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Terça-feira, 26 de Maio de 2026

LÁBREA - AM

PREFEITOS E EX-PREFEITOS INVESTIGADOS E CONDENADOS COMO ALVOS DA PF, MPF, MPE, TCE, TCU, AGU E CGU TEM SAÍDOS ILESOS DE OPERAÇÕES

E ACHAM DE SONHAR COM IMUNIDADE PARLAMENTAR A PARTIR DAS ELEIÇÕES DE 2026

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
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PREFEITOS E EX-PREFEITOS INVESTIGADOS E CONDENADOS COMO ALVOS DA PF, MPF, MPE, TCE, TCU, AGU E CGU TEM SAÍDOS ILESOS DE OPERAÇÕES
Com Gean 15 na Prefeitura o caos predominou por 16 anos na saúde e afins.
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MANAUS (AM) – “A riqueza exibida por ex-prefeitos dos municípios da mesorregião amazonense do Purus se reflete em cima dos eleitores inconscientes por ocupar o ápice do ranking da política inflacionada a cada quatro anos em troca de dinheiro fácil pelo voto comprado dos incautos cidadãos desta parte Sul do estado do Amazonas”.

O ex-vice prefeito acusado de comandar "Prefeitura paralela" no terceiro piso do prédio. Foi afastado por sérias suspeitas, disseram fontes emedebistas

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É o que afirmam inúmeros consultores jurídicos e profissionais liberais com assento no mercado da política regional. Eles afirmam ainda que, “tudo acontece, escancaradamente, devido à manipulação de pessoas com o mínimo de informação e conhecimento sobre a importância do voto como elemento de transformação social para eles e suas comunidades”, diz a Assistente Social Francisca Souza da Silva, 63.

 Creches? Sim! Crianças ficaram por anos fora da sala de aula. Ex-prefeitos e a Câmara ignoraram recomendações do MPE

Segundo revelou, “esses fatores são responsáveis pelo atraso em que vive a maior parcela da população do Purus e seus municípios”. O cidadão que negocia o por até R$ 100, fica por quatro anos “SEM os serviços básicos para garantir sua sobrevivência e da família, por sua própria culpa por se permitir vender a principal arma que tem nas mãos para melhorar a vida”.  

 O pseudo-Imperador foi destronado por dois jovens políticos com ficha limpa em 2024..o "reino da fantasia desmoronou para 2 deputados e um senador"

Na região do Rio Purus, segundo bastidores de ex-consultor aposentado de uma das Cortes de Contas (Estados e da União Federal), “nenhum outro político da atualidade ainda não superou o poderio econômico do clã dos irmãos Afonso e do ex-prefeito de Lábrea, Gean Campos de Barros”. Porém, pela primeira vez, o labreense chegou perto ao exibir uma mansão adquirida no litoral carioca da cidade de Búzios e um segundo imóvel em Angra dos Reis, onde se casou.

 Plenário da legislatura nunca investigou. Omissão? Compadrio? Ou quintal da antiga administração (?). Quem enriqueceu, meteoricamente?

Além de carros luxuosos, moto, imóveis de alto padrão no litoral carioca, fazendas no município de Lábrea (ele teria vendida grande faixa de terras férteis para um grupo estrangeiro, supostamente, do Panamá) e ao menos Gean Campos de Barros seria dono de uma dezena de postos de combustíveis espalhados nos estados do Amazonas e Acre. Além de outros em nomes de laranjas que alugariam os CPFs em troca de dinheiro fácil, apontam experientes investigadores militares estaduais que atuaram, secretamente, na cidade de Tapauá, recentemente. 

 Suspeita que dinheiro do FUNDEF/FUNDEB pagou shows e caches milionários de sertanejos. Para professores, ironia, descaso e chupada de dedos nos natais e festas de réveillon até 2024.

MOLEZA À TODA PROVA - Em consequência da falta de ação penal não proposta pela equipe de transição da nova administração municipal sob a coordenação do Vice-prefeito de Lábrea, contador especializado João Roberto (PODEMOS), apesar de ter divulgado um “rombo de mais de R$ 500 milhões nas contas do ex-prefeito Gean Campos de Barros, depois de ter o mandato encerrado, o ex-prefeito foi acusado no apagar das luzes, de ter despachado um lojista do ramo de capinha de celular da Av. 14 de Maio, para sacar direto na boca do caixa da agência do Banco do Brasil pelo menos R$ 800 mil vistos dentro de dois sacos para embalar pão”.

 Dupla Mabi Canizo & Rami Rachid SAID contou com apoio do dep. Adjuto Afonso para não ser demitida por Gean de Barros da suposta Prefeitura paralela.

De acordo com o consultor lemes Soares, 53, ainda que encerrado o mandato, o ex-prefeito (patrocinado pelos deputados Adjuto Afonso, Átila Lins e o senador Eduardo Braga), “pode, sim, sofrer ação penal para obrigá-lo, na nova gestão, “a ressarcir o que poderia ter roubado dos cofres públicos, além de ter os sigilos telemáticos, fiscal, tributário e financeiro quebrados por autorização da Justiça Federal, no caso de recursos públicos”.  

Gean de Barros flagrado "embriagado" com garotas de programas "nuas" em carro "cabritado" em Porto Velho (RO) atropelou e quase matou motoqueiro na cidade que governava até 2024.

A ação penal pode contar, ainda, com o reforço da Advocacia-Geral da União (AGU) para que reveja valores subtraídos em 16 anos que Gean Campos de Barros exerceu o cargo de prefeito de Lábrea, “em se tratando de supostos desvios, nesse longo período, dos recursos não investidos na educação básica, saúde, infraestrutura da cidade, programas sociais, auxílios emergenciais e de emendas parlamentares”, ele sugeriu ao novo Procurador-Geral do município de Lábrea, advogado Raimundo de Jesus Cristino de Souza

Destronado da Prefeitura de Lábrea, ex-prefeito e sua trupe tomaram o rumo de Boca do Acre (internautas não perdoam).

Durante o processo de transição, a equipe do novo Governo Municipal, na inicial da convocação do ex-prefeito Gean Campos de Barros, segundo ex-assessores da Secretaria de Governo, “não propôs nenhum tipo de ação penal para desconectar as senhas e rubricas controladas pelas equipes do ex-prefeito” – que saiu ileso e pode determinar alguns saques de recursos das contas da Prefeitura ainda ativas durante o final do mandato

 Gean, antes de assumir um fos mandatos, ameaçou o aliado Evaldo de Souza Gomes, com MPF e JUSF para investigar possíveis "rombos nas contas". Ele saiu ileso em 1º de janeiro 2025, mesmo com suspeita de "dívidas de mais de R$ 500 milhões". Recorde!

Sobre essas supostas falhas na equipe de transição, tampouco, os membros da equipe de transição do lado da gestão que assumiu teriam relatado e/ou discutido a elaboração de possíveis ações junto às Cortes de Justiça e os tribunais de contas e aos ministérios Públicos para que o erário público municipal ainda seja ressarcido, aduziu Lemes Soares.

 Ex-Prefeita de Beruri, Dona Maria Lucir (MDB) deixou a cidade como "uma terra arrasada". O marido, ex-prefeito, é um dos homens mais ricos do Baixo Purus.

  • Apesar de terem se tornado alvos de algumas operações do MPF, MPE, TCU, CGU e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) durante os mandatos que exerceram, os ex-prefeitos de Lábrea, o de Pauini (e o atual, Renato Afonso, irmão do deputado estadual Adjuto Afonso, desdice o TCE-AM e fez aprovar as contas de 2023-24 sob fortes suspeitas de desvio de recursos públicos) e a prefeitura dina Mawria Lucir, de Beruri, no Baixo Purus, que também saiu ilesa de todas as investigações iniciais, tanto do primeiro quanto do segundo mandato.  

GALINHA DOS OVOS D’OURO - Dos prefeitos do Purus, Gean Campos de Barros, Renato Afonso (UB) e Dona Maria Lucir (MDB), ao que parece, teriam os padrinhos políticos com  mandatos eletivos os mais fortes e intocáveis (?) do Amazonas, considerando os padrões da realidade regional. Apesar de derrotados, em 2024, fragorosamente, em Lábrea e em Beruri, “Adjuto Afonso, Átila Lins e o Eduardo Braga tem mantido à distância os aliados investigados de parte do Judiciário, Cortes de Contas e órgãos de controle, apesar da abertura dos processos a que respondem, ainda seguem impunes”.

 A ex-primeira Dama de Lábrea quase não é vista na cidade. Bem sucedida Dermatologista na Capital Manaus, a ausência dela nas ações sociais e cerimoniais da Prefeitura foi sempre anotada.

Do grupo de três prefeitos do Purus incursos em supostas denúncias de corrupção (ativa e passiva), omissão contumaz em prestação de contas, uso indevido e desnecessário de verbas públicas, enriquecimento ilícito, formação de quadrilha, desses três prefeitos, Gean Campos de Barros é o único condenado – ele está sentenciado a 15 e 2 anos de cadeia por trabalho análogo a escravo de adultos e menores em suas fazendas, e desvio de dinheiro da educação (ele impetrou recursos contra as condenações).  

Anos dezesseis de anos de mandato de prefeito de Lábrea, denúncias de administração abusiva dos recursos do FUNDEF e FUNDEB para investimentos na educação básica e da saúde, além de possíveis desvios de recursos oriundos de emendas parlamentares de autoria dos deputados e senadores que compõem a bancada amazonense no Congresso, “bateram recorde pessoal de manipulação para outros fins atribuída a Gean Campos de Barros, apontam bastidores da política labreense”.  

Ao grosso modo, contador independente avaliou em mais de R$ 1,5 bilhão seria o suposto rombo herdado pela nova administração municipal (2025-28). Contabilizados possíveis desvios das contribuições dos servidores da Prefeitura de Lábrea para o Instituto de Previdência (LABREA-PREVI), o rombo alcançaria (se corrigidos) a casa dos R$ 12 milhões sacados na boca do caixa, de uma só vez a Manaus em um barco que transportava pescado, revelou servidor próximo da ex-tesoureira do instituto.

Colecionador de inúmeras de outras denúncias que o envolveram em supostos desvios de recursos públicos, também, teria criado em uma Prefeitura paralela sob o domínio dos aliados Mabi Canizo e Rami Rachid SAID (marido de uma vereadora sobrinha do ex-prefeito GILBERTO SAMPAIO, assassinado covardemente). Além disso, Gean de Barros, já condenado pela Justiça Federal quase no final do mandato, teve a imagem colada às crônicas policiais da região por ter quase matado um motoqueiro depois de uma festa particular (esse um dos motivos que, supostamente, teria privado a ex-Primeira Dama de vir á cidade em período de festas e eventos).  

Enquanto explodia o escândalo sexual dentro da sua administração, na Capital Manaus e em Porto Velho (RO), à época, servidores denunciavam Gean de Barros, pelo sumiço de recursos da Educação Básica, valores de convênios para compra de material escolar (livros, mochilas, uniformes, lápis, caderno), merenda de qualidade, aparelho de ar-condicionado e transporte escolar (ônibus e lanchas), fato que o levou a ser condenador a dois anos de prisão familiar por ordem da Justiça Federal.   

No acidente, à época, um motoqueiro foi gravemente ferido pelo ex-prefeito que dirigia embriagado indo à residência oficial com prostitutas totalmente nuas dentro de um veículo (marca FIAT de cor branca), segundo a Seguradora “tinha restrição de uso no DETRAN do vizinho estado de Rondônia”. O carro fora emprestado ao ex-prefeito por um ex-aliado político que o havia dado de presente à esposa.

Segundo informações, enquanto prefeito de Lábrea, “ele teria sido dono de um suposto curriculum negativo invejável recheado de denúncias gravíssimas apontadas como “malversações diretas de recursos públicos” (principalmente da educação, da saúde e de emendas parlamentares). Foi conhecido, também, pelas festas homéricas e do arromba que promovia em sua casa após o encerramento da “Festa do SOL” com o cantor preferido, Wanderley Andrade.

No campo político, Gean de Barros, apesar dessa situação considerada constrangedora aos olhos de religiosos conservadores, ele contaria com o apoio de servidores que conseguiram ser reaproveitados na atual gestão. Ele, também, tem o nome defendido para deputado estadual e segundo o supermercadista “GR e ex-vereador”, “Gean domina até 80% dos votos da cidade”. Em companhia do deputado Átila Lins (seu fiel escudeiro), participou no final de 2025, de uma solenidade de inauguração de estacionamento no IFRO, em Lábrea.

Enfim, diante da situação controversa apresentada por seguidores do ex-prefeito intitulado “Imperador do Purus” - comenda atribuída ao Átila Lins (PSD-AM) – segundo eles, “os novos governantes não foram informados 3/5 sobre o verdadeiro patrimônio acumulado pelo-ex-prefeito de Lábrea”. O que tem aparecido na mídia “é menos do que o verdadeiro volume de bens adquiridos”, a ironia partiu daqueles que o idolatram, diz sociólogo ouvido numa universidade pública regional.  

Sobre o assunto, domicílios pesquisadas nos bairros da Fonte e outros de maior densidade populacional e eleitoral, ainda que não revelem a identidade, muita gente acredita que Gean Campos de Barros “teria governado a cidade de Lábrea por força de liminares obtidas no Judiciário Estadual por advogados pagos a peso de ouro”.

No atual cenário, com duas condenações nas costas, “a história poderá se repetir e Lábrea teria como elegê-lo a deputado estadual, a não ser que Gean Campos de Barros seja preso por ordem da Justiça Federal”. As fontes acreditam que só o Judiciário Federal poderia impedi-lo de ser eleito deputado nas eleições deste ano, confidenciou pessoa próxima ao Ex-Procurador-Geral de Lábrea na gestão do emedebista.

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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