AMAZONAS (AM) – AS secretarias municipais estratégicas, como a de Infraestrutura (SEMINF), da Educação, Saúde, Assistência Social, Planejamento, Finanças, Governo, Terras, Esportes, Meio Ambiente, Agricultura, Comissão Municipal de Licitação (CLM) e a Procuradoria-Geral do Município (PGM) sempre tiveram um grande peso nas decisões da gestão do município de Lábrea, no Amazonas.
É comum, segundo municipalistas com assento na Confederação dos Municípios (CNM), “haver embates provocados por oponentes e traidores políticos de ocasião reaproveitados no universo que rege a governabilidade de uma gestão que derrotou anos de desgovernos”.
- E que exploraram, há décadas, os que mais precisam do poder público por perto, ressaltou o consultor João Roberto Soares, de São Paulo.
Esse fenômeno ainda acontece na cidade de Lábrea, no Sul do Amazonas, a 703 quilômetros da Capital Manaus, onde oponentes sem ter o que fazer na vida insistem em afrontar gestores municipais e autoridades apostando no “quanto pior melhor”.
Segundo dados em abertos, mesmo diante de um quadro de mudanças e transformações visíveis que “a cidade apresenta”, só não vê quem não quer que o município de Lábrea continua mudando de cara, não deixando para trás o progresso e a estabilidade na vida dos funcionários e população que mais precisa do poder público por perto.
“Com todos ou quase todos esses ambientes em mudanças contínuas e/ou em processo de transformações invejáveis, “os perdedores ainda não se conformaram com a derrota implacável que sofreram”, dizem moradores da periferia aonde o asfalto, a coleta de lixo e a normalidade dos serviços médicos e de saúde nunca chegaram, a contento”, apontou dirigente destacado da Associação de Moradores.
TRISTE HISTÓRICO – Só na “Operação Cidade Limpa 2025” cerca de 600 toneladas de lixi produzido no bairro da Fonte foram retirados das ruas e de lixeiras viciadas deixadas pela ex-gestão. Nos demais bairros, a de retirada de lixo doméstico, entulhos e eletroeletrônico foi recorde, “até as varredeiras e garis não haviam sido pagos, como determina a legislação trabalhista”.
“A cidade foi entregue aos novos administradores num verdadeiro caos em lixo, salários em atraso de funcionários do Hospital Regional, incluindo serviços básicos de saúde comprometidos desde 2019-24”. Os trabalhadores municipais, que descontavam à Previdência, também, foram afetados e só agora, “o primeiro servidor foi aposentado pelo LabreaPREVI”, diz colega próximo do contemplado.
CIDADE LIMPA – Hoje, quem chega à Lábrea já encontra uma cidade com outro aspecto. E em constante transformação para os padrões empregados no passado. Diferentemente do período em que “garis e varredeiras para garantir os salários tiveram que invadir o prédio da Prefeitura do município”. Incluindo professores excluídos e/ou ludibriados do rateio dos recursos do FUNDEB e suas variáveis de benefícios e progressões negados nas discussões.
Na saúde, em gestões anteriores, a situação do Hospital Regional era vexatória e pôs os funcionários e médicos do Hospital Regional, na época, praticamente, “na rua da amargura, obrigando os profissionais de saúde na condição de vulneráveis” a ponto de suplicar ajuda da população por socorro humanitário em pontos de coleta de alimentos.
Até 2024, as cirurgias eletivas foram suspensas ao lado da crise de remédios e medicamentos. Logo no início de janeiro de 2025, os salários dos servidores foram normalizados, novos mobiliários, entre bens móveis e imóveis alcançaram o Hospital Regional, as Unidades de Saúde (UBS) que levaram à rede municipal a subir no ranking de serviços essenciais. Incluindo a construção de dois novos polos de saúde no interior. Além de UBS às reservas sob a responsabilidade do ICMBio, do Governo Federal.
Segundo fontes credenciadas, “a população viveu desgovernos num processo de ilusão num mundo em que os recursos públicos, mal aplicados, não contemplavam 100% os beneficiários do SUS nem a educação básica”. À época, “as dívidas da Prefeitura viraram uma verdadeira bola de neve e evaporaram”, diz consultor contábil especializado sobre os mais de R$ 500 milhões pendentes do erário municipal.
- O que mais machuca maus gestores é serem localizados pelos órgãos de controle, principalmente, os federais, entre os quais, MPF, Polícia Federal, TCU e CGU integrados ao GAECO, revelou a mesma fonte à Reportagem.
Depois + de 14 anos, a cidade é sinalizada e apresenta novos resultados
Lábrea, hoje, é uma cidade em melhores condições para se viver, morar e trabalhar com ruas asfaltadas, trapiches antigos reconstruídos, praças e os espaços culturais e eventos de época revitalizados. Incluindo o restabelecimento de direitos dos cidadãos idosos, mulheres e jovens garantidos, a partir da assistência obrigatória nas redes de saúde, educação básica e no serviço social da Prefeitura.
As mudanças e transformações verificadas no município inclui ainda melhoria em todos os setores da Administração (Gestão 2025-28), como na cessão para os estudantes de uniformes, mochila e material didático, “uma obrigação constitucional, feita pela SEMED, agora, sem atropelo e negacionismo”, aponta o Subsecretário de Educação, Jenilson Marinho.

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