AMAZONAS (AM) – Três prefeitos dos municípios do Sul do Estado estão com dificuldades para virar os votos de bolsonaristas declarados para o candidato Omar Aziz (PSD-AM), nessa reta final do segundo turno. No município de Apuí, o prefeito Marquinhos Macil (MDB), sofreria a mesma resistência.
Gerlando Lopes (Lábrea), Dedei Lobo (Humaitá) e Marquinhos Macil (Apuí) foram eleitos com a maioria dos votos válidos no primeiro turno das eleições de 2024. Segundo observadores deste portal de notícias, “agora, tentam fazer o caminho contrário ao tomado pelos eleitores e eleitoras bolsonaristas no primeiro turno na tentativa de ampliar a margem de votos favorável a Omar Aziz”.
GRANDE PUJANÇA – No conjunto geral da campanha para o governo, “Omar Aziz , ainda assim, é o melhor nome para o Governo amazonense”, diz o consultor João Roberto Soares, 53. Segundo ele, “há muitas razões para ser o próximo governador, por ser um senador articulado em Brasília e lutador inigualável no Congresso na defesa da Zona Franca de Manaus, pavimentação da BR-319 pelo Governo LULA, do novo Porto de Manaus e muitas outras conquistas, antes como governador e agora, senador em dois mandatos”. ]
Vereador SAMUEL DA COLONIA Z-31 (PL), de Humaitá/AM vira o jogo a favor de LULA e OMAR, ao lado do prefeito Dedei Lobo, colegas vereadores e secretários da Prefeitura. Grande façanha no Sul do Estado.
No âmbito regional, Omar Aziz, sempre fez o bom combate para manter as prerrogativas previstas na Constituição de 88 voltadas à manutenção do Polo Industrial de Manaus (PIM), a manutenção de programas de geração de emprego e renda aos trabalhadores de Manaus e do interior. João Roberto citou que a “Zona Franca de Manaus, durante o Governo LULA, mais que dobrou o próprio Superávit e tudo isso não pode passar despercebido aos que vivem e moram no Amazonas e na Amazônia Brasileira”.
Reconhecidamente, o Plano de Governo de OMAR GOVERNADOR (2027-30), registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), num eventual mandato de Governador do Amazonas, “prevê o controle de despesas e a manutenção medidas necessárias em favor dos programas sociais, econômicos, cidadania, assistência social e à infraestrutura dos municípios sem cortes do orçamento e com o foco central no equilíbrio das finanças e aumento da arrecadação de tudo o que é produzido no Estado”.

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