LÁBREA (SUL DO AM) – Na manhã desta sexta-feira (18), a Prefeitura Municipal de Lábrea, a 702 quilômetros da Capital Manaus, através da Secretaria de Agricultura, Produção, Abastecimento e Pecuária, numa ação integrada com as demais pastas. A entrega chegou à população da cidade e a aldeias indígenas.
Grande multidão acorreu ao ponto de entrega de Matrinxã e Jaraqui, superando outras prefeituras pelo pais
A ação ocorreu com sucesso em frente ao prédio da Câmara de Vereadores, na Avenida Getúlio Vargas, centro da cidade, e movimentou servidores e colaboradores para que “os alimentos cheguem à mesa dos que mais precisam”, diz o titular da Agricultura, Júnior do AGRO, que recentemente retornou de uma viagem ao Médio Rio Purus por interesse de sua pasta, da Educação, Saúde e Infraestrutura.
O prefeito GERLANDO LOPES tem incluído os povos indígenas em seus programas de assistência. Na Semana da Páscoa, não seria diferente.
A ação que é tradição durante a Páscoa, iniciou a distribuição para moradores do centro, em frente à sede do Poder Legislativo Municipal e se estendeu também às comunidades de acesso à BR-230 (antiga Transamazônica, rodovia construída pelo regime militar nos anos 70). Este ano, segundo o Secretário Júnior do AGRO. Segundo ele, “o peixe é um alimento que faz parte do cardápio durante a Páscoa”.
A ação liderada pela Prefeitura, também, chegou a Terra Indígena "Terra Sagrada" e ramais de acesso.
Segundo o secretário, o prefeito Gerlando Lopes (PL) autorizou a distribuição de cerca de 20 toneladas de peixes a população das espécies Matrinxã e Jaraqui. Os dados são do Departamento de Produção e Abastecimento referentes, especificamente, para a a ação da Páscoa deste ano. Essa cifra, de acordo com levantamento da reportagem pelo país, “superou as marcas atingidas por várias prefeituras, nesta data”.
Para o prefeito labreense, “a Páscoa é um ato de caridade profunda de compartilhamento entre os cristãos” e também um momento de partilha que se faz presente ainda mais na vida da população que mais precisa, não importa se seriam católicos ou evangélicos, destacou o gestor amazonense.


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