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Quarta-feira, 20 de Maio de 2026

LÁBREA - AM

REPRESENTANTES DO SINDICATO RURAL, DE MULHERES INDÍGENAS, RIBEIRINHAS E QUILOMBOLAS, EM LÁBREA, DEFENDEM JUSTIÇA CLIMÁTICA

E COBRAM AMPLIAÇÃO DE INVESTIMENTOS DOS PAÍSES RICOS NA COP 30 NO CAMPO DO MUNICÍPIO, BR-230 E RESEX MÉDIO RIO PURUS

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REPRESENTANTES DO SINDICATO RURAL, DE MULHERES INDÍGENAS, RIBEIRINHAS E QUILOMBOLAS, EM LÁBREA, DEFENDEM JUSTIÇA CLIMÁTICA
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MANAUS (AM) – Em meio a crescente ameaça climática e falta de investimento global na educação ambiental no mundo, a presença de dois líderes rurais e indígenas representando o município de Lábrea vem fazendo toda a diferença durante o transcorrer da COP-30, em Belém dopará (PA).

 Programação garantiu grande participação popular

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Adelson Arruda, pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) e a líder indígena Apurinã, Socorro Pinheiro, presidente dada Associação das Mulheres Indígenas do Médio Rio Purus (AMIMP), com sede na Terra Indígena Aldeia Sagrada, na BR-230, KM-29 (antiga Transamazônica).

 Barqueada pelo Rio Guamá (Baía de Guajará( e nas ruas da Capital Belém/PA. 

Até ao encerramento da “Cúpula dos Povos”’, ambos marcaram presença em diversas rodadas de conversas, palestras sobre o clima, saúde, meio ambiente, e entre representantes de comunidades afetadas pelas mudanças climáticas, defenderam propostas de maior investimento dos países ricos aos mais pobres – ainda subindo no ranking de maiores protetores ambientais do planeta.

O líder rural com assento mo STTR-Lábrea no timão de um dos barcos rumando a sede da COP 30

Por sua vez, sustentou nas reuniões setoriais e palestras durante a Cúpula dos Povos que “é preciso haver disponibilidade de recursos, nacionais e internacionais, para se alcançar a equidade de direito à vida preservada do nosso mundo das águas, do ar e das florestas em pé na Amazônia e do que resta no chamado Primeiro Mundo”.

Anderson Arruda, ao lado do Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin, na chegada  para palestra sobre Desenvolvimento Sustentável com foco planetário

Já a líder indígena que representa a AMIMP na COP 30, Socorro Pinheiro, destacou “a importância dos povos indígenas e ribeirinhos na manutenção das florestas com uma possível união de forças mundiais a partir dessa Cúpula do Clima”. Segundo ela, “o efeito estufa, sim, pode e deve ser contido, a começar pelos países que mais lançam poluentes na atmosfera”.

A líder indígena SOCORRO PINHEIRO, presidente da Associação de Mulheres Indígenas, no Médio Rio Purus, LÁBREA/AM.

Durante toda a programação iniciada na Capital Manaus até a sede da COP 30, em Belém do Pará, Socorro Pinheiro, destacou ainda a participação marcante das lideranças de mulheres amazônidas e globais no evento das Nações Unidas no brasil. Ela afirmou, porém, “encorpamos a cada dia o movimento indígena, de mulheres extrativistas e ribeirinhas na Amazônia Ocidental Brasileira”.

 Adelson visitou o navio do Greenpeace ancorado mo porto das Docas, em Belém do Pará (PA), onde foi recebido por integrante haitiana interessada na proteção da Amazônia

E diz reiterar “a luta de todas as mulheres pela ampliação de ações globais ao Fundo de Apoio Financeiro Indígena, Ribeirinhos e Quilombolas”, arrematou a presidente da AMIMP.

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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