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Domingo, 19 de Julho de 2026

LÁBREA - AM

GESTORES DE ÓRGÃOS DA SAÚDE INDÍGENA NA MESORREGIÃO AMAZONENSE DO PURUS ACUSADOS DE TRANSFORMAREM SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL EM CABIDE DE EMPEGO

O ESCÂNDALO VEIO COM MORTE MISTERIOSA DE CACIQUE NAS DEPENDÊNCIAS DE HOSPITAL IMPROVISADO, EM LÁBREA

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Por TUDO AMAZÔNIA
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GESTORES DE ÓRGÃOS DA SAÚDE INDÍGENA  NA MESORREGIÃO AMAZONENSE DO PURUS ACUSADOS DE TRANSFORMAREM SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL EM CABIDE DE EMPEGO
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MANAUS (AM) – A Coordenadoria do Distrito de Saúde Especial Indígena (DSEI) para a mesorregião amazonense do Purus, na gestão do empresário Rami Rachid Said, pode está burlando regra para manter salário do funcionalismo contratado sem concurso desde que ele assumiu o órgão depois que o ex-gestor foi demitido por assédio sexual a mulheres indígenas.

José Raimundo Pereira Lima (vulgo Zé Bajaga) faz tour pela Europa em suposta missão de busca de apoio e financiamento a projetos humanitários aos povos indígenas do Purus.

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De acordo com informações contidas no leque das planilhas vazadas sobre salários no DSEI e da SESAI – tornadas públicas e notórias, como Notícias de fato – o gestor Rami Rachid Said que é patrocinado pelos deputados Adjuto Afonso, Átila Lins e o senador Eduardo Braga - teria empregado centenas de aliados políticos dos parlamentares com salários acima do teto, sem concurso. Essa informação não ode ser confirmada com um dos alvos, Daniel Passos, considerado suposto conselheiro para assuntos de licitações e RH.

Enquanto indígenas não têm combustíveis para as rabetas pra ir a Lábrea, o cearense presidente da FOCIMP sai do Brasil, "vende nossas almas e o espírito de nossos antepassados" e ostenta na Europa (Turquia).

Desse modo, a parte maior de empregados que estão em cargos que requer formação acadêmica, seria composta de pessoas com suposto baixo nível técnico, abaixo da regra prevista pelo regime de contratação estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS), onde o DSEI e a SESAI estão sujeitos à fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU), do Ministério do Trabalho (MT-E), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Governo, responsável por bancar os programas da Atenção Básica da Saúde Indígena “hoje, apresentando um caos inédito nas aldeias do Purus com registro de mortes sucessivas de pacientes, previsivelmente,   capazes de serem salvos.

 Ramir consegue apoio nos bastidores indígenas após rejeição para direção do DSEI. A estratégia é "empregar lideranças aculturação via portaria, gratificação e outras vantagens" enquanto aldeados PADECEM.

Os salários têm chamado a atenção da sociedade amazonense pelos altos valores pagos, inclusive, à irmã do coordenador do DSEI/SESAI, Ivana Rachid Said, classificada como “especializada em saúde pública”. Ela tem R$ 10.140, 81 (Dez Mil, Cento e Quarenta Reais e Oitenta e Um Centavo), em média (veja planilha), um teto considerado por analistas sujeito à abertura de procedimento por parte dos órgãos de controle, caso ela não comprove a graduação acadêmica e a carga horária de trabalho.  

Ivana Said trabalha como enfermeira na Casa de Saúde Indígena (CASAI) na cidade de Lábrea, interior do Amazonas, num prédio alugado ao DSEI pertencente ao ex-prefeito do município Gean Campos de Barros. Segundo fontes credenciadas da unidade de saúde, “na condição de profissional habilitada, poderá prescrever receitas e atuar em operações emergenciais de atendimento nas aldeias”.

Sobre a polêmica morte do Cacique Amika Apurinã, nas dependências da CASAI, segundo funcionários do Hospital Regional de Lábrea, “já recebemos o indígena sem vida”. De acordo com familiares, “acreditamos que alguém pode ser responsabilizado por essa remoção estranha, como se o óbito teria ocorrido no Hospital e não na CASAI”.

Indígena Paumari que morreu durante a Pandemia da COVID-19, passou pela CASAI e morreu no Hospital e Pronto Socorro João Paulo II, em Porto Velho (RO). DSEI não custou a transferência da falecida, como determina regras do SUS/TFD e recomenda a AGSUS a todos os indígenas do Brasil.

Além das vantagens nos salários dos contratados às funções não declaradas em fichas funcionais, há a suspeita de recebimentos de gratificações e diárias na suposta prestação de serviços de equipes às aldeias, em viagens a Capital (e fora do Estado) além de disponibilidade de funcionários para estudo em Universidade, supostamente, a pedido de parlamentares (veja imagem).

 Empregados do DSEI/SESAI são os mais bem pagos na atual gestão do coordenador RAMI RACHID SAID, denunciam indígenas que ameaçam, nesta terça-feira (18.11.2025), acionar a Procuradoria da República do Amazonas.

Por supostas indicações de seus aliados políticos no eixo Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Tapauá Beruri, os deputados Adjuto Afonso, Átila Lins e senador Eduardo Braga, sob a gestão do Coordenador do DSEI, Rami Rachid Said, extraoficialmente, aparecem “como os maiores patronos entre empregados com proventos altíssimos no alto clero da SESAI, CASAI, CONDISE e na AGSUS”.

Pacientes indígenas continuam mal atendidos, sendo jogados em corredores sem enfermarias sem leitos, alimentação inadequada com "quentinha" de até R$ 40 sem acompanhamento de nutricionista e sem respeito à tratamento digno, mesmo com milhões de reais repassados a saúde indígena pelo Governo Federal.

A suposta justificativa para que o DSEI, SESAI, CASAI, CONDISI e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) - já na gestão da Ministra Sônia Guajajara (PSOL) - contratem tanta gente sem concurso e com altos salários, segundo fontes nacionais, “estaria nas dificuldades impostas aos tribunais e Cortes de Contas para investigar cada caso nos grotões dos municípios brasileiros”.

 Caciques que tiveram assinaturas falsificadas em documentos a ministra SONIA GUAJAJARA, acionaram nesta terça-feira (18.11.25) o MPF-AM contra o presidente da FOCIMP. José Raimundo Pereira Lima (vulgo ZE BAJAGA). Os Caciques se reúnem, em Lábrea, para tomarem as medidas cabíveis, também, junto ao MP-AM).

  • Existem pessoas que se sujeitam a assumir certos riscos para protagonizar o cometimento de crime, como estelionato, peculato, improbidade administrativa e/ou nepotismo, loucas 24 horas para ganhar sem trabalhar, em casa, acrescentou o consultor João Lemes Soares.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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