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Os ataques foram atribuídos a forças de segurança do governo interino sírio, com apoio de grupos militantes sunitas, que veem os alauítas como "hereges", por pertencerem a uma ramificação do islamismo xiita. (Lembra das aulas de História?) |
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Esses massacres refletem o aprofundamento da crise sectária na Síria. O alauísmo, que representa cerca de 10% da população do país, se formou como uma ramificação do islamismo xiita e foi central no regime de Assad, que governou com mão de ferro por mais de 20 anos. Publicidade
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Para muitos sunitas radicais, os alauítas são vistos como “traidores da fé”, o que torna os confrontos não apenas políticos, mas também uma guerra religiosa. |
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O impacto é devastador: Milhares de civis, incluindo mulheres e crianças, estão fugindo, tentando encontrar refúgio em áreas montanhosas ou até em bases militares russas. |
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A repercussão internacional
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A tragédia também chamou atenção da comunidade internacional, com os Estados Unidos e a Rússia convocando uma reunião emergencial para hoje na ONU, enquanto a França condenava publicamente os ataques. |
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Apesar de toda a pressão externa, a resposta parece ser ineficaz, e a guerra na Síria segue sua espiral de violência. A questão religiosa, mais do que nunca, é um combustível perigoso para o conflito, e, enquanto isso, a população civil continua pagando o preço. |
FONTE/CRÉDITOS: THENEWS


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