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Sabado, 13 de Junho de 2026

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PREFEITOS E EX-PREFEITOS DO MDB/AM PODEM TER CONTADO COM A PROTEÇÃO DE UM ESCUDO POLÍTICO E JURÍDICO PARA NÃO SEREM CONDENADOS

POR SUPOSTA CORRUPÇÃO PASSIVA E ATIVA NAS PREFEITURAS DO INTERIOR

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Por TUDO AMAZÔNIA
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PREFEITOS E EX-PREFEITOS DO MDB/AM PODEM TER CONTADO COM A PROTEÇÃO DE UM ESCUDO POLÍTICO E JURÍDICO PARA NÃO SEREM CONDENADOS
Mãe e Filha envolvidas em escândalos ainda impunes
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MANAUS (AM) – A parte maior dos prefeitos eleitos e reeleitos pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), sucedâneo do histórico Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), até as eleições municipais de 2024, não se importaram muito com supostas irregularidades denunciadas contra eles pelos tribunais de Contas (TCE-TCU) e os ministérios Públicos e de Contas em seus estados de origem.

 Dona MARIA assustou o mercado de passagens da região: contratou mais de 20 mil; o bastante para CASSAR o mandato (2017-24)..

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Segundo procuradores aposentados que atuaram em vários casos polêmicos que levariam à cassação de mandato, prisão por corrupção, falsidade ideológica, associação de quadrilha, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, com licitações fraudadas e nepotismo escancarado “todos recorreram às suas respectivas bancadas nos estados e no Congresso Nacional em busca de tentarem frear e afrouxar a fiscalização por parte dos órgãos de controle”.

 Dona ELIS (E) e Dona MARIA. A 1ª é acusada de favorecer empresas do marido em licitações milionárias suspeitas

No Amazonas, diz fonte próxima a Tribunais de Contas amazonenses, apenas o ex-prefeito do município Iranduba, a 38 quilômetros da Capital Manaus, “Xinaik Silva de Medeiros, e o ex-secretário de Economia e Finanças do município, David Queiroz Félix, e um grupo de dez ex-vereadores foram condenados por crimes de corrupção passiva e ativa, no âmbito da denominada “Operação Dízimo”, deflagrada em novembro de 2015 após autorização da 2ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.

 Depois de ameaças a imprensa, senador Eduardo Braga e acusado de "servir de escudo" por defender políticos do seu partido condenado pela JUSF-AM e outros, por Tribunais de Contas.

Nesse período, de acordo com relatórios reservados de uma Agência de Notícias, Inteligência Logística do eixo Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal (DF) e Amazônia Ocidental Brasileira, “a parte maior de mandatários emedebistas, supostamente, envolvidos em falcatruas com o dinheiro público que os levariam a cassação, tem sido livrado das garras dos Tribunais e Ministérios Públicos DO AMAZONAS de Contas (MPC) e do próprio Judiciário através de recursos na tentativa de escaparem da prisão, como Xinaik Silva Medeiros e secretários presos”.

 Compadre do senador EDUARDO BRAGA (MDB), Gean Campos de Barros, condenado pela Justiça Federal, tem obtido apoio do parlamentar

 - Ou por meio da prescrição de seus crimes, revela indignado o mesmo interlocutor.

 Municípios de Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama, Tapauá e Beruri, na Calha do Purus, até 2024, segundo analistas e políticos locais, “os mandatários encarnaram o espírito de renegados e bandoleiros nos moldes do Faroeste Americano onde a lei era dos mais fortes”. Lábrea, Beruri e Nova Olinda do Norte, em décadas de governos do MDB, no Sul do Amazonas, se mantiveram no topo do ranking de desrespeito às decisões judiciais, até a Justiça condenar Gean Campos de Barros a 15 anos de cadeia e mais dois anos em prisão domiciliar.

 Átila Lins liberou milhões pra saúde de Lábrea na era Gean de Barros. Nunca fiscalizou o uso dos recursos. Saúde até 2024 foi a pior do Estado.

 Alcoolizado, Gean de Barros, provocou acidente violento. No carro, duas prostitutas. Polícia Civil não instaurou inquérito: mais impunidade dada ao ex-prefeito do MDB

O MPF precisa entrar de cabeça nas investigações sobre desvios de recursos federais (principalmente em governos municipais protegidos por deputados e senadores do MDB).

Aliado e compadre do senador Eduardo Braga (MDB), o ex comerciante Gean de Barros recorreu da condenação de 15 anos e “nunca cumpriu prisão domiciliar por ordem da Justiça Federal”. O cumprimento, na ausência de unidade da Polícia Federal,  deveria ser inspecionado pela Delegacia de Polícia Civil do Estado na cidade de Lábrea. Ele é acusado em processos, o que fez a população ir às ruas implorar pela presença da Polícia Federal na cidade e vasculhar as contas dele e de laranjas que “ocultariam um misterioso patrimônio recheado de mansões no litoral do Rio do Janeiro, condomínios, carros de luxo, fazendas, prédios alugados em Lábrea além de uma clínica especializada em tratamento dermatológico”.

- Qual foi a atuação do senador Eduardo Braga na "escolha de candidatos do MDB de Lábrea e Boca do Acre, nas eleições 2024?"

 Jesus Batista (MDB) de Lábrea, em charge nas redes sociais da cidade. Processado por assédio a servidoras, saiu ileso.

O réu Gean Campos de Barros, já lançado pré-candidato a deputado estadual nas\ eleições de 2026, é patrocinado também pelos deputados Adjuto Afonso (União Brasil) e pelo deputado federal Átila Lins (PSD). “Essa relação de puro compadrio tem encorpado o ex-Prefeito de Lábrea e o tornado, supostamente, imune à um possível cumprimento de qualquer condenação ou punibilidade que venha a sofrer por parte do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM), onde um familiar do decano do parlamentar (Átila Lins) assumiu a presidência da Corte de Contas amazonense”. Diferentemente do ex-prefeito do Iranduba, Xinaik Silva de Medeiros, condenado à prisão, de forma muito rápida para os padrões da época (2015).

 Enquanto isso, entre um escândalo e outros dos governos do MDB, em Beruri nos anos 2011-24, "o povo sempre padeceu horrores".

Ex-prefeito do MDB, Gean Campos de Barros, flagrado em trajes menores em acidente que quase matou motoqueiro, na cidade de Lábrea.

O ex-prefeito de Lábrea – que é do MDB do senador Eduardo Braga – tem outras condenações e responde a enes processos à espera do Judiciário (Estadual e Federal) e dos Tribunais de Contas e dos ministérios Públicos de Contas (MPT) para julgamento. S casos atribuídos à corrupção passiva e ativa, além da não prestação de contas em tempo hábil, também, para julgamento de recursos.  

Enquanto o caos tomava conta da saúde, o ex-prefeito de Lábrea, Gean de Barros OSTENTAVA em festa do arromba do próprio casamento em Angra dos Reis (RJ).

O suposto protecionismo por parte da organização política que protegeria não so o ex-prefeito de Lábrea, mas, todos os demais prefeitos eleitos, reeleitos e não reeleitos alcança entre outros, a ex-prefeita emedebista Maria Lucir dos Santos de Oliveira (mais conhecida como Dona Maria do MDB), do município de Beruri, a 173 quilômetros de Manaus, mulher do ex-prefeito José Domingos de Oliveira, hoje, “poderoso armado de embarcação fluvial e próspero fazendeiro na comunidade Açutuba, na divisa com o município de Manacapuru”.  

  

 A corrupção nos Governos do MDB, levou a população a exigir a presença da PF na cidade de Lábrea..

Dona Maria Lucir Santos de Oliveira, segundo informações, foi várias vezes notificada pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) para esclarecer possíveis irregularidades na folha de pagamento do município, relacionadas ao pagamento de salários acima do teto institucional, e em outras situações envolvendo supostas listas de “funcionários fantasmas e de pessoas já mortas” – que ressuscitavam nos dias de pagamentos em caixa eletrônico da vizinha cidade de Manacapuru, Manaus e em outros pontos do País.

ENTRE ESCÂNDALOS - Dona Elis (número de urna 70), candidata derrotada à Prefeitura de Beruri pelo AVANTE nas Eleições de 2024, foi apoiada pela ex-Prefeita Maria Lucir dos Santos Oliveira (MDB). Nascida em Manaus (AM), em 28/11/1972, tem 52, 10 anos, é pedagoga com ensino superior completo e casada. É acusada pela população de “compactuar com a ex-gestora como linha de frente entre negócios do marido e a Prefeitura usando ao menos dez empresas diferentes”.

O estilo de cidade "moderna" entregue por Dona Maria Lúcia dos Santos de Oliveira (MDB), em 1º de janeiro de 2025

NÃO E NÃO! - Sobre o assunto, desde a campanha eleitoral passada (2024), Dona Elis (ela teria adotado o apelido Dona para se assemelhar a antiga chefa do Executivo), “nunca atendeu aos pedidos de entrevista para que esclarecesse à participação do marido (sua identidade permanecerá em segredo) nos negócios milionários que o destacou como o “maior ganhador de licitações.

 Um dos filhos da ex-prefeita, do nada virou empresário e dono de concessionária de motos na cidade

Nem através do Comitê Central do partido pelo qual disputou as eleições e foi fragorosamente derrotada, Dona Elis Picanço, atende a imprensa, à época. “Ela foi derrotada, sim, apesar do apoio financeiro, político e moral recebido dos deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Átila Lins (PSD), senador Eduardo Braga (MDB) e do prefeito de Manaus, David Almeida (AVANTE)”, revelaram dirigentes pescadores.

Dados extraídos de relatórios repassados por fontes credenciadas nas cortes de Contas do Estado e de responsabilidades de alguns assistentes indignados com a inércia dos julgamentos das contas de prefeitos, ex-prefeitos, presidentes e ex-presidentes de Câmaras Municipais  ligadas a mandatários do MDB amazonense, informaram que, “em Beruri, se as contas de Dona Maria e o do marido, José Domingos de Oliveira e do ex-prefeito de Lábrea (MDB), fossem  julgadas com o mesmo rigor como as de as do ex-prefeito Xinaik Silva de Medeiros, Dona Maria e Gean Campos de Barros, já estariam guardados no xilindró, há muito tempo”.

Ao apagar das luzes de 2024, Dona Maria Lucir dos Santos e a filha, Ranieri de Oliveira (ex-Secretária de Finanças e quem, realmente, mandava na Prefeitura), foram envolvidas em mais escândalo financeiro por conta de novos contratos milionários. Mãe e filha continuam  “impunes sem a devida apuração e/ou investigação profunda por parte da Câmara de Vereadores e das cortes de Contas no Estado e da União”, revelam comerciantes que se disseram alijados das licitações realizadas pela Prefeitura por mais dezesseis anos de governo do MDB, em Beruri, por meio do revezamento entre marido e mulher, José Domingos de Oliveira e Maria Lucir dos Santos de Oliveira (MDB).  

O novo escândalo financeiro tem como protagonistas a ex-prefeita e a filha, Raniere de Oliveira. Segundo site de notícias, “a denúncia é de favorecimento em contratos e possível uso inadequado de recursos públicos”. A licitação, publicada no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas (DOM-AAM), em 11 de dezembro de 2023, apresentou valores exorbitantes e quantidades questionáveis de produtos, levantando dúvidas sobre os preços praticados por empresas vencedoras.

No rol de empresas favorecidas está o conglomerado comercial A. F. B FILHO que arrematou R$ 1.245.490,00 em HDs, mouses, teclados, tintas para impressoras e a TONNER BROTHER. A E A COMERCIO E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA que foi beneficiada com um contrato de R$ 363.750,00 em tintas para impressoras e 100 TONNER BROTHER. A RC BARROSO DA SILVA, com o valor de R$ 446.760,00 em tintas para impressoras e TONNER.

Entre outras, com médio poder de fogo no mercado está, também, a JOSÉ EDINALDO DOS SANTOS DE OLIVEIRA – ME que obteve R$ 537.661,20 em kit cilindro, TONNER, entre outros. Com supostos vínculos suspeitos e históricos Duvidosos, segundo o site de notícias que fez as denúncias, figura ainda a empresa RC BARROSO DA SILVA já  investigada pelo Ministério Público do Amazonas por irregularidades em contratos com a prefeitura de Beruri.

DE acordo ainda com o site de notícias, o proprietário dessa empresa “tem laços familiares com o ex-subsecretário de Educação e Secretário do gabinete da prefeita, Dona Maria Lucir dos Santos de Oliveira, o que acendeu o alerta de dúvidas sobre a imparcialidade do processo licitatório sob o comando de mãe e filha.

Já a empresa A.F.B FILHO, comandada pelo empresário Antônio Fernandes Bezerra Filho, ex-vereador e chefe de gabinete da Prefeita de Beruri, “tornou-se frequente  vencedora de licitações e dos certames municipais, à época, da administração de Dona Maria e Raniele de Oliveira, por terem mantido funcionando, na Prefeitura de Beruri, desde a era de José Domingos de Oliveira e continuado com a mulher e a filha Raniere,  o mesmo esquema de licitações sob a suposta complacência dos órgãos de controle amazonense”,  apontou o consultor João Lemes Soares, 53, especialista tributário e licitações públicas e privadas.

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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