PONTA DO ABUNÃ (PVH-RO) - A presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (NOVA FUNAI), Jôenia Wapichana, poderá desembarcar no próximo dia 10, juntamente com outras autoridades de Brasília (DF), na cidade de Lábrea, no sul do estado do Amazonas.

- AQUI, um pouco do rol de denúncias frequentes envolvendo gestores indicados por Gean Campos de Barros, Dep. Adjuto Afonso, Atila Lins e o senador Eduardo Braga (MDB).
Segundo fontes credenciadas na Coordenadoria Regional da FUNAI no município amazonense, ela deve cumprir extensa agenda local na tentativa de resolver questões relacionadas com as políticas públicas indígenas de Governo, “desatar os nós que apertam o próprio quanto a exclusão de indígenas com formação para que ocupem cargos nas coordenadorias do órgão no Amazonas”.

- Antecessor de Rami Rachid SAID, Cícero Santana, foi exonerado por denúncia de assédio sexual. O IP-DPF é de responsabilidade da Polícia Federal de Rondônia. Zé Bajaga pode ser alcançado por "omissão", disse vítima em áudio a ser entregue a presidente da FUNAI.
Joênia Wapichana deve reunir servidores da Coordenadoria do órgão para se informar in loco sobre novas denúncias que apontam “desleixos com a saúde, educação, infraestrutura das aldeias, não apuração de mortes, revisão de contratos de aluguéis de prédios, veículos, embarcações, consumo de combustíveis e nomeações. Além de passar a limpo a questão das mortes de indígenas por suspeita de negligência médica, insegurança alimentar e readequação de recursos”.

- Rami SAID é acusado de empregar a irmã, IVANA RACHID SAID no DSEI. O salário? R$ 10.300,81. Crime? Nepotismo escancarado ainda impunes
A presidente da FUNAI deve ainda ser informada de situação semelhante que ocorreria nas regiões habitadas pelos Jamamadi, Apurinã, Paumari, Deni, Pirahã e outros da área de jurisdição da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI). Especificamente na área de saúde, educação e de resgates de pacientes por aeronaves (avião e helicóptero).

José Raimundo Pereira Lima (vulgo Zé Bajaga) recusa-se apresentar sua versão sobre assinaturas falsas e/ou não atribuídas a caciques que não apoiam Rami SAID. O estatuto da FOCIMP coíbe ele assumir cargos públicos. Ele é dado como onipresente, ora na FOCIMP, ora no DSEI.
“A questão de supostos assédios sexuais e morais atribuídos a gestores que passaram e/ou estariam à frente de órgãos indígenas, também, serão informados através das lideranças insatisfeitas com as gestões do órgão desde o século passado nas mãos de não-indígenas”, ressaltaram fontes.

Neste hospital improvisado, o Cacique AMAIKA JAMAMADI morreu com suspeita de negligência médica. Aluguel do prédio? Acima de R$ 40 mil, segundo segurança.

Indígenas labreenses se disseram "invejados porque o DSEI , em Humaitá, funciona no atendimento em voos aéreos no resgate de pacientes indígenas
Na condição de representante do Governo, os indígenas pretendem que Joênia Wapichana repasse aos ministérios dos Povos Indígenas, da Justiça e Segurança Pública, à Presidência da República, à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Tribunal de Contas da União (TCU), pedidos sobre a apuração de possíveis desvios de recursos da saúde indígena e de programas voltados a investimentos da infraestrutura das aldeias em todos os territórios indígenas do Amazonas.

CPI das ONGs deixou a FOCIMP de fora. Gastos com viagens de Zé Bajaga no país e na Europa sem revelar origem de transferências de recursos a entidade e que não chegam as aldeias, serão repassadas ao MPF/TCU.
No âmbito do Distrito de Saúde Especial Indígena (DSEI), sediado na cidade de Lábrea, o controle dos órgãos de saúde indígena (DSEI, SESAI, CASAI, CONDISI e AGSUS) os indígenas informarão que esses órgãos continuam “em poder dos deputados Adjuto Afonso (UB-AM), Átila Lins (PSD-AM) e do senador Eduardo Braga (MDB-AM), entregues ao empresário e professor de Biologia Rami Rachid Said e ao ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB-AM).

Gean Campos de Barros é o dono do antigo depósito de látex (borracha) improvisado como Casa de Saúde Indígena (CASAI) alugado pelo aliado RAMI RACHID SAID.
Indignados com a interferência da velha política “do lá dá cá” em todos os governos petistas, jovens e caciques ativistas mais à esquerda da atual política indigenista praticada pelo Governo, “esperamos por respostas a ser dadas pela presidente da Nova FUNAI, Joênia Wapichana, ministra Sônia Guajajara, Procuradores da República e o Secretário Nacional de Saúde Indígena, caso cheguem até a cidade de Lábrea”.

Rami Canizo assumiu a direção da AGSUS, com apenas o ensino médio com salário de R$ 18.000 00.

Por conta disso, segundo informações, “queremos respostas às nossas indicações nos documentos que narram o descaso contínuo na saúde, educação, insegurança alimentar, infraestrutura das aldeias, em remédios, medicamentos e insumos de baixa qualidade, impontualidade no resgate de pacientes da SESAI por meio do Tratamento Fora do Domicílio (TFD)”.

Ivana Rachid SAID. salário de R$ 10.300,81 no DSEI. Rami, o irmão todo poderoso professor de Biologia.
Sobre a Coordenadoria Regional da FUNAI – o cargo está vago – a indicação de indígena com formação à função, por interferência do presidente da Federação das Comunidades Indígenas do Médio Rio Purus (FOCIMP), José Raimundo Pereira Lima (vulgo Zé Bajaga), em apoio ao nome apontado pelo Coordenador do DSEI, Rami Said, “vem sendo desconstruída por ele em Manaus e Brasília, para anular a decisão dos caciques”.


Zé Bajaga tem a etnia questionada. Na cena, Cacique Apurina "abana" a mulher definhando; na rede, Cacique AMIKA JAMAMADI, em vida, perdeu a vida sob suspeita clara de negligência médica num armazém de LaTeX improvisado de Casa de Saúde Indígena (CASAL). O caso permanece não esclarecido pelo Coordenador do DSEI.
Segundo indígenas que informaram Procuradoria-Regional da República (PRR-AM) a morte do Cacique AMIKA JAMAMADI por suspeita de “negligência médica” na Casa de Saúde de Indígena (CASAI), em Lábrea, a notícia de fato pode ter contribuído para o Governo apressar a vinda de Joênia Wapichana, presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) ao município. O desembarque está previsto para o próximo dia 10, em horário não divulgado.
TUDO IGUAL (2023-26) - A tensão entre indígenas aldeados e não-indígenas começou ainda nos anos 2019 no governo Jair Bolsonaro por manter os aliados Carlos Galvão e agora, Rami Rachid Said e outros apoiados pelo “Centrão” nos cargos destinados a indígenas, especificamente à mesorregião amazonense do Purus.

Diretores da FOCIMP são acusados de suposta falsificação de assinaturas de Caciques aldeados. Eles são proibidos de serem pagos por cargos públicos enquanto executivos da entidade.
Esse grupão financia indígenas aculturados já empregados contra as indicações dos Caciques Gerais. Essas causam o descarte dos indicados pelas lideranças de bases das aldeias, indo contra a uma determinação do Presidente LULA ao criar o Ministério dos Povos Indígenas. A situação de possível revolta pode obrigar “Joênia a enfrentar resistência em tentar manter José Raimundo Pereira Lima (Zé Bajaga) na chefia da Assessoria Indígena da Coordenadoria Regional da FUNAI para o Médio Rio Purus”.
Você indígena, veja seu nome consta nesta folha de pagamentos do DSEI/SESAI sib responsabilidade do coordenador Regional, RAMI RACHID SAID.
https://www.tudoamazonia.com.br/uploads/arquivos/2025/12/salarios.pdf
Entre os ocupantes em cargos da FUNAI, DSEI, SESAI, CASAI e AGSUS por não-indígenas figuram Rami Rachid Said, no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), José Raimundo Pereira Lima (Zé Bajaga) na Assessoria-Indígena Chefe da FUNAI, assessores com baixa escolaridade, servidores com dupla função (FUNAI e SESAI), Ivana Rachid Said (salário de R$ 10.300,81) – irmã de Rami Rachid SAID – e Mabi Canizo, no AGSUS (salário de R$ 18 mil, com apenas o Ensino Médio Completo).
Além desses nomes, a Presidente da FUNAI Joênia Wapichana deve encontrar um clima bastante tenso envolto às nomeações políticas na Coordenadoria da FUNAI para o Médio Purus e o Amazonas. Segundo líderes indígenas, “Joênia será solicitada a rever, por perícia da Polícia Federal, se assinaturas atribuídas a caciques indicando nomes em atas das assembleias homologando as indicações são verdadeiras”.
Outros pontos negativos em relação às gestões atuais nos órgãos indígenas que serão repassados à Presidente da FUNAI, ao Ministério Público Federal (MPF), à Ministra Sônia Guajajara e a representantes do Ministério da Saúde (MS), de acordo com líderes de aldeias, é com relação a gastos considerados astronômicos com pessoal, combustíveis, aluguéis de veículos, embarcações, alimentos, medicamentos, consultorias e aeronaves (voos de helicópteros se tornaram a galinha dos ovos de ouro dos gestores do DSEI e da FUNAI) .
- Na ponta da nossa língua estão os gastos com horas de voos de helicópteros em viagens oficiais entre Lábrea, Porto Velho e Manaus Capital, aponta jovens ativistas indígenas com formação.
A presidente da FUNAI, Joênia Wapichana e membros da caravana advinda de Brasília e de Manaus, com desembarque previsto para o próximo dia 10 na cidade de Lábrea, deve receber um dossiê completo abordando novos casos de assédio sexual e moral com o suposto envolvimento José Raimundo Pereira Lima (Zé Bajaga) e o ex-Coordenador demitido do DSEI. O caso viria sendo investigado pela Polícia Federal a partir do estado de Rondônia.
Sobre o assunto, a reportagem tenta localizar o presidente da Federação das Comunidades Indígenas do Médio Rio Purus (FOCIMP), ora por telefone celular, ora no endereço indicado por dirigentes da entidade no bairro da Fonte, mas, ele não é encontrado.

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