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Terça-feira, 21 de Abril de 2026

LÁBREA - AM

AGRICULTORES DO SETOR DA COMARA JÁ MIRAM POSSÍVEL DERROTA NA CPI DA TERRA INSTAURADA PELA CÂMARA DE VEREADORES DE LÁBREA

GAECO FEDERAL PODE SER A OPÇÃO PRA ACABAR COM A GRILAGEM E USURPAÇÕES

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Por TUDO AMAZÔNIA
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AGRICULTORES DO SETOR DA COMARA JÁ MIRAM POSSÍVEL DERROTA NA CPI DA TERRA INSTAURADA PELA CÂMARA DE VEREADORES DE LÁBREA
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MANAUS (AM) – Com apenas um alvo das investigações residente e domiciliado fora da cidade de Lábrea, no interior do Amazonas, segundo informações, a Comissão Parlamentar Inquérito (CPI da Terra) que apura a grilagem de terras públicas, corre o risco de ser arquivada por causa da suposta demora na conclusão de um Inquérito Policial que, também, apuraria o mesmo caso.

Diretor do Setor de Terras e Tributos da Prefeitura, foi na área. Espera que "ZÉ MARIA" apresente o Título Definitiva da área invadida

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O presidente da “CPI da Terra”, vereador Gerifran de Amorim Amâncio (mais conhecido como mo FANGA DO MDB), na inicial dos trabalhos garantiu, em plenário, que “esta CPI não irá acabar em pizza”, uma referência a diversas comissões nas casas legislativas do país que teriam abortado inúmeras delas.

 Fanga do MDB declarou, em plenário: "Esta CPI não vai acabar em pizza". Pelo andar da carruagem....

Em Lábrea, o principal alvo da CPI é o empresário conhecido como “Zé Maria”, pai do oficial da Policial Militar do Amazonas, CAP/PM Ericson, da 4ª CIAPM sediado naquele município (veja vídeo). O empresário tem uma decisão judicial desfavorável contra ele que autoriza “a desocupação da área invadida”. A propriedade pertence à União onde foi construído o aeroporto regional da cidade.

Cap. Erickson aborda tratorista da Prefeitura e manda parar trabalho de aradarem do solo.para plantio no setor chacareiro do COMARA, em Lábrea: o pai, Zé Maria é principal alvo de grilagem de terras pela CPI, na Câmara.

Porém, o Oficial de Justiça Pedro Cunha não teria cumprido a decisão por “razões óbvias protagonizadas pelo ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB), em 2024, informaram agricultores que ocuparam, mansa e pacificamente, cerca de 20 hectares reivindicados por Zé Maria, que abriu no local um novo loteamento.

 Como Relator, vereador JORDEVAL GALVÃO, ainda não se manifestou sobre a possível lentidão dos trabalhos da CPI

Com a suposta demora das investigações que correriam fora da “CPI da Terra”, segundo famílias interessadas na solução do conflito junto ao Legislativo e à Prefeitura, por meio do Setor de Terras e Tributos da Prefeitura de Lábrea, “a coisa pode complicar e, como os vereadores estão perto do recesso, o prazo pode ser alongado”.

 Líder do Governador, na Câmara, não tolera "abusos atribuídos a policiais", como violação dos direitos humanos. Ele confessou ter pedido providências contra violência policial. Segundo declarou "já passou dos limites".

Nesta Capital, remanescentes das famílias que alegam perdas da “paz no campo” por conta  do conflito que já arrasta a alguns anos sem solução aparente no âmbito município e do Estado, se manifestaram a favor da entrada no caso por parte do Ministério Público Federal (MPF-AM), após manifestação  da INFRAERO, INCRA e SPU que podem o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), vez que “os conflitos agrários em terras da União são recorrentes’, acrescentaram fontes à Reportagem.

CPI DA TERRA espera conclusão de Inquérito Policial, segundo bastidores da Câmara, "a PF teria entrado no caso".

O QUE SÃO OS GAECOS - Foram criados no âmbito do Ministério Público Federal (MPF) por resolução do Conselho Superior em 2013, mas sua efetiva implantação começou apenas em 2020. O modelo replica os bem sucedidos GAECOS que, também, existem há mais de 25 anos nos Ministérios Públicos estaduais.

Os GAECOS são grupos permanentes prontos para auxiliar membros do MPF responsáveis por grandes casos e investigações complexas. São formados nas Procuradorias da República nos estados, a partir de critérios claros, com votação entre os procuradores locais.

Os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) foram criados no âmbito do Ministério Público Federal (MPF) por resolução do Conselho Superior em 2013, mas sua efetiva implantação começou apenas em 2020. O modelo replica os bem sucedidos Gaecos que existem há mais de 25 anos nos Ministérios Públicos estaduais.

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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