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Domingo, 03 de Maio de 2026

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COMANDANTE DO COMBOIO DE BALSA DE GRANDE PORTE QUE COLIDIU COM TERMINAL HIDROVIÁRO NA CIDADE DE BORBA FUGIU DO LOCAL

AGORA PODE SER RESPONSABILIZADO POR SUPOSTA IMPERÍCIA E DANOS AO PRATIMÔNIO PÚBLICO

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Por TUDO AMAZÔNIA
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COMANDANTE DO COMBOIO DE BALSA DE GRANDE PORTE QUE COLIDIU COM TERMINAL HIDROVIÁRO NA CIDADE DE BORBA FUGIU DO LOCAL
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BORBA (SUL DO AM) – Após o incidente do comboio de balsas de grande porte que colidiu com a parte frontal do Terminal Hidroviário desta cidade, a 149 quilômetros da Capital Manaus, o prefeito Raimundo Santana (REPUBLICANOS) afirmou que “irá reconstruir o porto”. Mas não deu garantias de que as operações de embargue e desembarque iriam ser retomadas, em curto ou em médio prazo.

Segundo o gestor municipal “o porto é de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT)”. Toco Santana (como é mais conhecido na região), disse que “a empresa proprietária da balsa ainda não teria sido identificada”. Porém, no domingo 23, acionou a Procuradoria do município para definir qual medida a ser tomada.

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O incidente ocorreu na tarde do último domingo, depois de uma suposta manobra por parte do comandante do comboio. Na opinião de comandantes de embarcações locais, “foi uma manobra desastrosa”, já que “o porto de Borba é visível a olho nu, por todos os ângulos da navegação pelo rio Madeira”, acrescentaram.

“Para quem passa, chega ou sai, a visão panorâmica é quase a mesma”, pontuou o prático Wanderley Pantoja, 67. Ele diz que, “numa situação adversa, no período de inverno rigoroso, a visão só é dificultada quando há nevoeiro ou penumbra formada por chuvas torrenciais”.

O incidente danificou as estruturas do Terminal Hidroviário local com o desprendimento das amarras do complexo de atracação e possibilitou o deslizamento das unidades para passageiros e veículos, o que fez com que o rio as engolisse em segundos, adiantaram testemunhas que registraram em vídeo o acontecimento.

“O comandante do comboio das balsas, pode responder por suposta imperícia ou por muito crime de dolo”, segundo diz o consultor João Roberto Soares, 53.  

- Felizmente, não houve vítimas fatais; só danos materiais informou o prefeito Toco Santana após inspecionar o local do episódio.  

De acordo com autoridades marítimas, “é dever do Comandante da embarcação, além de outras obrigações legais pertinentes, além de cumprir e fazer cumprir Normas e Procedimentos pré-estabelecidos em quaisquer ocorrências durante o curso do plano de navegação”. Inclusive o de socorrer outras embarcações em situação de risco para prestar socorro, em casos de acidente ou de mal súbito que a ele recorrer”.

  • Foi o que não fez o comandante responsável pelo comboio, declarou um despachante fluvial que minutos antes ter desembarcado no Terminal Hidroviário da cidade.

Registro do exato momento do rompimento dos cabos de amarração do porto

A fonte observou ainda que o comandante deixou o local sem prestar socorro e não desligou os motores para que tomasse ciência da ocorrência que acabara de se envolver, inclusive tornando a tripulação de uma possível perseguição. Segundo disse, “a legislação permite a qualquer cidadão e autoridade denunciar o comandante, autor da infração, bem como a empresa proprietária junto ao Tribunal Marítimo para reaver direitos” – e potenciais prejuízos.

Com relação ao município, o prefeito da cidade, apesar da fuga da embarcação causadora do incidente com o porto, além da representação do DNIT no Amazonas, “deve procurar o 9º Distrito Naval (sediado em Manaus) para acompanhar o desfecho do caso numa tentativa de prevenir novos incidentes no curso do Rio Madeira, uma área da competência da Capitania dos Portos”.

Enquanto isso, as operações de embarque e desembarque de cargas e passageiros continuam suspensas no Terminal Hidroviário do município de Borba.  

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY - NBONEWS
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HENRIQUE FERRAZ

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