LÁBREA (SUL DO AM) – Foi na gestão do médico Dário Vicente, então Secretário de Saúde do ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB), que o Hospital Regional da vizinha cidade de Lábrea, quase foi transformado em um hospital de campanha em zona de guerra. O ex-Prefeito e atual Secretário Municipal de Gestão e Planejamento de Boca do Acre, é declarado pré-candidato a deputado estadual nas eleições do ano que vem

Este foi o cenário negativo da "gestão de saúde" atribuídas a Dario Vicente enquanto durou em Lábrea. O HR, SEMSA e UBS viveram momentos caóticos com servidores e funcionários "esfolado na cidade de Lábrea".
À época, além da crise de remédios e medicamentos essenciais, fornecedores enfrentaram problemas para receber contratos além dos salários dos profissionais de saúde sempre atrasados, a população foi obrigada a coletar alimentos para os funcionários “não passarem fome com suas famílias”.

O deputado nunca fiscalizou o cumprimento e aplicação das "dinheiramas" de recursos destinados à saúde básica de Lábrea. Em B.A pode não ser diferente enquanto a população não reagir a possíveis desmandos na rede hospitalar.
Devido o caos instalado na saúde, em Lábrea, foi a primeira vez que diplomas e perícias médicas realizadas pelo corpo clínico do HR foi questionada por outros profissionais com mais tempo de serviço nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Servidores se disseram apavorados com a forma de gestão do novo secretário. Fez corte no uso de celular, restringiu repouso e atendimento de ligações, e outras medidas que se assemelham ao direito de IR e VIR dos trabalhadores.
Três dos especialistas contratados na gestão de Gean Campos de Barros, oriundos de Universidades de Goiânia (GO, segundo bastidores do Hospital Regional de Lábrea que foi gerenciado por Organizações Sociais de Saúde (OSS), “ganhavam como tal”. Porém, esses médicos não haviam concluído todas as etapas de conclusão final de cursos de Dermatologista, Clínica Médica e Cirurgia-Geral”. Além dele ter facilitado a disponibilidade excessiva de profissionais enfermeiros cedidos sob critério político, para Manaus.

Enquanto Gean de Barros ostenta, o povo de Boca do Acre PADECE até por falta de UTI aérea e no Tratamento Fora do Domicílio (TFD), em Rio Branco (AC) E Manaus (AM).
Além desse problema das áreas citadas por fontes credenciadas, a população de Lábrea enfrentou dias difíceis durante várias paralisações no hospital. A população, à época, migrou para as cidades de Humaitá, Manaus e Porto Velho (RO) para garantir atendimento em virtude do caos instalado na gestão do então médico, Dário Vicente da Silva, agora, guindado por Gean de Barros ao posto de Diretor-Geral do Hospital Regional do município de Boca do Acre.
Aliados de Gean e do prefeito Frank de Barros comemoram a chegada ao poder, em Boca do Acre/AM. Uns fora importados de Lábrea.
Dário Vicente da Silva, mal chegou à cidade de Boca de Acre, não é visto na unidade hospitalar pelo menos há três semanas. Nesse ínterim, o ex-diretor José Carlos Lopes, acusado de suposta inércia em casos de urgência e emergência, foi sumariamente demitido pelo prefeito Frank de Barros (MDB). Outros setores, também, enfrentam problemas, como o esvaziamento das agendas de cirurgias eletivas alegadamente por falta de cirurgiões e medicamentos.
E ele iludiu o eleitorado: Não irei importar ninguém de Lábrea, a cidade governada por meu irmão e atual Secretário de Planejamento e Gestão, Gean Campos de Barros.
Segundo servidores da saúde do Estado, “o homi chegou chegando proibindo uso de celular durante o repouso o conforto dos profissionais”.
- Sem o Disk SAMUR, a população se valia dos contatos dos funcionários e das equipes médicas para pedir a ambulância para socorro médico, na cidade e das comunidades do interior acrescentaram.

Ambiente insalubre continua. Com a palavra o Promotor da Cidade de Boca do Acre.
Ao menos uma semana atrás, uma paciente idosa que não teve a identidade revelada por alta fonte médica, morreu por falta de medicamentos no hospital para intubação da paciente, já na gestão de Dário Vicente da Silva. Atualmente, o MIDAZOLAM continua em falta nos estoques. Segundo parte da equipe médica, “esse medicamento é um benzodiazepínico de ação rápida que proporciona ansiólise e alguma amnésia, facilitando a intubação endotraqueal”. Assim como o Fentanil, que pode ser administrado antes dos agentes de indução para facilitar a intubação endotraqueal. A Atropina é ocasionalmente usada como pré-medicação. Porém, todos eles estão faltando no Hospital Regional de Boca do Acre, admitiram os profissionais de saúde.

Entidades civis organizadas, a partir desta segunda-feira (22), intencional provocar, não mais a Promotoria e a Defensoria Pública, mas, tratar do assunto diretamente com a Procuradora-Geral de Justiça, Dra LEDA MARA NASCIMENTO ALBUQUERQUE, em Manaus/AM
A saúde no município de Boca do Acre, também, está em xeque quanto à falta de remédios, medicamentos e material penso nos estoques do Hospital local. “A má qualidade desses produtos já foi relatada à Promotoria Pública e ao Conselho Municipal de Saúde, desde o início do atual governo. “Ninguém providenciou nada”, informaram servidores.
Outro setor que continua impactando os programas de Atenção Básica de Saúde da população de Boca (principalmente comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas e da zona rural do município) é o da farmácia hospitalar cuja lista de medicamentos disponíveis na EMUME significa Relação Municipal de Medicamentos Essenciais.
No tocante ao esvaziamento da farmácia hospitalar, há descaso para com a reposição dos itens contidos na lista de medicamentos selecionados pelo município junto ao Ministério da Saúde (MS) para atender às necessidades de saúde da população bocacrense. Seguindo a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) do Ministério da Saúde, essa lista orienta a aquisição, o armazenamento e a distribuição dos medicamentos nas unidades de saúde locais, garantindo que os pacientes tenham acesso gratuito aos fármacos necessários para seus tratamentos.
- Ocorre que, nem sempre a direção hospital, já na atual administração, adquire itens de qualidade, preferindo entupir os estoques de Dipirona e Captropil, fazendo só o básico por falta de fiscalização, arremataram profissionais sob segredo da identidade.


Comentários: