MANAUS (AM) – A população ribeirinha da região do Médio Rio Purus em águas do mesmo rio e do entorno da reserva extrativista sob a responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente e Controle do Clima (MMA-CC) continua sendo assistida pela Prefeitura do município de Lábrea, no interior do Amazonas.

Atendimento médico a cidadãos ribeirinhos na UBSFluvial acontecendo a todo vapor no Purus.
Os atendimentos vêm sendo feitos por meio da Unidade Básica de Saúde Fluvial (UBSF) da Prefeitura com gestão da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), participação da Assistência Social (SEMAS) e em outros setores da administração voltados às políticas públicas às zonas ribeirinhas desde o vilarejo Limeira, com o vizinho município de Pauini, na Sub-região do Purus, um dos mais isolados do Estado e o quarto mais pobre do Brasil.
Consultas médicas, serviços odontológicos e prescrição de receitas a pacientes menores de idade mais que dobraram nas três primeiras comunidades
A missão de saúde, serviço social e de ações de cidadania prestadas aos cidadãos ribeirinhos, desta feita, leva a chancela da Gestão Gerlando Lopes (PL) e do Vice-prefeito, João Roberto (PODE), que focam na oferta de serviços essenciais, como consultas médicas, odontológicos, exames laboratoriais, vacinação, dispensação de medicamentos, atualização do CAD-Único, Bolsa Família, testes rápidos para COVID-19, lâmina de malária e outros serviços.
A chegada da UBSF às comunidades ribeirinhas. A notícia se espalhou rapidamente. A procura é espontânea. Todos bem atendidos.
Apesar da população do Médio Rio Purus contar com o funcionamento de um Polo de Saúde, esta região geográfica do município de Lábrea, ainda enfrenta problemas graves na infraestrutura de saúde, no social e na educação, “resquícios esses deixados por más gestões do passado”, revelou canoeiro durante visita à região do Vice-prefeito, João Roberto, em maio deste ano.
Adolescente é vacinada. Os testes rápidos, também, a procura tem sido intensa.
Nos vilarejos de Limeira, Vila Dedé e Meritopuá, segundo informações desta terça-feira (11), “os comunitários vieram de forma espontânea ao barco da UBSF para garantir o atendimento”. Uma parcela mínima enfrentou alguma dificuldade de acesso por via fluvial, mas, garantiu com sucesso ser medicada.
Dr. JOÃO BOSCO, Diretor do Hospital Regional, tem sido presença constante nas ações de saúde. Integra os profissionais da linha de frente.
Nos consultórios dentro da embarcação são garantidos os atendimentos nas áreas de saúde coletiva e individual de pacientes em consultas, entrega de medicamentos, exames laboratoriais, educação em saúde, testes rápidos de COVID-19, vacinação além da atualização da documentação de beneficiários para o CAD-Único (BPC, Auxílios e outros), Bolsa Família além de serviços odontológicos (com serviço de qualidade são feitas extrações, obturação, higiene bucal, Raio-X, dispensação de medicamentos e encaminhamentos).

Atendimento sem fila. As equipes vão aos "acamados" ou em redes para garantir assistência a idosos. A ordem é atender todo mundo.
A expedição é composta por um conjunto de equipes de profissionais de saúde e do Serviço Social da Prefeitura, entre enfermeiros, médicos, assistentes sociais, pessoal técnico especializado na logística desse tipo de trabalho a curto, médio e a longo prazo dentro do município amazonense.

Utilizando recursos próprios, e agora sob a nova administração, a Prefeitura vem reestruturando devagar, devagarinho (e com os pés no chão) toda a infraestrutura dos serviços obrigatórios dentro da Atenção Básica com foco inédito nas políticas públicas municipais oferecidas à população. Nas zonas ribeirinhas, onde é mais difícil o acesso, “estamos chegando com a UBSF e não próximo à quaisquer eleições, como era comum”, assinalou o prefeito.
Nas três primeiras comunidades de baixa no rio já contempladas, o barco da UBSF fez atendimento completo em áreas específicas da atenção básica recomendada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ficando os casos de média e alta de complexidade para o Hospital Regional (HRL), onde serão analisados e submetidos aos procedimentos de praxe, informam responsáveis pelo setor de diagnóstico.

Os serviços disponibilizados aos ribeirinhos durante a viagem das equipes da Prefeitura de Lábrea na Unidade Básica de Saúde Fluvial (UBSF) são mantidos com recursos públicos municipais, entre os quais, lâmina para testes rápidos de malária, COVID-19, vacinação, serviços odontológicos, curativos e com os convencionais assistidos dentro da embarcação, além do pronto atendimento hospitalar na cidade - em caso de internação em leitos já revitalizados no início da atual administração.

Resumo das ações de atendimento nas Comunidades ribeirinhas. Nos primeiros 3 dias, foram atendidos moradores de Limeira, Vila Dedé e Meritopua.
DIGNO DE PUNIÇÃO - Até Maio deste ano, agentes de saúde e de endemias que atuaram na região durante a administração passada, relataram que “não sabiam se as crianças menores de um ano de idade estavam com as carteiras de vacinação em dia”. O número de nascidos vivos e ao mesmo tempo sobre o índice de mortalidade infantil, filhos de mães adolescentes, desde 2017-24, com óbitos de crianças menores de cinco anos e/ou de nascimentos nos vilarejos mais isolados do Médio Purus, “nada disso teria constado nas estatísticas das unidades de saúde”.
Na missão em saúde atual, de acordo com levantamento preliminar, as crianças são pesadas, medicadas e passam por avaliação imediata. Na mesma ocasião, as crianças que nasceram no município de mães adolescentes, também, são atendidas pelo Programa Saúde da Família (PSF), sendo que no último (2017-24), “parte delas estavam desnutridas e não teriam sido beneficiadas ou não foram atendidas”.
GEOPOLÍTICA REGIONAL - Ainda em Maio passado, a Secretaria Municipal de Educação (SEMED), com a presença do Vice-prefeito em cada escola foi possível atestar um déficit muito elevado de crianças e adolescentes sem professores, merenda, transporte de qualidade e sinal de internet,
Essa eficiência detectada da rede municipal prejudicou o desempenho de alunos com a não progressão de professores, sobretudo na grade de cursos à distância e no índice de evasão escolar. Foi verificado também problemas na folha de pagamento. No item material didático, mochila e fardamento (uniforme), o atual Governo fez a entrega gratuita às escolas.
Enfim, a precariedade da antiga estrutura da rede municipal de Educação, Saúde e infraestrutura das comunidades e aldeias indígenas escolas e postinhos de saúde na região do Médio Purus, à época, corroboraram para o desgaste da ex-administração por seus níveis de tolerância zero exigido pelo Governo Federal desde os anos 2017-24.
“Estivemos com nossos polos de saúde e educacionais coordenados a partir do vilarejo de Limeira, Vila Dedé e no baixo rio Purus no ranking dos piores índices de analfabetismo e falta de medicamentos”, contaram moradores que se recusaram a ir às reuniões puxadas por velhos caciques (?) políticos para agradar autoridades visitantes.
Por outro lado, a reportagem buscou obter respostas para “esses por quês” de casa em casa enquanto o Vice-prefeito João Roberto tentava desatar os “nós” dentro de cercados de Jurubeba construídos para, supostamente, sabotar a transição de Governo nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2024, foi o que atestou a Executiva de Inteligência deste portal.
Enquanto isso, os Censos realizados no âmbito do município de Lábrea pelo IBGE e de pesquisas acadêmicas nos aos 2013, 2014, 2017 e 2024, teriam comprovado “a ausência do poder público nas três esferas de poder na região do Purus labreense. (Município, Estado e União Federal), em larga escala, principalmente, na questão da saúde, educação, mobilidade, merenda e transporte escolar, na infraestrutura dos vilarejos e aldeias indígenas.
Apesar do elevado número de emendas de autoria do deputado federal Átila Lins (PSD) e do se senador Eduardo Braga (MDB) destinadas à aquisição de remédios, medicamentos, equipamentos (Raio-X, Ressonância, Eletrocardiograma, Eletroencefalograma, UTI e UTI Neonatal, insumos hospitalares, pavimentação e iluminação pública.


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