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EX-PREFEITO DE LÁBREA, GEAN CAMPOS DE BARROS (MDB), VIRADO O SAMURAI EM BOCA DO ACRE, É ACUSADO DE MANDAR DERRUBAR BARRICADA DE PROTESTOS

USANDO MESMOS MÉTODOS DE REPRESSÃO DE HIDELBRANDO PASCOAL, EX-DEPUTADO FEDERAL E EX- COMANDANTE DA PM DO AC PRESO POR TRÁFICO DE DROGAS, CORRUPÇÃO ELEITORAL E MORTE DE AGILSON FIRMINO, “O BAIANO”

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
EX-PREFEITO DE LÁBREA, GEAN CAMPOS DE BARROS (MDB), VIRADO O SAMURAI EM BOCA DO ACRE, É ACUSADO DE MANDAR DERRUBAR BARRICADA DE PROTESTOS
Frank de Barros prefeito de Boca do Acre
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BOCA DO ACRE (SUL DO AM) – Taxado de fantoche”, o prefeito e Ex-Secretário de Finanças do município de Lábrea, a 517 quilômetros de Lábrea, Frank de Barros (MDB), desafia a população ao permitir supostos atos arbitrários atribuídos ao irmão bastardo Gean Campos de Barros ao imitar o ex-deputado federal e ex-comandante da Polícia Militar acreana, Coronel Hildebrando Pascoal.

Frank de Barros, prefeito de Boca do Acre, ex-secretario de Finanças do irmão, Gean Campos de Barros (MDB).

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Conhecido como o “Homem da Motosserra”, o ex-militar foi condenado a prisão por homicídio, corrupção eleitoral, narcotráfico e favorecimento a criminosos de todos os matizes que operavam, à época, no estado do Acre com epicentro na Bolívia, Peru e Colômbia, “países produtores de cocaína e corredores para exportação ilegal, de armas, munições, fertilizantes, medicamentos e remédios falsos” (usados em abortos, de Viagra a outros estimulantes sexuais).

Moradores enganados com promessa não cumpridas e forte repressão

“Além da compra clandestina de minérios extraídos de garimpos ilegais tolerados por autoridades brasileiras acreditadas na Amazônia Ocidental e Oriental Brasileira por via expressa estabelecida nos estados do Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Acre e Roraima”, apontou ex-delegado da Polícia Federal aposentado que frequentemente comenta assuntos ligados à segurança nos estados que fazem fronteiras com países da SUDAMERICA.  

Cachoeira dentro da cidade de boca do Acre. Administração Frank Barros e secretário de governo Gean Barros

TRISTE HISTÓRICO – É atribuído ao ex-lojista Gean de Barros, anos considerados tenebrosos pela população da cidade de Lábrea, “de desgoverno do MDB”. Com ele e o irmão nas Finanças do município de Lábrea (Frank de Barros), “Lábrea  viveu seus momentos mais tristes de sua história, com sofrimento galopante, miséria quase absoluta e desmandos tolerados por parte do Estado amazonense”, atesta historiador com mais de 36 anos mapeando desvios de conduta de políticos (vereadores, prefeitos, Secretários e Chefes de Comissões de Licitação), procuradores, operadores do Direito e tabeliães que podem ter enriquecidos ilicitamente, na mesorregião do Purus, em menos de oito a dezesseis anos.  

Sobre o assunto, ex-aliados do temido ex-prefeito e agora, Secretário de Gestão e Planejamento de Boca do Acre, Gean Campos de Barros, ouvidos pela reportagem durante abastecimento em um posto de combustível, supostamente, pertencente ao ex-gestor labreense (Zona Oeste de Manaus), “o ex-comerciante de bugigangas da Casa Barros (hoje, da próspera Loja Casa Costa), não comeu sozinho os R$ 214 e os 500 milhões do rombo deixado por ele surrupiados dos contribuintes labreenses”.

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Segundo a fonte, “logicamente, a antiga Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Lábrea, conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Promotoria Pública da Comarca e de outros órgãos de controle devem ser provocados pela sociedade labreense a se manifestar em nome da moralidade e em defesa, transparência de atos desses entes federados e, mais ainda, do Estado Democrático de Direito” – apesar do medo impresso a cidadãos labreenses desde a chegada ao poder de conhecidos clãs familiares.

Essa medida, segundo o consultor João Roberto Soares, 53, “é preciso ser tomada com urgência e respeito aos cidadãos do Purus”, até porque Gean de Barros, até esta data não apresentou a prestação de contas de 2024, nem esclareceu à Câmara de Vereadores sob a presidência do vereador Adal Frank Teixeira, PARA QUÊ, PARA QUEM e PARA ONDE destinou cerca de R$ 214 milhões do orçamento do ano passado”.  

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Segundo ex-vereadores de Lábrea – suas identidades permanecerão ocultas – o ex-prefeito, em linhas gerais, conduziu os negócios da Prefeitura como quis e pode, “como um mal e cossaco usurpador à semelhança de um Coronel de Barranco dos direitos dos seringueiros, castanheiros, pescadores e das riquezas indígenas do entorno do Seringal Luzitânia e em todo o Purus”. Sobre os R$ 214 milhões de 2024 ou R$ 500 milhões do rombo deixado por ele, “a questão é que ele sempre descumpriu decisões judiciais, recomendações do Ministério Público, TCE/TCU-AM e da CGU”.

Frank de Barros mente para os cidadãos bocacrenses, empregou o irmão GEAN e outros labreenses.

Na esteira desse ciclo de desmandos e desgovernos, o ex-prefeito labreense, nomeado   Secretário de Gestão e Planejamento pelo irmão bastardo, Frank de Barros (eleito prefeito de Boca do Acre em campanha milionária de 2024, veja imagens), “mostrou suas garras tipo de Onça e Ariranha; e agora, tornou-se conversa obrigatória nos quatros cantos da cidade bocacrense e em todo o Sul de Lábrea.

Na Capital acreana (AC), supostos empresários do setor supermercadistas e de combustíveis que mantinham negócios com o município, agora, governado por Frank de Barros (Gean de Barros teria, ao menos, postos em Rio Branco, Boca do Acre, Manacapuru Coari, Tabatinga e Manaus), taxaram o ex-prefeito de Lábrea, como um possível sucessor de Hidelbrando Pascoal no Sul do Amazonas”. Justamente por copiar e usar os mesmos métodos de repressão e suposta tortura contra  oponentes do governo do irmão Frank de Barros - o uso criminoso de motosserra.

HOMEM MOTOSSERRA DO AM – Há ao menos duas semanas, Gean Campos de Barros teria autorizado, na qualidade de Secretário de Gestão e Planejamento, equipes da Prefeitura derrubar barricadas por ocasião de protestos da população a golpes de motosserra, em manifestação mansa e pacífica (veja imagens), por não cumprimento de promessas de campanha feitas por Frank de Barros, em bairros da cidade de Boca do Acre.

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Hidelbrando Pascoal foi acusado de chefiar um grupo de extermínio no estado do Acre, em 2009, pela morte violenta de Agilson Firmino, “O Baiano”, o caso ficou conhecido popularmente como o “Crime da Motosserra”. Além deste homicídio, o ex-deputado federal e ex-militar acreano, foi condenado por corrupção eleitoral e tráfico de drogas.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY / NBONEWS
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HENRIQUE FERRAZ

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