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Segunda-feira, 13 de Julho de 2026

HUMAITÁ - AM

GOVERNO LULA 3 NÃO INVESTIGA DENÚNCIAS SOBRE NÃO INVESTIMENTOS NA SAÚDE INDÍGENA, AFROUXA NAS NOMEAÇÕES DE BRANCOS PARA POSTOS CHAVES NA FUNAI, DSEI/SESAI

E IGNORA PEDIDO DE SOCORRO DOS CACIQUES E TUXAUAS NO AMAZONAS

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Por TUDO AMAZÔNIA
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GOVERNO LULA 3 NÃO INVESTIGA  DENÚNCIAS SOBRE NÃO INVESTIMENTOS NA SAÚDE INDÍGENA, AFROUXA NAS NOMEAÇÕES DE BRANCOS PARA POSTOS CHAVES NA FUNAI, DSEI/SESAI
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HUMAITÁ (SUL DO AM) – Nenhum ou quase nenhum apelo feito ao Governo Federal por Caciques e Tuxauas aldeados nos 38 Territórios Indígenas da mesorregião amazonense ao que parece não foi atendido, principalmente com relação ao suposto desvio de recursos da saúde indígena e nos contratos de pessoal, fornecedores, aluguéis de embarcação e aeronaves.

Zé Bajaga recebeu em tempo curtíssimo a bagatela de R$ 68.318,74 em diárias de Porto Velho (RO) a Labrea, enquanto o Cacique AMILKA JAMAMADI era vítima de "erro médico na CASAI" sob a responsabilidade do DSEI/SESAI (leia-se RAMI RACHID SAID).

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A vinda da ministra Sônia Guajajara (PSOL) e da presidente da FUNAI, Joênia Wapichana (Partido REDE) aos  municípios de Lábrea e Tapauá, respectivamente,  “não representou avanço prático no atendimento às demandas por infraestrutura das aldeias, solução rápida para água 100% potável, do esgotamento sanitário, energia limpa, internet 24h, na segurança alimentar, ambulancha para translado de pacientes, a educação originária dos Povos, nos programas sociais e/ou solução do déficit na demarcação dos territórios indígenas”.

 Sonia Guajajara (PSOL-MA) é Joeni Wapichana (REDE, de Marina Silva) esnobaram indicação do Colegiado dos Caciques e Tuxauas para a nova UTL, em Tapaua/AM

Numa visão geral, Caciques e Tuxauas aldeados do Médio Purus informaram que, “Sônia Guajajara oportunizou sua passagem por regiões seletivas apenas para os preparativos à COP 30, realizada em Belém do Pará (PA), apesar de ter visitado aldeia Apurinã em Lábrea, “tal qual corrida de Fórmula 1”, se queixou indígena com formação acadêmica na área de Gestão”.

Mulher de Cacique denúncia descaso da FUNAI/DSEI/SESAI/CASAI e ameaça de fome e miséria nas aldeias. Crimes de estupros ainda impunes

Já Joênia Wapichana, desembarcou dia 9 de dezembro na cidade de Lábrea quase secretamente. Ciceroneada pela polêmica diretiva da Federação das Organizações e das Comunidades dos Povos Indígenas do Médio Rio Purus (FOCIMP), à frente José Raimundo Pereira Lima (mais conhecido como Zé Bajaga), na Terra Indígena Catitu descartou antigas demandas, como aceitar indicado pelo Coletivo da ACTAM para ocupar a UTL de Tapauá.  

 Luciana Bradette, a protegida (?) Da FOCIMP não quer deixar o cargo. Caciques e Tuxauas elegeram o Apurina GEOVANI. Ministra e a presidente da FUNAI ainda ignoram o ato e esvaziam a UTL, em Tapaua/AM

A plenária /, em Lábrea, trouxe Caciques e Tuxauas das aldeias, mas, “fomos impedidos de falar e obrigados a engolir o que foi preparado na véspera pelos dirigentes da FOCIM e a autoridade da FUNAI no Brasil”, confessou Cacique entre os mais antigos. “Confesso que poderemos desistir da Fundação, do jeito que está ao menos três anos”. Os líderes ameaçam não se importar com órgãos indígenas e deixar todos sob o controle dos políticos”.

 Casal Raimundo e Sandra AMARAL, no contraponto, correm "por fora". Raimundo alega 23 anos de "relevantes trabalhos a causa e movimento indigena". Seguidores o apontam como "pessoa qualificada", apesar das manifestações contrárias para ocupar a nova UTL, no momento, pós o nome a apreciação.

BATE-BOCA – A presidente Joênia Wapichana não se conteve ao ser instada por indígena Apurinã de uma aldeia de Tapauá que queria saber os por quês da demora dela em nomear o novo chefe da Unidade Técnica Local (UTL) do município. De forma inusitada, respondeu: “Não vou te responder! Não vou te responder”. Frustrados, os líderes indígenas retornam cabisbaixos às aldeias.

Além das questões primárias atribuídas às demandas antigas dos Povos Indígenas do Purus, no Amazonas, a interferência do assessor da SESAI, em Lábrea, José Raimundo Pereira Lima ,nos assuntos internos das Aldeias incomoda as lideranças. Com etnia questionada desde que teria sido resgatado, em Porto Velho (RO), pelo falecido Delegado da FUNAI, Cacique Agostinho APURINÃ , “Zé Bajaga vem sendo acusado de falsificação de assinaturas dos Caciques aldeados em documentos direcionados `à ministra Sônia Guajajara (PSOL-MA) e Joênia Wapichana (REDE)”.

Joenia Wapichana afirmou: "Não vou te responder! Não vou te responder!!!". Ela retrucou infigena Apurina que queria saber se homologaria nome escolhido pelo Coletivo Indígena.

Sobre o assunto, uma “força tarefa” formada por jovens guerreiros, apesar de já terem informado a Ministra Sônia Guajajara, Joênia Wapichana, o Ministério Público Federal (MPF-AM) sobre omissão dos coordenadores regionais da FUNAI e do DSEI/SESAI no caso de mortes misteriosas de indígenas durante internações na CASAI, em Lábrea, “as autoridades ainda não tomaram quaisquer providências a respeito”, desabafam líderes desassistidos por esses órgãos.

  • O que têm feito, até agora, é desconsiderar os lamentos dos povos indígenas, denunciam os indígenas quer permanecerão com as identidades ocultas.

UBSF da Prefeitura de Lábrea/AM, também, atende demandas das aldeias do Médio Purus. Uma responsabilidade atinente ao DSEI/SESAI.

A maioria dos Caciques e Tuxauas dos 38 Territórios Indígenas compostos pelas aldeias do Médio Rio Purus, Rio Ituxi e ao longo das comunidades cortadas pela BR-230, “querem a presença do MPF, Polícia Federal, CGU, TCU, Ministério da Justiça (MJ) e das comissões do Congresso Nacional dentro dos órgãos de saúde indígena, não só no Purus, mas em todo o estado do Amazonas”.

 O clã RACHID SAID continua no comando do DSEI/SESAI/CASAI.

- Até, agora, nenhum um não como resposta das autoridades junto ao Governo do Presidente LULA, isso depois de três anos e ainda querendo a própria reeleição, desabafou ex-assessor indígena demitido durante a gestão na SESAI  do empresário Carlos Galvão.

Indígenas dos municípios de Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama, Tapauá e Beruri (Baixo e Médio Purus) – sem ter aquém apelar no Governo LULA 3 - criticaram a falta de atenção às lideranças aldeadas nas últimas décadas. Eles têm apelado ao Governo Federal e denunciado, através da imprensa, “esquemas de suposta corrupção na saúde indígena, licitações suspeitas,  falta de concurso público, nomeações pela FOCIMP, redução do quantitativo nos programas sociais e perseguições às lideranças pelos atuais coordenadores da FUNAI e DSEI/SESAI”.

 Enquanto os RACHID SAID "se divertem", a morte fo Cacique AMILKA JAMAMADI não é investigada nem os funcionários da SESAI/CASAI envolvidos "continuam impunes".

Lista contendo nomes de empregados desses órgãos (no meio, alguns concursados) que se achariam “intocáveis” e protegidos, há décadas, sob o “guarda chuva” dos coordenadores  nomeados por parlamentares, “são esses que prejudicam o trabalho do Governo Federal nas aldeias do Baixo e Médio Purus”, garantiram os líderes indígenas. 

Indignados com a omissão e lentidão dos ministérios dos Povos Indígenas, Saúde, FUNAI e de órgãos de controle, apesar de temerem represálias, “decidimos dá os nomes aos bois e tentarmos tirar os sanguessugas do dinheiro público de dentro das taperas de luxo da FUNAI, DSEI, SESAI e AGSUS”. Segundo os aldeados, apelamos ao presidente da República para que autorize a Polícia Federal investigue a atuação desses órgãos no Amazonas”.

Ao Congresso, as lideranças indígenas exigiram que, em vez se preocuparem com os recursos das emendas bilionárias e do Fundo Partidário, “deveriam, deputados e senadores, meterem na cadeia gestores dos órgãos indígenas vinculados a saúde e da FUNAI envolvidos em desvio de recursos, o que não é nenhuma novidade nas gestões atuais”, desabafaram em tom de revolta e indignação indígenas do município de Tapauá.

GALINHA DOS OVOS D’OURO - Essa galinha há anos fez o seu ninho nos órgãos vinculados à saúde indígena e da própria Fundação Nacional do Povos Indígenas (FUNAI) em todo o País, apontaram. Segundo disseram, “já passou da hora do Governo e do Congresso fecharem as torneiras que despejam bilhões de Reais às Organizações Não-Governamentais (ONGs)”.

Ivana RACHID SAIDO, salário de R$ 10.300,81. Ela é irmã de Rami RACHID SAID, coordenador do DSEI/SESAI.

- Em Lábrea, funcionam cerca 50 organizações tipificadas como empresas sociais, incluindo as de cunho religioso que prestariam serviços de assistência espiritual a indígenas do Purus e na Amazônia brasileira, denuncia Ex-Gestor que passou a listar irregularidades não investigadas por órgãos de controle do próprio Governo.  

Já foram feitos diversos pedidos de investigações, inclusive a Polícia Civil e a Promotoria Pública da Comarca de Lábrea, relatando casos graves de desvio de conduta, licitações suspeitas de compras, alugueis de prédios, helicópteros, quentinhas a pacientes da Casa de Saúde Indígena (CASAI) além de pedidos negados para investigação da falsificação de assinaturas dos Caciques e Tuxauas endereçadas aos ministérios e a FUNAI, em Brasília (DF).

“Nenhum pedido surtiu o efeito esperado, porque tudo o que aconteceria e incomoda os poderosos nos órgãos indígenas seria apurado a passos de Jabuti e da Preguiça”. Indígenas acrescentaram, no entanto, que, “os poderosos só temem a Polícia Federal, por aqui”. Também não aconteceram as Audiências Públicas presenciais, como antes.

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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