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Segunda-feira, 17 de Agosto 2026
Policial

PF deflagra 2ª fase da Operação Máscara de Janos para combater fraudes em licitações e corrupção de agentes públicos em Rondônia

Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão em endereços vinculados a pessoas físicas e jurídicas investigadas, expedidos pela 2ª Vara de Garantias do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
PF deflagra 2ª fase da Operação Máscara de Janos para combater fraudes em licitações e corrupção de agentes públicos em Rondônia
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Porto Velho/RO. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, 28/1, a segunda fase da Operação Máscara de Janos, com o objetivo de aprofundar a apuração e desarticular associação criminosa supostamente estruturada para a prática de fraudes em procedimentos licitatórios, para superfaturamento de contratos administrativos e para violação de sigilo funcional, no âmbito do Estado de Rondônia e do município de Porto Velho.

A investigação teve início a partir de ação conjunta entre a Polícia Federal e o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, no contexto de atividades de fiscalização e controle externo, a partir das quais foram identificados indícios de irregularidades em procedimentos licitatórios e em contratos administrativos no Estado de Rondônia.

As apurações revelaram que empresas formalmente distintas, porém pertencentes a um mesmo núcleo econômico, teriam atuado de forma coordenada em certames licitatórios, com o propósito de simular competitividade e de direcionar o resultado das contratações públicas.

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Com o avanço das investigações, esta nova fase da operação concentrou-se na identificação da possível participação de servidores públicos e de um advogado no esquema criminoso. Os elementos informativos colhidos até o momento indicam a existência de conluio entre empresários, profissional da advocacia e servidores públicos lotados em órgãos responsáveis pela fiscalização e controle dos contratos.

Foi constatado, ainda, que o grupo investigado teria obtido acesso a informações privilegiadas e sigilosas no interior de órgãos dotados de poder decisório, incluindo minutas de pareceres técnicos e decisões administrativas antes mesmo de suas assinaturas ou publicações oficiais, em aparente afronta aos deveres funcionais e aos princípios constitucionais de legalidade, de impessoalidade, de moralidade e de publicidade.

FONTE/CRÉDITOS: Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
TUDO AMAZÔNIA

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HENRIQUE FERRAZ

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