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Domingo, 03 de Maio de 2026

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GEAN CAMPOS DE BARROS É ACUSADO DE LIMPAR OS COFRES DA PREFEITURA DE LÁBREA, E NÃO INVESTIR NA EDUCAÇÃO BÁSICA, SAÚDE E NA INFRAESTRUTURA DA CIDADE

ALÉM DE NÃO ESCLARECER SUPOSTO ROMBO DE R$ 500 MILHÕES EM DÍVIDA HERDADA PARA A ATUAL GESTÃO

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GEAN CAMPOS DE BARROS É ACUSADO DE LIMPAR OS COFRES DA PREFEITURA DE LÁBREA, E NÃO INVESTIR NA EDUCAÇÃO BÁSICA, SAÚDE E NA INFRAESTRUTURA DA CIDADE
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LÁBREA (SUL DO AM) - O  Vice-prefeito do município de Lábrea (localizado na mesorregião amazonense do Purus), a 702 quilômetros da Capital Manaus, Contador especializado JOÃO ROBERTO (PODEMOS) fez uma revelação considerada bombástica das dívidas deixadas pelo ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB) a nova administração para o quadriênio 2025-28.

O público presente a cerimônia de posse dos novos chefes do Executivo Municipal considerou as dívidas, impagáveis para o momento incerto causado pela gestão passada, "um verdadeiro presente de grego aos novos mandatários".

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Segundo dados de um relatório detalhado as despesas praticadas em 16 anos atribuídos a Gean de Barros deixou todo mundo atônito e preocupado com a saúde financeira do município para os próximos quatro anos.

A dívida herdada pode complicar compromissos com pessoal, fornecedores e a Previdência Social, apontaram consultores.

Trata-se de um volume muito grande de contas a pagar pela atual gestão, disseram outros. "É inexplicável o tamanho dessa divida", o que significa  dizer que "não foram apenas os servidores a serem prejudicados, mas, fornecedores locais", acrescentaram fontes.

Enquanto isso, sabe-se, no entanto, que o ex-prefeito autorizou saques na boca dos caixas das três agências para garantir recebimentos por serviços não realizados a empresas da cidade e da Capital. Só o Banco do Brasil liberou cerca de R$ 1 milhão para dois aliados do ex-prefeito ao apagar das luzes.

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João Roberto Soares, 53, consultor jurídico de São Paulo com atuação na Amazônia, afirma que, "o novo governo pode e deve acionar o Judiciário na tentativa de ressarcimento do erário público". Inclusive propondo uma devassa nas contas da gestão passando para que possíveis recursos em contas no exterior sejam repatriados ao município de Lábrea, se existirem.

O documento lido, durante a cerimônia de posse dos novos eleitos Prefeito e Vice-prefeito, fez com que o ex-Prefeito presente ao evento, recebesse "uma espécie de aviso dando conta, em futuro próximo, que cada centavo subtraído e/ou mal empregado, deverá ser recuperado". Na opinião de políticos e analistas locais familiarizados com as gestões de Gean Campos de Barros, informaram que, "nunca, na história política de Lábrea, a Prefeitura teria sido tão saqueada como nos idos de 2012-2024".

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Para parte da população espremida nas dependências do ginásio coberto da Escola Estadual "Santo Agostinho", em Lábrea, "não aconteceu nada surpreendente em se tratando dos governos chefiados pelo então menino pobre Gean Campos de Barros e aliados, e atualmente, um dos políticos mais ricos do Estado".

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Diante da repercussão da noticia sobre o "rombo de cerca de R$ 500 milhões, essa dúvida é inédita para todos diante dos feitos anunciados pelo ex-prefeito na mídia corporativa paga na Capital Manaus e na vizinha cidade de Humaitá em portais, sites, rede de rádio e televisão com alcance no interior do Amazonas.

Não foi nenhuma novidade, porque professores e profissionais da saúde já haviam alertado os órgãos de controle sobre um suposto sumidouro de dinheiro público dentro da Prefeitura de Lábrea". Inclusive, desde as gestões dos ex-prefeitos "Evaldo Passar Amanhã" e Dedé de Melo que denúncias dessa monta teria chegado ao conhecimento das autoridades responsáveis em Manaus e em Brasília, revelam mais antigos.

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Estimado em R$ 500 milhões o montante da dívida herdada pela nova gestão, "o que se sabia era o prefeito fanfarrão Escobar falsa transparência na gestão dos recursos da saúde, educação, da infraestrutura e transferências oriundas do FPM, ICMS, IVV, convênios, contratos e repasses de emendas milionárias pelo viés da bancada federal.

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"Dinheiro não investido adequadamente na educação básica, saúde da população (urbana e indígena), na garantia da aposentadoria dos servidores só encostados e sujeitos a perda de direitos diante uma Moratória Pública que não pode se vangloriar de que " em quatro décadas obteve um alto índice produtividade na defesa inconteste dos direitos do cidadão labreense", diz conhecido serventuário abismado com a não prisão da cartorária Luciana Barroncas em ato inédito da Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

 

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Com a parte maior dos recursos, praticamente, surrupiados por maus gestores públicos por quase quatro décadas de governos emedebistas e aliados confessou "ganhando sem trabalhar em casa", a população labreense ficou sem qualidade de vida, bem-estar na velhice, infraestrutura, eletrificado (urbana e rural), programas sociais e de crescimento econômico capazes de gerar renda e emprego. De 2012 a 2024, o mal uso de recursos da educação básica possibilitou a condenação do, agora, "cidadão comum", Gean Campos de Barros a dois de anos de reclusão somados a outros 25 anos de cadeia por ordem da Justiça Federal. Ele recorreu enquanto aguarda julgamento em outros processos.

DIVIDA GIGANTESCA - Só a Amazonas Energia a gestão sob o comando de Gean de Barros foi estimada em R$ 60 milhões, sujeita a atualização no âmbito judicial. Montantes surpreendentes também serão revelados pelo comércio, empresas e fornecedores que devem bater a porta da nova gestão na prefeitura. Sobre o assunto, um dos credores da gestão Gean De Barros, supermercados conhecido na cidade, "por perseguição não nos pagou e quase falimos". Hoje, com a seriedade que transcende os novos mandatários labreenses, "e possível que recebamos os valores dos calotes que sofremos", arremataram fontes ligadas ao setor supermercados, em Lábrea.

TRISTE HISTÓRICO - Relatórios de inteligência privada, também, apontam que Gean Campos de Barros por 12 anos não efetuou o pagamento de serviços a uma empresa que reconstruir, a época, a antiga pista de pouso do aeroporto da cidade. O caso se encontra no Fórum local e agora, segundo advogados da Capital, "a Corregedoria-Geral do TJAM será provocada a intervir na situação" afim de garantir os direitos da empresa que realizou os serviços.

Dessa firma, os calotes atribuídos a gestão passada não atingem apenas a Amazonas Energia, a rede supermercadista local, municípios de Humaitá (AM), da Capital Porto Velho (RO) ou os salários e direitos previdenciário dos servidores. "Vai além do imaginável", apontam consultores que prometem divulgar onde parte dos recursos entre os cerca de R$ 500 milhões teria sido empregada nas gestões de Gean Campos de Barros em 16 anos atrás.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY PARA O NBONEWS
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HENRIQUE FERRAZ

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