MANAUS (AM) – “Apenas com o desmonte de uma suposta quadrilha composta por políticos e indígenas aculturados que opera dentro de órgãos da saúde indígena na mesorregião amazonense as aldeias poderão obter a infraestrutura necessária para continuarem a coexistir com apoio do Governo Federal”.

ZE BAJAGA e diretores da FOCIMP não podem exercer cargos públicos nas 3 esferas de poder. O Estatuto veta nomeações e proventos indiretos; estão sujeitos a perda dos mandatos eletivos na entidade e a mercê de ações penais
Esse é parte do pensamento de líderes indígenas aldeados ao serem surpreendidos com a divulgação de parte dos extratos bancários que atestam recebimentos de salários vantajosos por “chefes de aldeias” contratados pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), com sede e jurisdição sobre os municípios do Purus.

Ivana Rachid, técnica em Enfermagem (ou enfermeira Padrão), encontrou no irmão RAMI RACHID SAID, vantagem salarial (salário de R$ 10.300 81/mês). Esta acima de Erivelton Fernandes do Nascimento, R$ 9.124,81 e perde para: Thiago Mariano Mariano Neves, R$ 13.207, 90; SAMANDA OLIVEIRA DE SOUZA, R$ 13.207,81; BRUNO DE OLIVEIRA KIMURA, R$ 13.207,81; WANDREA KARINE MARTINS DA SILVA. R$ 13.297,81 e outros acusados de levar vantagens sem comparecer ao trabalho.
As contratações, muitas consideradas “burladas”, são de autoria do Ex-Secretário de Administração da Prefeitura de Lábrea, o empresário Rami Rachid SAID, patrocinado pelos deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Átila Lins (PSD) e o senador Eduardo Braga (MDB). São deles as indicações de indígenas e brancos recrutados para obter o esvaziamento das manifestações após ameaças de terem suas indicações meladas (impedidas) por pressão aos órgãos de controle da União.

Duas coleções de momentos: IVANA RACHID SAID, com salário de R$ 10.300,81/mes e o Cacique AMIKA JAMAMADI, morto na CASAI, local de trabalho da "mana" de RAMI RACHID SAID, Coordenador do DSEI/SESAI responsável direto pela gestão da saúde indígena no Médio Purus e região. Só resta o MPF, os ministros Sônia Guajajara e Alexandre Padilha virem a público esclarecerem a morte misteriosa do Cacique e o destino dos milhões destinados a saúde indígenas. De certo, "essas pacoteiras os gatos não comeram", ironizaram indígenas aptos em saúde e gestão pública, em Manaus.

Planilha com 3 salários em alta e o restante destinado a "funcionários contemplados com vencimentos menores". Curioso: " O Financeiro não especifica a função nem a repartição onde esses contratados deveriam está trabalhando num desses órgãos: DSEI, SESAI, CASAI, CONDISI, FUNAI e/ou disponibilizado ao município e... a FOCIMP.
As manifestações orquestradas por parte de indígenas aculturados a favor da manutenção dos favorecimentos que advém dos grupos políticos e econômicos que dominam a política indigenista nos municípios amazonenses, tem contado com a ação precisa “desses bombeiros indígenas para conterem manifestações, protestos e invasões de prédios do DSEI, SESAI, CASAI, CONDISI e da ONG Agência Brasileira de Apoio Gestão ao Sistema Único de Saúde (AGSUS) no interior e na Capital Manaus”.
Em cerimônia "babá ovo escancarada" partidária de Átila Lins, patrocinador da indicação de RAMI RACHID SAID e de iutras indicações, reconhece o "o compadrio oficial das alianças políticas dentro do serviço público federal relativo à saúde indigena". Enquanto isso, Cacique Apurina assiste a esposa agonizar no fundo de uma rede na sua Aldeia.
“Desmobilizados, os manifestantes contrários às indicações políticas para postos estratégicos na área de abrangência dos Ministérios da Saúde e dos Povos Indígenas, na Capital e no interior do Amazonas, indígenas aculturados passam a comandar as negociações. Ao final dos episódios, homologam as nomeações e são nomeados através de portaria e salários altíssimos”, revelaram Caciques que serão entrevistados, em breve.

Ministras do PT e PSOL, Marina Silva e Sônia GUAJAJARA devem "respostas plausíveis às demandas reais apresentadas por indígenas aldeados e a extrativistas que padecem nas RESEX Ituxi e do Médio Rio Purus.
Segundo eles, “as aldeias continuam excluídas das melhorias em saneamento, água 100% potável, na atenção de saúde, incentivo à habitação, a agricultura, da dispensação de medicamentos de qualidade, não tem ambulanchas, o resgaste de pacientes demora, vicem com a segurança alimentar de crianças, mulheres, idosos ameaçada, não contam com escolas adequadas, não dispõem de energia e sinal de internet 24 horas”.

Antiga Casa do Índio foi destruída para dar lugar ao depósito de borracha transformado em hospital indígena com aluguel a peso de ouro
Eles mencionaram, ainda, que a exclusão de indígenas com formação às indicações de Governo, como determinou o presidente LULA quando criou o Ministério dos Povos Indígenas, contribui para o avanço da migração dos jovens guerreiros às cidades de Rio Branco (AC), Manaus (AM), Porto Velho (RO) e países da tríplice fronteira passam a ser recrutados pelo narcotráfico além de indígenas mulheres induzidas à prostituição nos garimpos ilegais na condição de “escravas sexuais”.

Flagrante de "empregados públicos" bem pagos pelo DSEI/SESAI.
Num contraponto às ações de Governo, meia-dúzia de indígenas não-aldeados só levaram vantagem, até agora, em todas as unidades de saúde e da FUNAI, no Purus. “O grupo está agasalhado há anos em cargos no DSEI, SESAI e na representação da AGSUS cujas estruturas fariam a vida nas aldeias funcionar, como diz a Constituição Cidadã de 88”, aponta o consultor João Lemes Soares, 53 (veja mais planilha dos salários vazados).
Com o vazamento dos valores e pagamentos de empresas de transporte (cargas e passageiros), aéreas (avião e helicópteros) e postos de combustíveis inerentes às licitações suspeitas, desde os pacotes de contratados seletivos tem assegurado reeleição contínua dos padrinhos políticos do Ex-Prefeito Gean Campos de Barros (MDB), deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Átila Lins (PSD), senador Eduardo Braga (MDB).
Manifestações contra a permanência do Coordenador do DSEI/SESAI poderão ser retomadas, atestado líderes aldeiados antes de audiência pública, em Lábrea.
Em Lábrea, conhecidos parentes e aliados de Rami Rachid SAID, “entre indígenas aculturados que compõem essa suposta máfia dentro do DSEI/SESAI/CASAI/CONDISI”, ao ostentarem poder financeiro na cidade e na Europa, “deram munições suficientes, a partir das planilhadas financeiras vazadas, agora, sob domínio público, certamente, segundo analistas e políticos ouvidos, pode sensibiizar o Procurador-Geral da República (PGR) do Brasil, Dr. Paulo Gonet Branco, a recomende à Procuradoria Regional no Amazonas (PRR-AM), para abertura imediata de uma ou dezenas de Ações Civis Públicas (ACP) previstas na legislação penal.
Entre os cabeças da suposta quadrilha que agiria a décadas dentro das estruturas do DSEI/SESAI/CASAI/CONDSI, no âmbito federal, muitos deles inaptos às funções remuneradas, ora em salários, ora através de acúmulo de gratificações, figuram indígenas e não-indígenas, como o cearense José Raimundo Pereira Lima (vulgo Zé Bajaga Apurinã, Presidente da FOCIMP, cujo salário e função permanecem ocultos na folha de pagamento do Distrito Sanitário Especial de Saúde Indígena (DSEI), da AGSUS e/ou da FUNAI cujo impedimento se estende à todos os dirigentes eleitos em plena pandemia da COVID-19 em pleito virtual para a entidade.
Nova composição da FOCIMP: José Raimundo Pereira Lima (Zé Bajaga) – Coordenador Executivo; Antônio Cicero Santana da Silva Apurinã – Vice-Coordenador; Rônia Lima da Silva Apurinã – 1ª Secretária; Ana Lúcia Pereira Lima – 2ª Secretária; Marlândia Ferreira Lima – 1ª Tesoureira e Mabel Francisca Fernandes – 2ª Tesoureira.
TRISTE HISTÓRICO – Entre o disse-me-disse a respeito da origem e etnia do polêmico “Zé Bajaga Apurinã”, um suposto grupo de Influencers já desbaratado dentro de órgãos ligados à saúde indígena por espalhar notícias Fakes contra autoridades, profissionais de saúde e políticos locais em possíveis escândalos sexuais e corrupção após a derrota do novo Gestor da AGSUS, Moacyr Canizo de Brito Filho, para prefeito, em 2024, também, viria favorecendo o presidente da FOCIMP.
“Zé Bajaga”, segundo relatos preliminares, teria vivido um certo tempo nas ruas da cidade de Porto Velho (RO) por está, à época, no submundo das drogas e do crime organizado, o que o fez ser resgatado pelo saudoso “Cacique Agostinho Mulato Apurinã”, a pedido do pai dele, à porta do presídio Urso Branco”, na Capital rondoniense.
A história completa do passado do polêmico dirigente indígena (que passou a ter a etnia questionada por lideranças de outros países durante a Barqueada da COP-30, em Belém do Pará), será contada, em entrevistas exclusivas a este portal, por um grupo de Caciques que não compartilham com irregularidades na condução “errônea da política indigenista praticada, até aqui, por órgãos governamentais e não-governamentais mantidos com recursos nacionais e internacionais” para fins de assistência (social, espiritual e infraestrutura), às aldeias da mesorregião amazonense do Purus.


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