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Domingo, 03 de Maio de 2026

Brasil

DIRIGENTES DE ASSOCIAÇÕES E ONGS PODEM SER PRESOS POR INVADIREM CASAS DO PROGRAMA "MINHA CASA MINHA VIDA" E PRÉDIOS PÚBLICOS NO AMAZONAS

ELES EXPULSAM MORADORES E VENDEM AS RESIDÊNCIAS PARA TERCEIROS

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Por TUDO AMAZÔNIA
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DIRIGENTES DE ASSOCIAÇÕES E ONGS PODEM SER PRESOS POR INVADIREM CASAS DO PROGRAMA
Presidente LULA será informado em Brasília que o MCMV Orquideas I, II e III nunca foi concluído (2013-25)
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MANAUS (AM) – Idealizado pelo presidente Luiz Inácio LULA da Silva (PT), o programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV) corre o risco de ser extinto no estado do Amazonas, segundo confidenciou interlocutor do Setor de Habitação da Caixa Econômica (CEF-AM), em Manaus. O vazamento ocorreu depois de mais uma ocupação do suposto Movimento de Mulheres Por Moradia Orquídeas (MMMO) e da Central de Moradia Popular (CMP-AM) ao prédio da CAIXA, na Praça da Saudade, na Capital amazonense.

Segundo a fonte, “os invasores são os mesmos de sempre, todas embandeirados e vestindo camisetas estampando nomes de associações assistenciais e ONGs ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT) que supostamente lutariam por moradia digna à população em situação de vulnerabilidade social e pessoal”. Ocorre que, no meio dos manifestantes, foram identificadas pessoas que já contempladas dos residenciais Viver Melhor I e II, além do Loteamento Orquídeas I, II e III – este empreendimento ainda não entregue ao menos 13 anos.

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Há duas semanas, a suposta psicopedagoga Cristiane Amaral Sales Telles (veja imagens), liderou assistentes sociais de sua entidade, membros da família e ativistas ligados a entidades que promovem ocupações irregulares de prédios e terras públicas ligadas ao Partido dos Trabalhadores (PT); como ocorreu no antigo prédio do INSS localizado à Rua Quintino Bocaiúva, centro de Manaus.

 As mesmas caras de sempre. Maioria com imóveis privados que azeita máquina mantida por ONGs

Agnaldo Pereira Gonçalves, vulgo "ÁGUIA"   (E)

  • O prédio virou condomínio particular de sem teto com o térreo loteado a lojistas estrangeiros, confidenciou a fonte. 

Na última ocupação da CAIXA, a estratégia usada em todas as invasões foi repetida e isso fez com que manifestantes “elevasse a pressão sobre a Superintendência Estadual do banco estatal”, diz o consultor João Roberto Soares, 53. Segundo ele, “tudo isso para obrigar o Governo LULA liberar dinheiro direto às entidades e às construtoras já ligadas aos empreendimentos do Minha Casa Minha Vida, no Estado”.

 Material não poderiam ser vendidos, a parte, aos moradores

- Ocorre, no entanto, que “essa experiência não deu certo em nenhum governo”, acrescentou.              

 O presidente Luiz Inácio LULA da Silva criou, por exemplo, o Minha Casa Minha Vida “Loteamento e Residencial Orquídeas I, II e III, “foi para os brasileiros em situação de vulnerabilidade social e pessoal”. No antigo Loteamento Orquídeas, na Zona Norte de Manaus, “as casas foram destinadas às mulheres vítimas de violência doméstica e de baixa renda comprovada, e não para contemplar assistentes sociais, militares, policiais e empresários da noite amazonenses”.

Em contradição explícita, eleitores do antigo Loteamento ORQUÍDEAS sempre derrotaram a "professora CRISTIANE SALES a vereadora". Eis a questão.

Segundo a Presidência da República, “o programa foi concebido para atender diferentes faixas de renda, com foco na população que mais precisa”, como mulheres vítimas de violência doméstica e sem teto cujos imóveis são financiados pela CAIXA através do Ministério das Cidades e sob a fiscalização do Ministério Público Federal (MPF) em todos os estados da Federação. 

- Dessa forma, quanto menor o poder aquisitivo, maior o subsídio do governo para a aquisição da moradia, afirma o consultor João Roberto Soares.

De acordo com informações, uma comissão da CAIXA diante de denúncias consideradas gravíssimas feitas em 2022 ao MPF-AM por mulheres que perderam suas casas por suposta ordem da presidente da Associação de Mulheres do Residencial Orquídea I, II e III, “este empreendimento perdeu a caraterística original do seu objeto”. Hoje é ocupado por particulares, familiares da presidente da entidade, policiais, militares e empresários. 

 

 MCMV Orquídeas e outros continuam sujeitos a fiscalização do MPF no pais

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Sales e o marido, Francis Artur Telles (veja vídeos), são acusados de venderem até 51% dos imóveis, além de alterar os cadastros originais junto a CAIXA Manaus para auferirem vantagens através da venda direta dos imóveis por uma corretora identificada por Sônia Barros (veja imagem), é o que denunciam moradores da Etapa  III do empreendimento indignados por terem que pagar por lixeira improvisada para servir cada dois imóveis.  

 

 

Segundo engenheiro credenciado junto à CAIXA, no Amazonas, ‘as regras originais do Minha Casa Minha Vida, idealizado pelo presidente Luiz Inácio LULA da Silva, no caso do Residencial Orquídeas I, II e III (mesmo depois de 13 anos de iniciado, ainda não foi entregue ao Governo Federal) e da cidade de Boa Vista do Ramos, no Médio Amazonas, “mudaram as regras à revelia do Governo Federal ainda em 2013”, revelou a indígena ao MPF-AM.

Cristiane Amaral Sales Telles e o marido, Francis Artur Telles, já foram denunciados ao MPF-AM, em 2022, por “não focarem especialmente as famílias de baixa renda e aos grupos prioritários em situação de vulnerabilidade” à frente do empreendimento. Segundo moradores “nossos cadastros são constantemente alterados junto à CAIXA por suposto abandono dos imóveis alegado pelo casal e ficam a mercê do humor dessa dupla para os venderem depois que nos expulsam com a ajuda de conhecidos policiais”.   

Situação semelhante vivenciada pelos inscritos no processo original dos cadastros remetidos à CAIXA é com relação à suposta cobrança de “taxa de inscrição contida num rol de denúncias em que a Associação de Mulheres do Residencial Orquídeas I, II e III além da venda ilegal forçada pelo casal para aquisição de lixeira, telhas, portas, janelas e a quantia de R$ 17 mil, à época, cobrados, supostamente, pela Empresa Águas de Manaus para que tivessem acesso à água 100% potável.

Segundo documento-denúncia, à época, “trata-se do golpe da casa própria atribuído supostamente ao conhecido Movimento de Luta Por Moradia Popular, Movimento de Mulheres por Moradia Orquídeas (MMMO) e da Central de Moradia Popular (CMP) – esta entidade não tem sede própria na cidade de Manaus, o que dificulta os responsáveis receber notificações extraoficiais e judiciais por parte de advogados das vítimas e da imprensa amazonense.    

SEM GOLPE? - Golpe da casa própria no Residencial Orquídeas I, II e III, à parte, a reportagem registrou que há rumores, também, de que houve cobrança de taxa de inscrição para o Minha Casa Minha Vida em vários municípios do Amazonas. Em Boa Vista do Ramos, na mesorregião do Médio Amazonas uma associação indígena é acusada de cobrar taxas de inscrição para facilitar recebimento de moradias do programa do Governo Federal por negociar a venda de 150 imóveis naquela localidade. Em Canutama, no rio Purus, e em Fonte Boa, no rio Solimões, aconteceria situação com a suposta de um ex-deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT-AM) já instado a se manifestar “se estaria por trás do apoio político e liberação de emendas de sua autoria durante o mandato a associações assistenciais e ONGs vinculadas a movimentos de luta por moradia popular em seu Estado”.

Nos municípios do Vale do Rio Madeira, a cidade de Humaitá lidera o ranking de imóveis negociados com terceiros, inclusive suposta distribuição de lotes de até vinte casas a políticos locais nos residencial Uruapiara e Rio Madeira. Durante inspeção da CAIXA e o Ministério das Cidades, “teria sido descoberto que vereadores da legislatura de 2021-24 foram acusados de alugar imóveis do Minha Casa Minha Vida”.

LEI DE IMPRENSA – A reportagem esteve na Capital Manaus e ficou impressionada com a suposta ousadia atribuída à presidente da Associação de Mulheres do Residencial Orquídeas I, II e III, Cristiane Amaral Sales Telles (PT-AM). Ela recusa conceder entrevista sobre denúncias que pesam contra ela sempre que procurada pela mídia amazonense.

Em 2021-22, no auge das denúncias contra a venda ilegal de imóveis do Minha Casa Minha Vida, “expulsou as equipes de uma emissora de rádio e televisão, de um programa policial”, além de ameaçar invadir e depredar instalações da Empresa Águas de Manaus por não fornecer água 100 % potável aos moradores.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY - NBONEWS
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HENRIQUE FERRAZ

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