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Quarta-feira, 26 de Agosto 2026
Lábrea - AM

ICMBio, IBAMA, DSEI, SESAI e Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS), nas atuais gestões para o Purus, têm se constituído em autarquias inúteis

Através deste portal de notícias, interlocutores relatam que “a repressão aos moradores pelos fiscais e policiais não escolhe cara, nome ou idade, todos se tornam alvos fáceis e continuam sendo colocados na linha de tiro no beiradão do rio Purus”.

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
ICMBio, IBAMA, DSEI, SESAI e  Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS), nas atuais gestões para o Purus, têm se constituído em autarquias inúteis
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PORTO VELHO (RO) – Depois da parte maior da bancada amazonense no Congresso se limitar a assistir vídeos e mensagens divulgados por Whatsapp sobre conflitos agrários e ambientais envolvendo o agronegócio e povos tradicionais no Amazonas, setores dos movimentos sociais, rurais e indígenas decidiram apostar na ação de parlamentares de oposição ao Governo.

 Idoso que denunciou violência policial e do ICMBio será ouvido por senadores, em breve.

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  • Uma solução esperada há anos, por exemplo, por moradores das Reservas Extrativistas Rio Ituxi, Médio Rio Purus, Floresta Nacional do Iquiri (FLONA) e Balata no sul do Estado, especificamente, no município de Lábrea, a 702 quilômetros da Capital Manaus, agora, tende a cair no colo dos senadores Plínio Valério (PSDB) e Damares Alves (REPUBLICANOS).

- Policiais e o Chefe local do ICMBio precisarão dar conta das armas e munições apreendidas nas polêmicas operações que subtraem pertences e alimentos das famílias ribeirinhas. Dificilmente as armas de fogo aparecem nas autuações e/ou constam nos inquéritos da 6a DIP-Lábrea ou da Polícia Federal.

Por virem sendo presos, antes humilhados em suas embarcações (montarias, canoas, alvarengas e regatões) pela “guarda pretoriana comandada, atualmente, pelo Chefe da unidade Avançada do ICMBio para o Rio Ituxi, Iquiri, Baixo e Médio Purus, extrativistas, pescadores, indígenas e trabalhadores rurais u usam os rios para garantir a sobrevivência, passaram a ter suas casas (tapiris e choupanas) invadidos pela tropa de policiais e fiscais do órgão”.

 

 Nenhum dos gestores do ICMBio para o Purus informou sobre a totalidade de armas e munições apreendidas. Assim como, o montante arrecadado em multas e produtos da fauna e flora distribuídos, nominalmente, as instituições de caridade.

Em descrédito crescente, a Chefia do ICMBio na mesorregião amazonense do Purus, depois que foi entregue ao profissional liberal Diego Prieto a pouco menos de um ano disse a que veio autorizando prisões de pessoas que resistam as abordagens nos rios e invadir as casas das famílias. “Isso é fato, mais uma vez, com o vídeo divulgado, como forte apelo ao prefeito Gerlando Lopes (PL) para intervir na situação e pare o ICMBio”.

Sentado à cadeira, DIEGO PIETRO, descarta resolver entrega de cesta básica a morador antigo da RESEX Rio Ituxi. Só empurrou com a barriga..

https://www.tudoamazonia.com.br/uploads/arquivos/2026/02/portaria.pdf

Desde que o órgão passou a ser administrado (?) aleatoriamente por pessoas sem a formação técnica exigida pela legislação, inclusive por indicados pelos deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Átila Lins (PSD-AM) e o senador Eduardo Braga (MDB-AM) por indicação do fazendeiro e madeireiro, Gean Campos de Barros (MDB), ex-prefeito de Lábrea, “que as perseguições aos povos da floresta foram intensificadas”.

 Mortandade de peixes virou rotina em áreas invadidas dentro das RESEX sob responsabilidade do ICMBio. Descarte de resíduos de agrotóxico na região não tem interessado a Fiscalização ambiental.

No momento, foram registrada várias autuações consideradas ilegais, arbitrárias e desproporcional aos alvos a serem atingidos pela Fiscalização Ambiental, aponta o consultor jurídico João Lemes Soares. Segundo relatos que recebeu, “moradores das RESEX e áreas ambientais protegidas, em deslocamento para os polos de saúde da Prefeitura na região, com doentes e alimentos nas canoas, são abordados por policiais militares e agentes do ICMbio de forma violenta com fuzis apontados para a cabeça”

.

Papel do ICMBio nas RESEX: Fazer gestão e planejamento; Fiscalização e Protecao; Apoio às comunidades tradicionais; Monitoramento ambiental, Resolver conflitos fundiários e regularização territorial em mediação com o Governo Federal. E atuar para garantir que as RESEX cumpram seu papel de proteção ambiental social. Não FAZ!

Apesar do temor de represálias por parte do Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Conselho Deliberativo das Reservas Extrativista Rio Ituxi e Médio Rio Purus, s vítimas da repressão dos policiais e agentes ambientais (que usam balaclava cedida pela Polícia amazonense), apelaram nesta quinta-feira (19), aos senadores Plínio Valério (PSDB) Damares Alves (REPUBLICANOS) com pedido de socorro.  

Por atuar na defesa dos direitos dos garimpeiros no Sul do Amazonas e das minorias (?), extrativistas de Lábrea vão aos senadores DAMARES ALVES e PLINIO VALERIO.

Através deste portal de notícias, interlocutores relatam que “a repressão aos moradores pelos fiscais e policiais não escolhe cara, nome ou idade, todos se tornam alvos fáceis e continuam sendo colocados na linha de tiro no beiradão do rio Purus”. Os agentes não respeitam ninguém e quem resiste às abordagens, tem as casas invadidas e são multados por crimes que ninguém cometeu.

As farras e atos considerados "arbitrários cometidos pelos agentes do ICMBio e policiais militares após as operações sempre foram denunciadas". Sem voz e voto no Conselho Deliberativo das RESEX, as vítimas continuam desacreditadas apesar da consistência das denúncias.

O vídeo divulgado por um morador septuagenário pelas redes sociais na cidade de Lábrea, depois de constrangido pelos fiscais e mais 13 policiais fortemente armados com fuzil e escopeta, “é a prova inconteste de que o ICMBio passou de órgão ambiental para fazer a vez da antiga guarda pretoriana (unidade de elite do exército romano, criada em 27 a.C. por César Augusto) e da famigerada GESTAPO ( (Polícia Secreta do Estado), foi a polícia secreta oficial da Alemanha Nazista, criada em 1933 por Hermann Göring. Sob a liderança de Heinrich Himmler e administração do Reichssicherheitshauptamt (RSHA), a organização perseguiu opositores, grupos "indesejados" e desempenhou papel central no Holocausto) nos rios do Amazonas”., diz o consultor jurídico João Lemes Soares, baseado nos relatos coletados desde 2019.

 Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Municipal de Lábrea tem se mantido "calada nas questão da violência policial (com raras exceções), contra a atrocidade e abuso contra extrativistas das RESEX. E o.pior: não atende a imprensa sobre  o assunto.

A parte maior dos moradores das comunidades que englobam as duas reservas extrativistas, no último final de semana, tiveram suas canoas e casas reviradas pelos e fiscais e policiais de forma nunca vista, “nos humilharam e multaram quem não liberou a casa para revista dos cômodos”., relatou o idoso autor do vídeo divulgado com forte apelo ao prefeito da cidade de Lábrea.

O lamento do idoso ecoou e chegou ao conhecimento de entidades civis organizadas fora do município amazonense. Lábrea possui cerca de 50 empresas sociais, a totalidade delas recebe recursos públicos e de investidores estrangeiros, supostamente, promover melhoria da qualidade de vida dos povos da floresta, inclusive assistência jurídica gratuita incluindo projetos de desenvolvimento sociocultural e econômico.

 Políticos em campanha no município de Lábrea calaram sobre o assassinato brutal do castanheiras. O crime deve ser federalismo diante da inercia da Polícia Civil do Amazonas e de Rondônia. PF NELES!!!

Até esta quinta-feira (19), nenhuma autoridade do Governo e as Organizações Não-Governamentais (ONGs) ou vereadores da Comissão de Defesa Dos Direitos Humanos da Câmara Municipal de Lábrea, se manifestou sobre o episódio ou mobilizou a Prefeitura e a Defensoria Pública do Estado e da União (DPE-DPU) ou fez chegar às denúncias ao Ministério Público Federal (MPF-AM).

Para socorrer os moradores das Reservas, que passaram nos últimos anos a ser considerados “verdadeiros bandidos pela chefia da Unidade Avançada do ICMBio para o Purus”, será preciso o Governo, por meio do Ministério do |meio Ambiente e Controle do Clima (MMA-CC) desloque à região uma força tarefa para atuar nas investigações, inclusive acompanhada que por um delegado federal e um Procurador da República, já que há notícias que “Brasília sempre não daria ouvidos aos lamentos e o sofrimentos dos povos das RESEX registrados pelo polêmico Falabrasil.com.gov”,  relatam entidades de proteção aos direitos humanos locais.

Está, justamente, nesse ponto a falha clamorosa dos órgãos ambientais, agrários e da parte maior da bancada federal amazonense no Congresso e na Assembleia Legislativa (ALEAM) e que fez as vítimas, em primeiro recorrerem à imprensa, em seguida, aos senadores de oposição ao Governo Federal para que denuncie, em plenário, “a campanha de caçaàs bruxas dentro das reservas Rio Ituxi, Iquiri e Médio Río Purus”, acrescentaram as vítimas.  

DESDOBRAMENTO – Por suas ações em defesa de pessoas em situação de vulnerabilidade social além de atuarem na defesa dos direitos dos trabalhadores garimpeiros fortemente reprimidos pelas forças de segurança federais nos estados de Rondônia e no Amazonas, seguidores deste portal pediram à Reportagem para encaminhar o vídeo do idoso que denunciou “os abusos e a violação de direitos dos moradores das RESEX do Purus aos senadores Damares Alves (REPUBLICANOS) e Plínio Valério (PSDB-AM).

Segundo interlocutores, “trata-se de um absurdo sem tamanho o que o chefe do ICMBio, Diego Pietro e seus capangas policiais estão fazendo contra ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais e indígenas nos beiradões do rio Purus em deslocamento das reservas à cidade de Lábrea”.

Enfim, o ICMBio, IBAMA, DSEI, SESAI e  Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS)nas atuais gestões para o Purus, têm se constituído em autarquias inúteis; o Governo Federal e o Congresso Nacional precisam intervir na situação, arremataram ativistas representantes de Organizações Não-Governamentais (ONGs)  não financiadas pelo Governo Federal e por países integrantes do conglomerado mantidos pelo G-7 (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) na Amazônia Ocidental Brasileira.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
TUDO AMAZÔNIA

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HENRIQUE FERRAZ

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