AMAZONAS (AM) – Pressionados, vereadores que pediram a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra grileiros, fazendeiro e o empresário conhecido por “Zé Maria” da cidade e do município de Lábrea (a 702 quilômetros da Capital Manaus), podem ter feito acordos de bastidores e não apurando as responsabilidades dos envolvidos.
O pedido foi feito por famílias que ocupam uma faixa de terras férteis nas cercanias do terreno do Aeroporto Municipal pertencentes à União. Coube ao plenário da Câmara aprovar a abertura de investigações cujos integrantes são os vereadores Fanga do MDB (Presidente), Jorda Galvão (MDB) e o Babau do MABI (Membro da comissão), do União Brasil do governador Roberto Cidade (UB).
Vereadores JORDAN e FANGA (MDB), segundo agricultores, conseguiram enterrar de vez a "CPI DA TERRA". Jordan É motorista de veículo pesado e FANGA, Professor.Vejam o que eles não "enterrarao nunca". Ouçam com atenção.
Inconformadas com o silêncio dos parlamentares mirins sobre o andamento dos trabalhos e a não divulgação do relatório final, apesar do pedido ter sido protocolado junto à Mesa Diretora presidida pelo vereador bolsonarista , Adalfrank Teixeira (PL) e contar com o apoio de oito deles (Everton Maia (MDB) - 1.307 votos - 5,76%, Greice Damasceno (UNIÃO) - 968 votos - 4,27%, Aurea Galvão (MDB) - 821 votos - 3,62%, Lorena do Ramir (PSD) - 774 votos - 3,41%, Farias (PODE) - 694 votos - 3,06%, Enfermeira Andrea (UNIÃO) - 686 votos - 3,02%, Duda (PSD) - 680 votos - 3,00%, Francisco Madrugada (PL) - 449 votos - 1,98% e Professor Silva (REPUBLICANOS) - 406 votos - 1,79%, o menos votado), “nós, agricultores, voltamos a ficar no mato sem cachorro devido a desinformação sobre a CPI da Terra".
Loteamento que a Justiça de Lábrea demolir. Ex-prefeito Gean de Barros não atendeu recomendação de ceder maquinario. Zé Maria continua nas terras da União, ilegalmente.
ENTENDA O CASO - O empresário Zé Maria por tentar se apoderar de uma grande faixa de terras pertencentes à União dentro do perímetro destinado ao Aeroporto Municipal, tentou ganhar tempo no final do mandato do ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB), mesmo sendo obrigado a desocupar a área invadida onde mantém loteamentos privados considerados ilegais na área ocupada por cerca de 110 famílias.
Agricultores ocuparam as terras da União, mansa e pacificamente. Houve "troca de Oficial de Justica" e o jogo de empurra continua com o incorporador imobiliário, o Judiciário local, Vereadores e as famílias prejudicadas
À época, o Vice-prefeito João Roberto (antes PODEMOS e agora, no Partido Avante) inspecionou a área e acionou a Procuradoria Jurídica para tomada de posição sobre o caso. No cargo de Prefeito, foi realizada reuniões exaustivas na área, mas, nenhuma solução plausível foi apresentada em definitivo aos agricultores familiares que fazem frente aos loteamentos e áreas cortadas pelo empresário pertencentes ao INFRAERO, órgão do governo Federal.
FIM DO VOTO DE CONFIANÇA – Todos os 13 vereadores tomaram conhecimento da situação difícil enfrentada pelas famílias das áreas em conflito por conta da ocupação considerada ilegal pelo empresário. Devido a ameaças, supostas coações e constrangimentos ilegais (gravados em áudios, fotos e vídeos) atribuídas ao filho do empresário às famílias, o Capitão PM Erick, foi transferido a Manaus sem direito à Auxílio Moradia após procedimentos instaurados pelo Comando-Geral da Polícia Militar.
Ainda assim, durante um período as “ameaças continuariam com a ida ao local habitado pelas famílias por meio das guarnições sob o comando do filho do empresário e incorporador imobiliário Zé Maria, residente e domiciliado na Capital Manaus”. Em época de nova eleição, os agricultores se disseram “traídos por quem deveria defender os direitos do cidadão”.


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