LÁBREA (SUL DO AM) – Mesmo após o sucesso da cirurgia que fez para a retirada de um suposto tumor maligno da cabeça em passado recente, o empresário Aurivaldo Moreira de Almeida (mais conhecido como BODE VÉIO) da cidade de Lábrea, no interior do Amazonas, o câncer pode ter voltado apesar de um rigoroso tratamento bem sucedido por ele.
Inesperadamente, o empresário labreense foi levado a um hospital em São Paulo para exames de rotina e de repente médicos o tiveram que entubá-lo. A informação ainda não foi confirmada pelos familiares. Porém, a notícia de que “BODE VÉIO” estaria com um quadro clínico bastante preocupante para o momento.
- E correu depressa, deixando até adversários políticos sensibilizados com a situação, confidenciou com a reportagem alta fonte da Prefeitura da cidade de Lábrea, no domingo 16.
Em dezembro passado, empresário Aurivaldo Moreira de Almeida, segundo parte da mídia local, distribuiu cerca de 2 mil cestas básicas e 2 frangos para famílias carentes em Lábrea num gesto de solidariedade e gratidão”.
De acordo com relatos de amigos e familiares, “esse ato de generosidade foi motivado por um profundo sentimento de gratidão”. Aurivaldo Moreira de Almeida havia passado por uma delicada recuperação após a retirada de um câncer na cabeça, e o sucesso do tratamento o inspirado a retribuir o apoio e as orações recebidas durante sua luta contra a doença.

O mês de dezembro foi marcado por um gesto de solidariedade e gratidão em Lábrea. O empresário Aurivaldo Moreira de Almeida, reconhecido como o maior empreendedor da região, distribuiu 2 mil cestas básicas e 2 mil frangos para famílias carentes da cidade.
O ato de generosidade foi motivado por um profundo sentimento de gratidão. Aurivaldo passou por uma delicada recuperação após a retirada de um câncer na cabeça, e o sucesso do tratamento inspirou o empresário a retribuir o apoio e as orações recebidas durante sua luta contra a doença.

No Natal de 2024 distribuiu cestas aos carentes de Lábrea
À época, o empresário, em plena recuperação “agradeceu a Deus e a todos que rezaram pela minha recuperação”. Ele dizia que “essa distribuição é uma forma de demonstrar minha gratidão e contribuir com quem mais precisa neste momento de celebração e esperança”, declarou Aurivaldo durante a entrega dos donativos.
As cestas básicas e os frangos foram adquiridos diretamente pelo empresário, que organizou uma logística eficiente para garantir que os itens chegassem às famílias mais necessitadas. A ação gerou grande comoção na comunidade e reforçou a imagem de Aurivaldo como um exemplo de liderança solidária, na cidade.

ESTADO ATUAL – Contatos feitos com supostos amigos do empresário sobre a operação o seu translado em busca de um centro médico-hospitalar da cidade de São Paulo, atestariam que “ainda em Lábrea, em meio a familiares, Aurivaldo Moreira de Almeida, já não reconhecia ninguém”. Possivelmente, com o possível retorno da doença, “efeitos colaterais do pós-operatório devem ter piorado o seu estado de saúde” – antes tido como, plenamente, estabilizado.
O gesto não apenas aliviou a situação de diversas famílias, mas também trouxe uma mensagem poderosa de esperança e empatia. “O Natal e festividades de Ano Novo são um momento de unirmos nossos corações e espalharmos bondade. Que esse ato inspire outros a fazerem o mesmo”, afirmou uma moradora local que foi beneficiada pela ação.

AVALIAÇÕES - Segundo especialista no assunto – cuja identidade permanecerá oculta – as dúvidas frequentes entre pacientes portadores de câncer que se acham curado, mas, que, mesmo após um tratamento bem sucedido a doença tenha voltado. O oncologista clínico disse que o retorno do câncer após um tratamento bem sucedido é chamado pelos médicos de recidiva ou recorrência tumoral.
Isso pode acontecer semanas, meses ou mesmo anos depois do momento em que o câncer primário ou original foi tratado, independentemente de esse tratamento ter sido realizado por meio de cirurgia ou radioterapia.
A chance de recidiva depende de vários fatores como, por exemplo, a localização e o tipo do câncer primário, além das características da anatomia patológica e clínicas do paciente.
É muito difícil para o médico ter certeza se o câncer irá recidivar, especialmente quando o tumor é diagnosticado no início e existe a possibilidade de tratamento curativo. “Seu médico pode fornecer mais informações sobre o risco de ter uma recorrência”.
O câncer pode recidivar quando pequenas áreas de células tumorais permanecem no corpo após o tratamento. “São micro metástases, invisíveis ao olho nu e indetectáveis pelos exames de imagem modernos”.
Com o tempo, essas células podem se multiplicar e crescer o suficiente para causar sintomas ou para serem localizadas por exames. Um tumor de 1cm³ abriga entre 100 milhões e 1 bilhão de células cancerosas; logo, metástases com um número pequeno de células dificilmente são detectadas.
Quando e onde um câncer recorre? Depende do tipo de câncer. Alguns tumores têm um padrão esperado de recorrência. A recidiva pode ocorrer basicamente de três maneiras:
- Na mesma parte do corpo que o câncer primário, chamada de recidiva local;
2. Perto de onde o câncer primário estava localizado, chamada de recidiva regional;
3. Em outra parte do corpo, chamada de recidiva à distância.
O câncer recidivado, mesmo que em outra parte do corpo, continua sendo classificado de acordo com o local onde o câncer primário se iniciou. Por exemplo, se um câncer de próstata evolui com metástase para os ossos, ele continua sendo chamado de câncer de próstata, ao invés de câncer de osso.
Vigilância após o tratamento
Ao finalizar o tratamento do câncer, o paciente deve realizar o que os médicos chamam de seguimento. Consiste em um acompanhamento por consultas e exames de rotina, com a finalidade de detectar uma eventual recidiva.
Dependendo do tipo de câncer, podem ser necessários exames de sangue, imagem ou ambos. Em algumas situações, apenas uma conversa e o exame físico serão suficientes. A frequência e a duração do acompanhamento dependem do tipo de câncer e de fatores individuais do paciente e, na maioria das vezes, têm duração mínima de cinco anos.
Se houver suspeita de recorrência, podem ser necessários outros testes de diagnóstico, como exames laboratoriais, estudos de imagem e biópsias.
Por isso é tão importante fazer o seguimento oncológico de acordo com a orientação do médico.
Por último, a boa notícia é que, quanto mais tempo passa após o tratamento com intuito curativo, menores são as chances de recidiva.


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