“Todas as equipes de cada uma dessas instituições estão em campo, desempenhando suas atribuições em diálogo com entes do governo federal, estadual e municipal, no intuito de unir forças de forma integrada. Hoje, o Acre é o estado da região amazônica que apresenta 64% de áreas com seca moderada a crítica, e a tendência é de agravamento. Os rios estão em níveis críticos, por isso é essencial unir os esforços de todas as instituições para enfrentar esse momento”, afirmou Batista.

 

Coronel Carlos Batista – Foto: Reprodução/TV Norte Acre.

 

Para o representante da Força de Proteção do Sistema Único de Assistência Social (Suas), Eugênio Cassaro, cabe ao governo federal coordenar as ações em situações de crise, atuando em conjunto com os demais entes federativos.

“O nosso papel é criar uma perspectiva de ação integrada para o enfrentamento da seca e da estiagem. Um grupo que envolva Defesa Civil, Assistência Social, Saúde e Conab, por exemplo, para pensar estratégias articuladas que nos permitam enfrentar essa situação de forma mais organizada, entre governo federal, estado e municípios”, explicou.

 

Eugênio Cassaro – Foto: Reprodução/TV Norte Acre.

Estiagem severa

As regiões da Amazônia Legal e do Pantanal convivem historicamente com períodos de cheia e estiagem. Ademais, os fenômenos já são conhecidos tanto pela população quanto pelos órgãos de monitoramento.

No entanto, nos últimos anos, as secas têm se intensificado, com temperaturas mais elevadas e menor volume de chuvas, provocando desastres como a escassez de água e o aumento dos incêndios florestais.