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Domingo, 03 de Maio de 2026

Brasil

USAID: o escândalo bilionário, os influencers picaretas e os otários

O ponto é simples: estão enganando você. E eu sei que é mais fácil enganar alguém do que fazer essa pessoa perceber que foi enganada

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Por TUDO AMAZÔNIA
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USAID: o escândalo bilionário, os influencers picaretas e os otários
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O caso USAID é emblemático de como gritaria, confusão e chantagem emocional conseguem avançar ideologias sem que boa parte das pessoas perceba. E, como sempre, o oportunismo corre solto entre os influenciadores que vendem farsa como verdade.

A primeira questão aqui é entender o que aconteceu dentro da própria USAID. A agência sempre teve um componente ideológico, afinal, todos os países buscam expandir sua influência no mundo. Criada em 1961, no governo Kennedy, a USAID nasceu com um objetivo claro: ser um instrumento de luta anticomunista. No Brasil, o impacto foi direto por meio do acordo MEC-USAID na década de 1960.  O ensino de inglês passou a ser obrigatório em todas as escolas, os ciclos escolares mudaram e disciplinas como Educação Moral e Cívica foram introduzidas.

O problema é que, ao longo dos anos, os interesses mudaram. A agência foi capturada por agendas progressistas e passou a financiar projetos que pouco ou nada tinham a ver com o interesse norte-americano tradicional. Exemplos disso? Milhões foram destinados a projetos de “diversidade” e “inclusão” pelo mundo, como a ópera trans financiada na Colômbia. O jogo virou e, no lugar de fortalecer a política externa dos EUA, passaram a bancar agendas identitárias.

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Agora, o governo americano tenta entender o tamanho da deturpação, mas o estrago já foi feito. As informações não eram facilmente acessíveis, o que resultou no fechamento de um prédio da agência e em uma disputa judicial. A questão central é que há investimentos importantes em áreas sensíveis, como saúde e assistência humanitária, que podem ser impactados pela confusão.

E é nesse ponto que entram os picaretas. Teve influencer acusando sem prova alguma o Deltan Dallagnol e o MBL de terem recebido dinheiro da USAID. E pior: apresentaram “documentos” forjados para dar ares de credibilidade às acusações.

Mas o golpe dos influencers não parou por aí. Eles criaram um critério artificial: se você recebeu recursos da USAID, automaticamente é parte de uma conspiração identitária para derrubar Bolsonaro.

 
FONTE/CRÉDITOS: Madeleine Lacsko - O ANTAGONISTA
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HENRIQUE FERRAZ

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