e Federal sobre a ação de uma suposta milícia atuando dentro do Loteamento Orquídeas. O empreendimento é destinado a mulheres vítimas de violência doméstica e sem-teto. A entidade que coordena o projeto é ligada ao PT do Amazonas.  

 Militar cumpriu três imóveis e fez casa de eventos no Residencial

Atualmente, cerca de 70% dos imóveis estaria ocupado por policiais (civis e militares). Além de assistentes sociais da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), empresários e familiares dos dirigentes de Movimento de Luta Por Moradia Popular e do casal Cristiane e Francis Telles.  

O dossiê - a que se referem moradores da 3ª Etapa do Loteamento Orquídeas – será repassado à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN-DF), ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI-DF) e à Secretaria Geral da Presidência da República para que o presidente Lula da Silva (PT-SP) seja informado para, no mínimo, determinar a Polícia Federal (DPF-AM) a investigar o caso em tela.

 

Na Capital Manaus, o casal dirigente da Associação de Mulheres do Movimento Orquídeas Por Moradia (MMMO) é acusado ainda da suposta venda de material de construção (telhas, pias, portas e janelas) além de alterar os cadastros originais das mulheres sorteadas que deveriam ter recebido os imóveis com padrão impresso do Programa de Habitação Minha Casa Minha Vida (MCMV), ao menos 13 anos atrás.

  • À espera de realizarmos o sonho da casa própria, nós, as moradoras, agora, reivindicam na Justiça a posse dos imóveis, acrescentaram potenciais sorteadas da lista original encaminhada ao Ministério do Desenvolvimento Social e da Família (MDS-F).

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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