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Terça-feira, 21 de Abril de 2026

LÁBREA - AM

DESTACADA PELA PUJANÇA DA FESTA DO SOL E APONTADA COMO CIDADE MAIS BONITA DO PURUS, LÁBREA FAZ 140 ANOS COM PRETENSÃO DE TRANSFORMAR DESAFIOS EM CONQUISTAS

ELA É CONSIDERADA A CAPITAL CULTURAL E ECONÔMICA DA REGIÃO

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
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DESTACADA PELA PUJANÇA DA FESTA DO SOL E APONTADA COMO CIDADE MAIS BONITA DO PURUS, LÁBREA FAZ 140 ANOS COM PRETENSÃO DE TRANSFORMAR DESAFIOS EM CONQUISTAS
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HUMAITÁ (SUL DO AM) – Com vista para o rio Purus e dona de um Por do Sol invejável e o mais irradiante da região, a cidade de Lábrea, a 702 quilômetros da Capital Manaus, no próximo dia 7 de Março vai completar 140 anos de fundação, com a pretensão de se transformar na Capital Cultural e econômica da região.  

Fundada pelo coronel Antônio Rodrigues Pereira Lábrea, a cidade amazonense é conhecida como “Princesa do Purus e Cidade do SOL” está localizada no Sul do Amazonas às margens do rio Purus e seus afluentes. Segundo dados oficiais, “é um município com grande destaque socioeconômico e continua dono de um dos maiores Produtos Internos Brutos (PIBs) da região”.

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Turistas "primam por café da manhã sortido". Pagam bem e retornam, se sentirem muito acolhidos.

Numa visão geral, Lábrea é possuidora de um dos quadros naturais, geográficos e destaca-se por seu crescimento potencial em diversas modalidades do turismo de aventura, com especialidade à Pesca Esportiva     voltada à captura de Tucunaré nos rio Ituxi e lagos do Médio Purus, incluindo o Turismo de Natureza com praias fluviais e trilhas ainda rústicas na floresta.

 A BR-230 (antiga Transamazônica) termina na cidade de Lábrea. Começa no estado da Paraiba (Na Ponta do Seixas).

Cidade bonita e acolhedora, Lábrea pode se dá ao luxo de ter pontos turísticos e a sua floresta natural ainda não explorada por turistas e estudiosos da Natureza; à exemplo das Reservas Extrativistas Rio Ituxi, Médio Purus, Floresta Nacional do Iquiri, aldeias indígenas, áreas com teor bucólico existentes ao longo do Baixo Purus, BR-230 (com início na localidade da Ponta do Seixas, no estado nordestino da Paraíba) incluindo zonas de território seco (Capihã, Tawarhuã, Igarapé Grande e outras) ribeirinhas refletidas na beleza dos rios Mucuim, Paciá, Assuã e adjacências.

Fluxo de pessoas antes e durante eventos na cidade é grande e frenético. Movimentação na atravessia do Rio Mucuim.

Nessas localidades é possível que o turista, dependendo da temporada (baixa ou alta estação) encontre o boom da monocultura da farinha de mandioca, frutíferas, hortaliças, goma regional (há décadas importada pelo festejado agricultor Luiz Gonzaga, o Rei da Goma, direto do Paraná e região para o fabrico de farinha de tapioca e seus subprodutos), o pé de moleque da senhora Duarte do ramal Igreja da Paz, o artesanato Apurinã da indígena Alvina Quaresma, das farinhadas da Dona LOURA, do Antônio Sena, hortaliças do Damiãosinho, da castanha e os petiscos, frios, gelados e o pescado da hora do agricultor Antônio Xavier Lamego, tudo num só ambiente de lazer e entretenimento à beira do Purus, de frente para o melhor e mais irradiante Pôr do SOL da cidade de Lábrea (+ som ao vivo).

Enquanto o poder público ainda não definiu em qual segmento do turismo vai apostar nos próximos anos. Há diversas áreas disponíveis, “todas oferecendo bom retorno se houver investimento pesado”. Como, por exemplo, nas mais  diversas modalidades, o foco principal seria investir na formação de pessoal hoteleiro, gastronomia, artesanato, camping, pesca esportiva, guias bilíngues (para atuar na recepção e descrição do rico patrimônio artístico, cultural e natural do município), eventos católicos, retiros espirituais, manejos do Pirarucu, Festa do SOL, Festival Folclórico, Carnaval, Campeonato da Floresta, Rústicas, Marcha Para Jesus, etc.).

– Essas exigirão, ainda, a apresentação de um calendário fixo de eventos em todas as modalidades do Turismo, bem como programas e projetos paralelos com foco na atração de turistas para fazer girar a economia local, aponta João Lemes. .

DICAS E FITAS DADAS – Como chegar e o que fazer na cidade de Lábrea de forma mais rápida e barata, mesmo no inverno amazônico. A Reportagem cobriu a 33ª Edição da Festa do SOL do ano passado. Nos giros pela Praça da Igreja Matriz, nas ruas do Comércio, Supermercado GR (aberto por 16h), mercados e feiras, bares, restaurantes, pontos de taxi, mototáxi, rede bancária, terminal rodoviário, hidroviário (porto da Comara), ao longo da praia e da Orla, “o pessoal de fora sugeriu maior envolvimento do poder público, do município, do Estado e do Governo Federal”.

Lábrea Alegre e receptiva.

  • Tá bom, mas, podem melhorar muito mais para que a cidade de Lábrea se transforme no principal circuito do Turismo de Aventura, da Pesca Esportiva e da Natureza, deixou escapar um sociólogo que pediu anonimato da identidade.

 Recepção em comunidades tradicionais do Purus

 A borracha (seringa)  foi retomada. Na sequência, cenário da rotina dos nativos

Através das secretarias credenciadas que participam da elaboração dos eventos de época da Prefeitura da cidade, o Consultor João Lemes Soares, exortou o prefeito municipal para que incentive os empreendedores e pequenos negócios. O mercado já abriu as portas para a cidade e agora, segundo ele, “buscar o Estado e a União para juntos darem o seu melhor, mas, de forma mais agressiva, propondo projetos e estratégias inovadoras para garantir investimentos na área”.

 Contadores de "estorias" e assombrações juram de pés juntos que "a réplica acima seria de uma suposta Mapinguari ou um bicho-preguiça gigante". Caçado, sumiu, ninguém viu!

Artesanato Apurina a mostra. Turistas na mira dos negócios, em breve

 No foco, o artesanato Paumari, a Festa do SOL na Orla, o prefeito e o Luiz Gonzaga, "O Rei da Goma".

“A cidade de Lábrea não é mais a mesma do passado recente”, ressaltou o técnico ambiental e documentarista Whashington Charles Cordeiro. Segundo ele, “o turista mais exigente é reclamão, mas, gasta em roupa lavada, passada, quer comer bem, beber da melhor bebida, busca ainda lazer e entretenimento”. Em meio a tais exigências, bares, restaurantes, rede hoteleira e o comércio de variedades, paralelamente, “gasta mais um pouquinho com souvenirs para os entes queridos, como camiseta, pulseiras, cordões, anéis, bonés, cangas, bermudas, chapéus, viseiras, miniaturas de animais silvestres, artesanato com foco no imaginário amazônico”.

 O portal TUDOAMAZONIA da as boas-vindas ao grande público que vai, certamente, acorrer e prestigiar o aniversário dos 140 anos de fundação da pujante cidade de LABREA (2025-28).

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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