LÁBREA (SUL DO AM) – Com a tradicional “Festa do Sol” batendo à porta, um dos problemas de natureza de saúde publica mais visíveis aos olhos de todos, parece não estar sendo resolvido com a mesma celeridade que as obras de infraestrutura, educação saúde coletiva e de cidadania pelo município.

Em sugestões e críticas, moradores, visitantes e turistas, ainda assim, enamoram o chafariz da Praça
Segundo moradores, visitantes e turistas que acorrem à cidade de Lábrea, a superpopulação de cães de rua na área central (principalmente na Praça da Matriz da Igreja Católica, onde ficam a Praça de Alimentação) “não viria sendo combatida no ponto da Gestão Pública de Saúde vigente no país”.
Em sugestões e criticas a chefia atual do Centro de Controle de Zoonose local, comerciantes antigos e turistas que frequentam eventos que atraem grande público apontam que ‘a presença massiva de cães na periferia e centro comercial “acontece nos últimos anos”. Em análise nua e crua, “em Lábrea há uma superpopulação de cães de rua (vadios), sem donos aparentes”.

O cãozinho bateu o ponto no evento do CETI com a presença do Governador WILSON LIMA
De acordo com a consulta feita pela reportagem, um vereador de mandatos sucessivos e que no passado mobilizou multidões em protestos com supostos descasos atribuídos a ex-gestores, “o problema continua por conta da falta de competência do município”. O entrevistado aponta ainda, que, “é chegada a hora de tecnificar os setores de saúde e vigilância e endurecer o combate contra cães nas ruas e na área comercial”.
Para o consultor João Lemes Soares – que em breve vai liderar nova banca a ser integrada por seis operadores do Direito, aliados a uma Agência de Notícias que já atua há décadas na Amazônia Ocidental Brasileira – “o município pode vir a ser responsabilizado por já ter demonstrado ser insuficientes cujas ações não teriam inibido o abandono, maus-tratos e a própria natureza reprodutiva dos animais em vias públicas”.

Vira-latas se apodera de lixeira ao lado de órgão municipal no centro de Lábrea
OUTRO LADO – A reportagem tentou contato direto com a chefia do Canil Municipal, segundo informações, o responsável pelo órgão teria vindo a Capital Manaus devendo retornar a cidade neste final de semana. Ato contínuo, “é visível à falta de recursos para manter programas de controle populacional de cães”.
Sobre o assunto, ex-coordenador da Vigilância Sanitária local e que já teria integrado seção de combate de cães de rua por meio da carrocinha, “as ex-gestões não podem ser responsabilizadas pelos problemas atuais”. Segundo a fonte, “é sabido que muitas vezes a Prefeitura não consegue resolver a superpopulação de cães de rua devido a diversos fatores, incluindo falta de recursos aos programas de controle populacional”.
Depois de quase uma semana apurando a situação, a reportagem tentou ouvir autoridades locais sobre o avanço da superpopulação de cães de rua. O que se viu é que os animais dominam todos os territórios centrais da cidade, como o Largo da Praça da Matriz (veja imagem), avenidas, ruas e travessas. Diariamente os animais reviram lixeiras, sacolas descartadas irregularmente pela população, causando espanto em visitantes e turistas.

Turistas confidenciam que também "amam a pujante LABREÁ e exigem mudanças".
Com a falta de recursos e programas ineficazes de combate à população de cães de rua, segundo fontes da Secretaria Municipal de Saúde, apesar da coleta de lixo (principalmente em lixeiras clandestinas), “a Prefeitura enfrentaria dificuldades financeiras para implementar programas mais abrangentes de controle da superpopulação de cães de rua com a falta de recursos ou financiamentos para aquisição de equipamentos para castração em massa, abrigos ou mesmo a construção de cemitério canino na cidade”.
Moradores exigem presença do prefeito em exercício, JOÃO ROBERTO, no local.
NOVA ESCUTA – No retorno à cidade, a reportagem vai tentar ouvir o prefeito Gerlando Lopes (PL) e o Vice-Prefeito João Roberto (PODE) sobre a situação dos cães de rua, a não construção do aterro sanitário além de questões específicas ligadas ao meio ambiente, reconstrução da Ponte de Ferro (que interliga o centro aos bairros Nossa Senhora de Fátima e Vila Falcão, com acesso ainda aos ramais Capita, Tauaruá, Igarapé Grande e qrio Paciá), pontes, trapiches nas áreas de várzea urbana e a pavimentação de 20 quilômetros de “ASFALTO BOM” da malha viária já garantida pelo Governador Wilson Lima.

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