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Domingo, 03 de Maio de 2026

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MINHA CASA MINHA VIDA ORQUÍDEAS I, II E III NA ZONA NORTE DE MANAUS DEPOIS DE 13 ANOS AINDA NÃO FOI ENTREGUE AO GOVERNO

CAIXA PODE SE TORNAR RÉ NA JUSTIÇA

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Por TUDO AMAZÔNIA
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MINHA CASA MINHA VIDA ORQUÍDEAS I, II E III NA ZONA NORTE DE MANAUS DEPOIS DE 13 ANOS AINDA NÃO FOI ENTREGUE AO GOVERNO
Invasoras de terras presas pela Polícia por esbulho possessório são acobertadas por ONGs no Amazonas
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MANAUS (AM) – A demora na liberação das casas do Loteamento Orquídeas do Lago Azul, na região Norte da Capital Manaus, dentro do padrão exigido pelo Governo Federal, tem facilitado a ação de uma suposta milícia acusada de invadir e vender os imóveis do Programa Minha Casa Minha Vida a não contemplados pelo programa do Governo Federal.

O empreendimento habitacional é financiado pelo Governo Federal através da CAIXA e foi destinado a mulheres que sofreram violência doméstica e que estejam em situação de vulnerabilidade social e pessoal. Porém, ao menos 13 anos estão sendo ocupados e vendidos irregularmente a particulares, empresários, policiais e assistentes sociais, seus familiares e supostamente à simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT-Manaus) durante campanha eleitoral da petista Cristiane Amaral Sales Telles.

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 Em vez disso, os imóveis continuam sendo desocupados de forma ilegal, debaixo de violência policial e com mobiliários das mulheres contempladas jogados nas ruas e reocupados por terceiros, em seguida. O fato já foi informado ao Ministério Público Federal (MPF-AM), mas as investigações não avançaram, diz moradora da 3ª Etapa.

Nas desocupações - sem o aval da CAIXA (banco estatal) - aparecem em flagrantes de crime de suposto esbulho o marido da presidente da Associação de Mulheres do empreendimento ligada ao Movimento de Mulheres Por Moradia Orquídeas (MMMO), Francis Arthur Telles e um suposto policial civil alcunhado “LUIZ” comandando “reintegrações sob alegação de suposto “abandono”, mesmo com as pessoas ocupando os imóveis para depois os vender” (Veja vídeos).

O imóvel disponível para venda por uma sobrinha enfermeira de Cristiane Sales (PT-Manaus)

Recentemente, uma moradora e suas crianças foram abandonadas pelo marido. Autorizada a alugar o imóvel pela presidente da associação do loteamento, professora Cristiane Amaral Sales Telles, segundo a vítima – que não terá identidade revelada - “essa o vendeu a duas pessoas ao mesmo tempo com toda mobília da vítima”.  A moradora teve o cadastro informado por suposto abandono do imóvel.  

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Apesar de testemunhas, a suposta inquilina, presentes na sede da entidade que liberou a transação feita por Cristiane e suas assistentes sociais, “se recusa a devolver o imóvel”. A proprietária (?) apresentou documentos de compra e venda passado por ela e o marido – que seria o encarregado do empreendimento iniciado em 2012.

A suposta corretora de imóveis acusada da venda de imóveis do Minha Casa Minha Vida no Orquídeas I, II e III

Essa prática é considerada criminosa, segundo o consultor João Roberto Soares, 53. Em Manaus e no interior do Amazonas, “situação viria acontecendo ao menos 13 anos sem um desfecho na Justiça e nas barbas da Superintendência Regional da CAIXA do Amazonas”.

 Militar adquiriu três imóveis e montou casa de eventos no residencial ORQUÍDEAS

Fatos iguais a esse, revelaram moradores da 3ª Etapa do Loteamento Orquídeas, motivaram inquéritos contra Cristiane Amaral Sales Telles junto ao Ministério Público Federal (MPF-AM), Tribunal de Justiça (TJAM) e na Justiça Trabalhista do Amazonas. Apesar de denunciada intensamente na mídia amazonense, “os responsáveis continuariam impunes”. Inclusive a presidente da ONG MMMO, Cristiane Sales (como é mais conhecida). Ela é acusada, também, por descumprir contratos com mestres de obras, pedreiros e avulsos sindicalizados ao Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, entidade vinculada à Central Única dos Trabalhadores (CUT-AM).    

A venda ilegal corre a solta sob o olhar complacente da CAIXA-AM

Em razão dessa situação, a reportagem consultou um Procurador da República na Amazônia que alertou para o fato de que “a CAIXA poderá, mais uma vez no País, se tornar ré em uma nova Ação Civil Pública (ACP) por não cumprir suas obrigações quanto à execução do Programa Minha Casa Minha Vida no Loteamento Orquídeas e por não adotar os procedimentos extraoficiais e judiciais a fim de frear as ocupações e possíveis vendas irregulares dos imóveis quando há tempo para o Governo reavê-los”

Essa é Cristiane Sales.

Em Manaus, uma das contempladas do Programa Minha Casa Minha Vida no Loteamento Orquídeas I, II e III, a indígena Linara de Oliveira Arenara (mais conhecida como OLGA das Orquídeas), teve o imóvel retomado à força e vendido por ordem da presidente da ONG MMMO. O caso foi parar no Ministério Público Federal (MPF-AM) E agira, soma-se a outros processos em tramitação no Judiciário Estadual.

- A reportagem foi a CAIXA, em Manaus. A Superintendente não quis atender.

Investigação privada atestou a existência de uma Associação de Mulheres cujos dirigentes estariam entre grupos isolados atuando dentro da Central Por Moradia Popular (CMP-AM). A estratégia, segundo informações, seria ocupar imóveis da União e da CAIXA - no centro de Manaus e do Programa Minha Casa Minha Casa (PMCMV).

Esse pastores compraram o imóvel da Reanne que foi a verdadeira contemplada do programa minha casa minha vida.  Depois de um tempo a Cristiane também tomou desse casal de pastores e venceu pra um cara do exército.

Sobre o assunto, ninguém foi encontrado no antigo endereço da entidade, localizado no bairro São Francisco, região Sul da Capital Manaus. Também, a presidente do Movimento de Mulheres Por Moradia Orquídeas (MMMO) e centrais de luta por moradia digna a sem-teto e a pessoas de baixa renda (veja imagem) em situação de vulnerabilidade social e pessoal.   

 Auditoria de Brasília checa descaracterização do objeto. E material pode ter sido desviado

Apesar de responder por mais de 30 processos no Judiciário amazonense, Cristiane Amaral Sales e o marido Francis Telles (um dos supostos construtores dos imóveis) continuariam recheando as páginas da crônica policial com escândalos envolvendo o empreendimento Orquídeas I, II e III. Eles são suspeitos de vender ilegalmente os imóveis e do material de construção financiados através CAIXA destinado para o Programa Minha Casa Minha Casa Minha Vida, como caixa d’água, telhas, portas e janelas, além das áreas dos quintais dos imóveis já ocupados para terceiros” (veja vídeos).

As supostas falcatruas atribuídas ao casal, diante da inércia do Poder Público amazonense faz parte de um rico “dossiê contendo atividades supostamente criminosas, sensíveis e operacionais que impactaram os contemplados originais do empreendimento ao descobrirem por um mestre de obras demitido que Cristiane e Francis Telles moram em condomínio de alto padrão da Zona Oeste de Manaus”.

- O documento a ser entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR-DF) conteria todo um histórico com nomes, CPF e endereços de líderes de invasões que aconteceriam desde os anos 2003 e que envolveriam movimentos sociais e políticos da Capital e interior do Estado ligados a ONGs e a Central de Moradia Popular (CMP) vinculados ao Partido dos Trabalhadores (PT-AM) da Capital e no interior do Estado, a exemplo de associação presidida por indígenas não aldeiados do município de Boa Vista do Ramos, no Médio Amazonas.

De acordo com o consultor João Roberto Soares, 53, esses movimentos alegam lutar pela posse das terras públicas, prédios públicos e privados que invadem para garantir, supostamente, moradia digna às pessoas em situação grave de vulnerabilidade social e pessoal. A maioria dos imóveis foi vendida e ainda continuam sendo oferecidos no mercado paralelo através de contato por Chat na internet e através de visita monitorada ao local para visitação dos imóveis pelo FACEBOOK em nome de uma suposta corretora identificada por compradores como sendo Sônia Barros.

Segundo afirmam acadêmicos do Serviço Social - cujas mães perderam suas casas para Cristiane Sales e o marido Francis Telles - “o pior é que assistentes sociais graduadas na UFAM estão morando no lugar das mulheres vítimas de violência doméstica e de baixa renda já contempladas com os imóveis, e que depois seriam vendidos por uma suposta imobiliária que atua dentro do loteamento” (veja imagem).

Por sua conta e risco, moradores informaram em 2022-23 ao Ministério Público Estadual e Federal (MPF-AM) sobre a ação de uma suposta milícia atuando dentro do Loteamento Orquídeas. “A facção expulsa as famílias de casa cujos imóveis são destinados a mulheres vítimas de violência doméstica e sem-teto”.  

Atualmente, 51% dos imóveis estariam ocupados por policiais (civis e militares). Além de assistentes sociais graduadas pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), além de empresários de eventos e familiares dos dirigentes de Movimento de Mulheres Por Moradia Orquídeas (MMMO-Amazonas) e da Central de Moradia Popular (CMP, está sem endereço fixo na Capital Manaus). A ONG MMMO é presidida em Manaus pela suposta pedagoga, Cristiane Amaral Sales Teles (veja imagem).  

O dossiê - a que se referem moradores da 3ª Etapa do Loteamento Orquídeas – será repassado à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN-DF), ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI-DF) e à Secretaria Geral da Presidência da República para que o presidente Lula da Silva (PT-SP) seja informado para, no mínimo, determinar a Polícia Federal (DPF-AM) a investigar o caso em tela. No Amazonas, apesar da mídia amazonense vir denunciando constantemente o caso, nenhum órgão de controle da União ainda não teria se manifestado sobre o assunto.

Na Capital Manaus, o casal dirigente da Associação de Mulheres do Movimento Orquídeas Por Moradia (MMMO) é acusado ainda de venderem telhas, pias, portas e janelas além de alterar cadastros originais das mulheres contempladas pelo Programa Minha Casa Minha Vida.

Segundo um Procurador da República consultado fora da cidade de Manaus, “os imóveis deveriam ser entregues após a construção prevista para dezoito meses ”, todos com o padrão de qualidade 100% impresso pelo Programa de Habitação Minha Casa Minha Vida (MCMV) através do financiamento da CAIXA sob as supervisões do Ministério da Cidades ainda sob o comando do ex-prefeito de São Paulo, Kasssab do PSD.

Desde a liberação dos recursos para início da construção do empreendimento, já se passaram mais de 13 anos, e o Residencial Orquídeas I, II e III localizado no bairro Lago Azul, Zona Norte de Manaus, ainda não foi entregue aos promitentes originários, sendo o único no país a não ser concluído desde o Governo Dilma Rousseff (PT).

Segundo fontes do Setor de Habitação da CAIXA, no Distrito Federal (em Manaus, agentes do banco estatal não se manifestam sobre o assunto), revelaram em segredo que “auditoria geral na obra detectou descaracterização do objeto”, o que poderá levar o Governo Federal a recusar receber o empreendimento da responsável pela coordenação social, Cristiane Amaral Sales Telles. Ela preside a Organização Não-Governamental (ONG) Movimento de Mulheres Por Moradia Orquídeas (MMMO), ligado à Central de Moradia Popular (CMP) e ao Partido dos Trabalhadores (PT-AM).  

Instada pelo Judiciário Estadual em representação judicial, segundo consultores jurídicos, “os envolvidos na construção dos imóveis poderão devolver os recursos do financiamento obtidos por meio do financiamento feito pela CAIXA, com os valores corrigidos, monetariamente, informou à fonte que permanecerá oculta, nesta reportagem”.

JUSTIÇA X CAIXA – À época das primeiras denúncias de supostas irregularidades levadas ao Judiciário, tanto no âmbito da Justiça Trabalhista quanto do Ministério Público Federal (MPF-AM), de acordo com a indígena Linara de Olivieira Arenara (A OLGA), “ingressei com denúncias de venda dos imóveis e das desocupações irregulares que penalizaram centenas de famílias expulsas, com a participação de Cristiane e o marido, Francis Telles, mas, já todas contempladas”, afirmara “Olga”.

Segundo informações, com a entrega do “Dossiê Orquídeas I, II e III” à Procuradoria Geral da República (PGR-DF), em Brasília, o caso poderá ser reaberto  “e tem tudo para avançar com os novos pedidos de abertura de uma Ação Civil Pública (ACP) junto ao Ministério Público Federal (MPF-DF) a fim de se obter a responsabilização dos responsáveis pelo controle e acompanhamento das obras do empreendimento”.

De acordo com o consultor João Roberto Soares, “o próprio MPF pode ajuizar esse tipo de ação que irá garantir o direito usurpado das mulheres expulsas pelo casal dec comunitários lesados que impactaram mulheres vítimas de violência doméstica para quem, originalmente, o empreendimento foi destinado através do Programa Minha Casa Minha Vida no Loteamento Orquídeas I, II e III, no Lago Azul, Zona Norte da Capital Manaus.

  • O MPF nem precisa ser provocado para isso acontecer, arrematou o consultor.

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY / NBONEWS
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HENRIQUE FERRAZ

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